Tempo Real

Ponte do Rio Madeira que liga Rondônia ao Acre não vai ser inaugurada em setembro

UMA PONTE QUE NÃO FICA PRONTA!

Falta muito pouco, mas sem esse pouco, tudo o que já foi feita não resolve nada. Isso mesmo. A questão envolve a ponte sobre o rio Madeira, na Ponta do Abunã, uma obra histórica, porque vai ligar pela primeira vez  o Acre e nossas fronteiras com países vizinhos, ao restante do Brasil, por terra.

A enorme ponte, um trabalho de engenharia de alta qualidade, já está totalmente concluída. Antecipando-se à futura inauguração, representantes do governo acreano chegaram a pendurar uma bandeira do seu Estado nela, para comemorar o evento.

Pelo último cronograma, a ponte deveria ser inaugurada no final de setembro. Só que não! Embora a alça do lado do lado de lá, que vai para  Acre, já esteja pronta (na sexta-feira, a primeira camioneta que andou sobre a ponte subiu nela e voltou, pela obra que ainda está sendo finalizada),para a alça de acesso do lado de cá do rio, não existe orçamento.

O projeto original foi modificado e o custo aumentou bastante. Só por isso, a obra, 96 por cento concluída, pode não ser aberta ainda nesse ano. A bancada federal e as autoridades do Acre e  de Rondônia precisam pressionar o governo federal, para autorizar a conclusão da ponte. Urgente.

NÃO SE DEIXE ENGANAR POR INFORMAÇÕES SUBLIMINARES: NÓS, VÍTIMAS, NÃO TEMOS CULPA ALGUMA DA GUERRA E DA BARBÁRIE NOS PRESÍDIOS

Há uma espécie de tentativa de empurrar à sociedade informações sub reptícias, indiretas, subliminares, cada vez que ocorre uma tragédia e atos de barbárie nos presídios brasileiros, quando os presos declaram guerra  uns aos outros e dezenas deles morrem.

É como se alguns setores da mídia, unidos aos que defendem os direitos humanos dos criminosos (nunca de suas vítimas) e de organismos como o Conselho Nacional de Justiça, a OAB além de outros assemelhados, acusassem a sociedade de ter alguma culpa, na superlotação dos presídios (em todos os recantos do país, incluindo Rondônia é claro). Ou como se tivéssemos culpa de termos sido a causa de tantas prisões.

O fato dos bandidos serem cruéis, de se matarem por fazerem parte de facções diferentes, de guerrearem pelo poder dentro das cadeias, para saberem quem vai mandar mais no crime aqui fora, isso não parece essencial. Quando foram assassinados brutalmente, no mês de junho, 55 presidiários nas cadeias do Amazonas, em grande parte do noticiário, a essência era de que o principal motivo atribuído aos crimes foi a superlotação e o convívio de gangues diferentes nos mesmos presídios.

Agora, nova chacina numa cadeia do Pará, com 52 mortos, e, como se fosse mais importante, informações sobre alerta do CNJ de que aquele presidio estava superlotado. As mortes passaram a ser secundárias.

A violência dos canalhas que matam companheiros de cela fica em plano terciário. O fato de vários presos terem sido degolados, com a maior brutalidade, é apenas um detalhe. No centro da questão, está uma espécie de culpa coletiva.

Nós, vítimas, é que devemos nos sentir culpados por tantos presídios superlotados? Quem tem  pena de pais de família que trabalham dia e noite para sustentar suas famílias e ganhar salários ridículos?  Quem tem pena dos 13 milhões de brasileiros desempregados, mas que nem por isso saem roubando, assaltando e matando?

A situação dos presídios brasileiros é cada vez pior, porque cada vez piores são as leis e a impunidade. Aqui em Rondônia a Secretaria de Justiça adora divulgar notícias de “reeducandos”, um número ínfimo, mas evita comentar, contudo, sobre as dezenas de fugas ocorridas em tão pouco tempo. E ninguém fala também no barril de pólvora em que se transformaram nossas cadeias, ainda mais desde que os agentes penitenciários e o Governo do Estado não se acertam.

