Em Linhas Gerais

Porto Velho, com mais de 100 anos, não conseguiu resolver sequer o abandono de suas praças principais

 FILOSOFANDO

“Não temos o Brasil que queremos, o mundo que achamos que merecemos. Vivemos tempos tormentosos”. Ministra Cármem Lúcia (1954), é a nova presidente do Supremo Tribunal Federal, cargo no qual foi empossada no último dia 12. A jurista Cármen Lúcia Antunes Rocha tornou-se a 58ª Presidente do STJ.

 CANDIDATURAS PERDIDAS

É uma simples constatação e mesmo assim as várias candidaturas desse pleito pela disputa da prefeitura de Porto Velho e das cadeiras da Câmara Municipal certamente ficarão mais uma vez desconcertadas com a afirmação da coluna: os candidatos da capital rondoniense agem como se estivessem perdidos, como se não soubessem fazer campanha eleitoral sem dinheiro a rodo como acontecia anteriormente.

Estamos diante de um espetáculo ruim, sendo muito difícil escolher um desses “atores” como merecedor do voto de quem mora aqui.

Tentei ver com o espírito desarmado os programas eleitorais na TV e fiquei pasmo com tantas asneiras ditas por aqueles pretendentes ao meu voto, ao voto dos eleitores um pouquinho mais exigentes em relação à qualidade dos pretendes ao cargo de alcaide.

 FORA DO PATAMAR

A campanha municipal – diferentemente das demais – tem como praxe ser intimista, com mais tendência ao diálogo entre o eleitor e o candidato. E isso – salvo raríssimas exceções – não aconteceu até agora na propaganda eleitoral. No geral temos pretendes incapazes de falar diretamente ao povo, de forma clara, inteligível, sem escamoteações.

Do jeito com que as candidaturas são apresentadas na televisão (e até mesmo em debates) é possível afirmar que as eleições desse ano não servem para melhorar e nada o nível de consciência política do povo. O que temos diante da péssima apresentação dessas candidaturas é o verdadeiro teatro do absurdo, uma autêntica casa dos horrores.

 MONOTONIA

Acostumado a participar do marketing de eleições ao longo das últimas décadas, esperei ansiosamente pela disputa desse ano, o primeiro em que as doações de empresas foram proibidas, com a ideia que reviveríamos os momentos de civismo dos tempos passados, quando eleição se fazia na base das andanças, das conversas, da busca pelo convencimento presencial das candidaturas.

Imaginei que a velha história de “gastar sapatos” para conquistar os votos necessários deixaria de ser apenas uma figura de retórica.

Bom, nada disso aconteceu e dificilmente vai acontecer daqui até o dia em que nós, eleitores, teremos de ir às urnas. Sem as produções hollywoodianasdas campanhas do passado, irrigadas com o dinheiro fácil das propinas das empreiteiras e do caixa dois, hoje a eleição municipal da capital rondoniense um apenas um espetáculo deprimente.

 BOLHA

De um modo geral, as candidaturas na passarela eleitoral de Porto Velho se resumem a ideia de que a cidade para dar certo vai depender da bondade de cada um desses indivíduos que se julgam iluminados para se tornarem prefeitos.

Quando você o próprio (ainda) prefeito mostra sua expressão chorosa convocando todos a se emocionar por que seu primeiro mandato está chegando ao fim com “a missão cumprida” de ter colocado ordem (que ordem?) na casa e que por isso merece um novo mandato para (finalmente) dar consequência às antigas promessas, a gente fica com a impressão de que o dr. Mauro mora não na cidade mas numa bolha de vidro.

 SANTIFICADOS

O leitor já refletiu sobre essa realidade? Para pedir voto, todo mundo é igualmente santo e tenta nos impingir que suas vitórias seriam privilégios de cada um de nós! A cidade está ai sofrendo o aumento do desemprego e ninguém fala nada. Tivemos praticamente agora a demissão em massa de uma empresa vinda a reboque das hidrelétricas para cá e ninguém aborda esse tipo de questão.

Com raras exceções, nem sequer dão ideia de que sabe qual é o papel de um vereador, de um prefeito, até confundem o que é da alçada do Parlamento e do Executivo! Ao fim de cada programa eleitoral, quedo-me a indagar de qual país são as figuras que pedem o nosso voto.

 OPOSIÇÃO MEQUETREFE

Estamos quase no mato sem cachorro. Esse cenário é o que permite surgir na ribalta personagem que no passado foi uma espécie de destruidor das esperanças dos moradores dessa cidade tida como a mais escrota capital brasileira travestido de Oposição e de Salvador da Pátria. O cenário é de enormes dificuldades. Uma cidade com mais de 100 anos que não conseguiu resolver sequer o abandono de suas praças principais; a questão do saneamento básico, etc, etc.

Se a “oposição” que pretende substituir o atual prefeito não fosse tão mequetrefe, o cenário verdadeiro da cidade seria desnudado sem dar chances aos enganadores que a transformaram num cemitério de obras paradas, num cenário dominado pela manada de elefantes brancos, tentando novamente se travestir de arautos da bondade e do crescimento que, na verdade, nunca promoveram.

 SERELEPE

O deputado Lindomar Garçom é um desses personagens acostumados a trocar de sigla partidária corriqueiramente. Depois de seu período como Verde, o deputado acabou fazendo juras de amor ao PMDB por onde imaginava ser candidato a prefeito de Porto Velho.

O projeto fracassou e serelepe Lindomar mudou novamente de sigla, tornando-se presidente regional de um desses partidos messiânicos, “por onde o projeto de disputar a prefeitura” não teria nenhuma restrição. E mais uma vez Lindomar jogou a toalha para (pasmem!) retornar ao PMDB (não mais como filiado) para apoiar o noviço Williames Pimentel.

 ESPAÇO

E nessa marcha eleitoral Lindomar Garçom, a despeito de tudo o que disse ao seu eleitorado, tem caminhado ao lado de Pimentel, como se com ele tivesse emergido o seu verdadeiro guru político. Até simpatizantes extremados de Lindomar Garçom ainda não compreenderam qual é o alvo dessa vez.

Consta que o espírito trânsfuga de ex-prefeito de Candeias volta a ser ativado tendo como alvo 2018. E ai não se pode esquecer que Lindomar deve manter vivo o sonho de disputar até o governo do Estado. A construção desse caminho passa – como revela gente próxima do político de Candeias – pela ocupação de espaço com possibilidades de concretizar manobras políticas no governo de Confúcio no próximo ano.

 REMOTA

A despeito das especulações sobre mudanças no andar superior do governo peemedebista de Confúcio para se adequar à nova correlação de forças que vai emergir das urnas. O nome de Lindomar Garçom, segundo fontes bem próximas da corte palaciana, tem chances remotas de ocupar algum papel de liderança no atual governo do PMDB. Na verdade, na órbita do Palácio Getúlio Vargas, tem luas-pretas que preferem deixar o deputado federal no ostracismo, pois “ele não é fundamental” em nenhuma posição do tabuleiro em que o jogo da sucessão confuciana está sendo montado

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by