Em Linhas Gerais

Petrolão -Quem deve estar de cabelo em pé são “aqueles que andaram sendo financiados por essas empreiteiras de goela grande” por Gessi Taborda

QUESTÃO DE TEMPO

Raupprr22pet.fwÉ claro que nesse momento ninguém vai sair por ai contando o que sabem sobre a (ainda) suposta contaminação das obras hidrelétricas do rio Madeira, no escândalo do “Petrolão”, envolvendo o pagamento de propinas destinadas a políticos, partidos e gente do governo. É uma pena que informações desse naipe só chegam a Rondônia pelo trabalho jornalístico dos grandes veículos da mídia nacional. Nossa imprensa praticamente não investiga (como se gostaria) os grandes casos de corrupção envolvendo os nomes mais graúdos da política do estado e da região.

Ora, se a implementação do Complexo Energético do Rio Madeira teve a liderança de empresas do porte da Camargo Corrêa é deve ser questão de tempo para se constatar tentáculos desse enorme polvo da corrupção descoberto na Petrobrás não deixou de chegar aqui em Rondônia.

AVALANCHE DEVASTADORA

Raupprr22pet.fwQuem deve estar de cabelo em pé diante do perigo da investigação bater nas portas de Rondônia são as “autoridades” do andar de cima, aquelas que concordaram com o programa de renúncia fiscal bilionário em favor desse consórcio empresarial e, também, aqueles que andaram sendo financiados por essas empreiteiras de goela grande.

Ontem um personagem da política comentava que é questão de tempo, e vai aparecer nesse fétido pantanal “gente barbuda da hinterlândia rondoniense e outros não tão barbudos assim”. Essa bola de neve que está atingindo, PT, PMDB e PP (no plano nacional) cada vai mais vai se transformar numa avalanche com capacidade de devastar quem, por aqui, ainda age como verdadeiros caciques desse pedaço.

PIADA DE SALÃO

Raupprr22pet.fwApós a prisão de mais alguns tubarões envolvidos até a medula no “Petrolão”, o PMDB distribuiu uma nota à imprensa afirmando que “repudia as acusações de envolvimento em supostos desvios da Petrobrás”.

A nota é obviamente tem o gosto de uma piada de salão. Garantir que o partido não tem qualquer envolvimento com “supostos desvios na Petrobras” parece mais uma espécie de gozação. Não sei se é para rir ou para chorar.

PESCANDO NO AR

Gafanhoto jovem raw pronto menorAté agora nenhum movimento no sentido de reduzir o imenso volume de servidores comissionados no setor público rondoniense. Esse tipo de “servidor” acaba sendo usado para os esquemas antirepublicanos de desvio de dinheiro pelas frestas da tal folha de pagamentos. Até hoje políticos envolvidos nesse sistema ainda não foram punidos por usar esse ralo do dinheiro público. Mas uma fonte segredou que um verdadeiro tsunami vai recair sobre quem andou recheando de “gafanhotos” as tais folhas em passado recente.

CONCURSO PÚBLICO

olho-azul-grandePara cumprir a lei, gestores públicos precisam usar o sistema de concurso público para as contratações. Hoje em vários órgãos públicos servidores concursos são mínimos em relação ao volume de comissionados e contratados pelo simples sistema do “QI” (quem indica), sempre melhores remunerados do que os servidores de carreira.

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O PRIMEIRO

Porto VelhoParece sina. Mas a cada nova administração de Porto Velho as evidências de que as coisas só pioram não param de aparecer. E assim Porto Velho conseguiu sua primeira vítima fatal com as chuvas: um homem, cantam as notícias, foi arrastado pela enxurrada de um das fortes chuvas do final de semana. Seu corpo foi puxado para um bueiro e só foi encontrado, já sem vida, num igarapé do bairro Teixeirão.

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MUNDO CÃO

cadeiaO cenário bucólico rondoniense acabou de vez. Hoje o que temos é o mundo cão da violência, numa demonstração clara de que a segurança pública é pura falácia e o combate ao crime e a violência vai aos trancos e barrancos.

Assim, a semana começou com cinco tirambaços em Bruno Fernandes de Matos, de 24, fugitivo da Colônia Agrícola Penal, homiziado em casa de parentes no São Sebastião I.

Na sexta-feira houve intensa troca de tiros que terminou em mais um cadáver. A vítima seria um ex-presidiário e seu algoz seria um suposto fugitivo do sistema pena de Porto Velho. Nem nos tempos de garimpo o folhetim urbano da capital rondoniense era tão cheio de sangue. Cadê a polícia para fazer o trabalho não só de repressão, mas também de prevenção da criminalidade que não para de crescer?

SÓ O ALVARÁ???

teatroSejamos realistas: o estado demorou quase 20 anos para concluir a obra do tal Teatro Estadual, agora chamado de Palácio das Artes. Inaugurado dentro do período eleitoral para ajudar a campanha de reeleição do governador Confúcio Moura (e isso, salvo melhor juízo, pode gerar dor de cabeças e um desfecho inesperado para o filosófico Confúcio) numa aparente prática de abuso do poder político, a grande polêmico em torno desse “Palácio” é a inexistência de Alvará de Funcionamento.

Ora, muito mais complexo do que isso é colocar lá um gestor (curador) de alto gabarito em termos de conhecimento do mundo das artes. Sem um nome gabaritado nesse sentido, o Palácio das Artes pode viver como vive hoje a Casa da Cultura, jogada às traças. Teatro só ganha importância se servir de palco para apresentações de qualidade, para épicos.

EXEMPLOS

teatroEnquanto Porto Velho não tratar com seriedade os valores de sua expressão cultural, artística e intelectual, jamais poderemos fazer aqui algo como acontece em Parati (RJ), pequena cidade que fez da literatura seu grande evento, com presença de escritores reconhecidos no mundo.

Enquanto as coisas por aqui não passarem do tal truque de madame, mas maneira de empurrar tudo com a barriga; seremos superados por eventos como o de Parintins (AM) e veremos o prosaico “Flor do Maracujá” ir perdendo espaço como um suposto meio de alavancar o turismo local.

ACREDITE SE QUISER

mauroO Ministério Público deu novamente uma “dura” nessa gestão (???) de Mauro Nazif, exigindo que apresente antes do final do mês um plano e uma garantia de que vai padronizar e arrumar as calçadas (o passeio público) da acanhada capital de Rondônia.

Exatamente por não acreditar numa punição exemplar, certamente não vai acontecer nada. O prefeito já está na metade do mandato e não foi capaz, sequer, de pelo menor acabar com o matagal que toma conta de áreas do “passeio público” em pleno centro da cidade. Agora imagine se vai conseguir desimpedir as calçadas obstruídas por todo tipo de comércio ilegal, além de padronizá-las. Du-vi-de-ó-dó!

O duro é ainda ter de ouvir esse prefeitim que não disse a que veio ir para o rádio com a conversa prá boi dormir de que a cidade avançou em sua gestão. É realmente uma administração (??) do baralho!.

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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