É bom que se diga, contudo, que não há governo que resolva a violência que tomou conta das cadeias, desde que as facções passaram a dominá-las, embasadas numa legislação pífia, perto da criminosa, que protege os direitos dos bandidos, sejam eles tão cruéis quanto puderem ser. Se o CNJ, a OAB e outras instituições quiserem continuar defendendo apenas os direitos dos presos, que o façam. Mas, por favor, não tentem enganar a sociedade.

Nós não temos culpa se o Congresso e o governo brasileiro são fracos, ao ponto de aceitar que os criminosos mandem nas cadeias e façam delas o que bem entendem. Essa culpa não é nossa!  Somos apenas as vítimas…

O LOUCO É MESMO LOUCO?

Alguma coisa não funcionou como o combinado? Especialistas declararam e atestaram que Adélio Bispo, o frio criminoso que tentou matar o então candidato à presidência, Jair Bolsonaro, é louco de rasgar dinheiro e comer cocô. Não pode responder por seus atos, incluindo o de preparar, organizar e, tudo sozinho, tentar assassinar uma autoridade. Internado numa clínica psiquiátrica, começou o problema inesperado. O louco diz que não é louco. O louco não quer tomar medicamentos para loucos.

Os graves problemas psiquiátricos, atestados e que levaram um Desembargador a considerar o réu inimputável, não são aceitos pelo próprio criminoso. Se fosse para uma prisão, ele teria um tempo para cumprir pena e depois estaria solto (se é que não fosse considerado uma prova viva muito perigosa!).

Agora, como doido inimputável, ele pode ficar até o fim dos seus dias trancafiado, como uma condenação perpétua. Sua vítima, o agora presidente Jair Bolsonaro, o aconselhou a abrir o jogo e contar o que realmente aconteceu. Bispo, que nega ser louco e não aceita sequer tomar medicamentos, ouvirá o conselho?

E se ouvir, mesmo contando tudo o que sabe, seu depoimento terá valor, já que é considerado maluco? Vai correr ainda muita água, embaixo dessa ponte!

NA ESTRADA, OUVINDO O POVO…

“Pé na Estrada”. Esse o nome do programa criado pelo presidente da Assembleia, Laerte Gomes, realizado em parceria com os demais deputados, nas diversas regiões do Estado. Na primeira semana em que ele foi realizado, Laerte, acompanhado por parlamentares daquelas cidades, visitaram pelo menos 12 municípios ao longo da BR 429 e da Zona da Mata.

Farão o mesmo nessa semana, priorizando agora o Vale do Jamari e a região de Cacoal. Assim, sucessivamente, sempre que possível, a comitiva liderada pelo presidente da Assembleia vai estar em todas as cidades rondonienses.

O “Pé na Estrada” é uma forma simples – mesmo que cansativa, pelas enormes distâncias percorridas – que os parlamentares encontraram para ouvirem a sociedade, reunirem-se com prefeitos, vereadores, lideranças de todos os setores, captando seus pleitos para serem levados às discussões na Assembleia e à busca de soluções para os problemas de cada comunidade, ao mesmo tempo em que tem subsídios concretos para ações a serem realizadas no segundo semestre. Nas redes sociais, Laerte também tem divulgado a forma carinhosa com que tem sido recebido pela população rondoniense por onde passa.

O FOGO E A ÁGUA: SEMPRE O MESMO FILME

Todo o ano, o filme é o mesmo. Mudam apenas os personagens. O início do verão amazônico marca sempre um crescimento no número de mortes por afogamento, em todas as regiões do Estado e queimadas sem fim, também em diferentes pontos dessa terra rondoniense, mas principalmente em Porto Velho e seus distritos.

O outro  caso é o das mortes em rios, lagos e nos famosos banhos, que superlotam nos finais de semana. Quando maior o calor – e esse ano ele está realmente exagerado – maior o número e pessoas que se afogam.

Algumas são salvas, outras não. Entre os muitos casos registrados, houve um, muito trágico, nesse final de semana. Uma professora estava se afogando no Balneário São Miguel, em Machadinho do Oeste. O irmão dela, também professor, foi tentar salvá-la. Os dois morreram.

O outro filme que ocorre sempre, nessa época do ano, relaciona-se com o aumento doentio das queimadas. Vários carros foram, de novo, incendiados, num depósito da Polícia Civil. Ora, se o fogo já destruiu vários veículos em anos passados, de quem é a responsabilidade de manter o depósito, sabendo-se do risco de queimar tudo de novo?

O que se lamenta é a legislação pífia, que não põe na cadeia – e por longo tempo – os responsáveis por essas queimadas criminosas. Nada acontece a essa gente. E ela volta. No ano que tem mais queimadas. Impunes!

BOLSONARO E OS RONDONIENSES

Desde o final de semana, empresários e autoridades políticas de Rondônia se deslocavam para Brasília. Ontem, vários deles ocuparam os voos de carreira e houve também jatinhos saindo do aeroporto de Porto Velho em direção à   Capital Federal.

São cerca de 30 pessoas, que  nesta terça de manhã estarão sendo recebidas pelo presidente Jair Bolsonaro, numa audiência inédita para representantes do nosso Estado. O encontro foi agendado pelo deputado federal Coronel Chrisóstomo, do PSL, partido do Presidente e um político muito próximo do Planalto.

O vice governador Zé Jodan vai comandar a comitiva, que levará a Bolsonaro, uma série de reivindicações, relacionadas não só com o agronegócio, com a necessidade de duplicação da BR 364; com pedido para que o asfaltamento da BR 319, que nos liga a Manaus, seja priorizada, como ainda pretende levar pleitos que atendem a interesses do Estado e da nossa vizinha Bolívia.

O empresário César Cassol, apoiado por várias lideranças, vai pedir a instalação de dois portos na fronteira com a Bolívia, para facilitar os negócios entre os dois países. Francisco Holanda, empresário do comércio, um dos líderes do movimento, vai falar também em nome dos varejistas. As questões da carne e do leite também estarão na pauta.

ROCHA COMEMORA O ARRAIAL

Pelas redes sociais, o governador Marcos Rocha comemora o sucesso do início do Arraial Flor do Maracujá, a primeira edição realizada desde que assumiu. A maior festa cultural do Estado, pelo enorme público que reúne, começou com uma superlotação no domingo, quando o trânsito ficou tão pesado na avenida Lauro Sodré, que dá acesso ao Parque dos Tanques, que muita gente teve que desistir de chegar ao Arraial, tal a multidão que para lá se dirigia.

O Governador escreveu, em uma de suas páginas: “Conseguimos viabilizar que as crianças brinquem no parque de diversão à vontade, com um ingresso de apenas 3 reais. Somado a isso, o público irá aproveitar a alimentação diversificada, com culinária amazônica e bebidas tradicionais, por preços verdadeiramente baixos”, relatou.

Marcos Rocha também não perdeu a oportunidade para elogiar o secretário que organizou toda a edição deste ano do grande evento. “Parabéns Jobson Bandeira e para todos da Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer pelo excelente trabalho!”, homenageou. O Arraial terá sua quinta noite nesta terça. Encerra no domingo, dia 4, com previsão de um público total em torno de 200 mil pessoas.

PERGUNTINHA

O que você achou das declarações de um dos mais importantes representantes da esquerda sul americana, o ex presidente uruguaio Jose Mujica, reconhecendo que o governo comunista do venezuelano Nícolas Maduro é mesmo uma ditadura?

AUTOR: SÉRGIO PIRES – JORNALISTA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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