Em Linhas Gerais

Para alivio da nação , o impeachment de Dilma esta chegando- por Gessi Taborda

Gessi Taborda – [email protected]

 FILOSOFANDO

“Inútil fechar os olhos à realidade. Se o fizermos, a realidade abrirá nossas pálpebras e nos imporá sua presença”. Juscelino Kubitschek(1902/1976), Ex-presidente do Brasil.

 ALÍVIO DA NAÇÃO

Para alívio de uma nação atormentada por crimes contra os brasileiros, que vinham sendo cometidos há muito tempo por uma poderosa e inescrupulosa gangue de bandidos, o veredito do julgamento no Senado sairá hoje. A sentença já era esperada.

Contudo, cabe a todos nós, brasileiros, entender que este desfecho não acabará com todo o mal que esses “donos do Poder” fizeram ao país. Sempre restará, por mais exemplar que seja a punição, alguma semente a germinar o solo enquanto não se combater a daninha mentalidade petista de nossas plagas.

Nunca será tarde demais para esquecer as toscas figuras petralhas que exerceram o Poder nas instituições do governo (até no município) refletindo, como tão bem sentimos aqui mesmo na nossa província, o espírito totalitário, a cegueira intelectual e política, ora como personagens de “O Grande Ditador” ou do conto do Ali-Babá e seus 40 ladrões. Que o povo brasileiro, com a importante ferramenta do voto, se limpe da inédita sujeira com que o conspurcaram.

 TEM OU NÃO?

Ditado antigo sempre garantiu que “gato escaldado tem medo de água fria”. Lula disse por mais de uma vez que não tem medo de ser preso. Ora, é só fanfarronice. Afinal, como é do conhecimento geral, o petista tem procurado escapar dos investigadores da Lava Jato, bem como do juiz Sergio Moro.

Como parece ser práxis dos petistas mais antigos, eles agem como quem acredita ser intocável. É (só para exemplificar) o que acontece agora em relação a Roberto Sobrinho que mesmo inelegível por decisão judicial, insiste em ser candidato a prefeito de Porto Velho, como se a Justiça não fosse capaz de tirá-lo da disputa.

 FECHANDO

No caso de Lula (e é bom lembrar que Roberto é muito menos influente e poderoso do que o ex-presidente) o cerco está se fechando sobre ele e seus familiares. A imagem do todo poderoso guia-espiritual do petismo mostrada pela TV durante o julgamento do impeachment no Senado mostrou uma figura cabisbaixa e pensativa, como se tivesse jogado a toalha no caso de Dilma.

Enquadrado pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, Lula classificou a medida como um factoide.

 E ROBERTO?

O candidato do PT portovelhense age em relação às sentenças judiciais que determinam sua inelegibilidade, mesmo sem fazer declaração pública desse teor, como se elas também não passassem de factoides jurídicos e continua na campanha. Aparecendo na TV, desmente a informação de que houve determinação da supressão de sua propaganda eleitoral na mídia televisiva. O tempo vai mostrar, com certeza, que nem o candidato petista e  nem o guru petista de São Bernardo são intocáveis e estão acima das leis.

 NULAS

Embora tudo pareça como dantes no quartel de Abrantes, ontem mais uma de nossas fontes jurídicas afirmava que diante da sentença de inelegibilidade contra Roberto passar por decurso de prazo, as chances de reverter essa situação são praticamente nulas. Insistir em continuar numa disputa para a qual não está habilitado legalmente, disse uma das fontes, serve apenas para irritar integrantes do Judiciário com os quais terá de se explicar inexoravelmente no futuro próximo.

MEU DEUS!

Foi com resignação que deixei de assistir canais da TV a cabo e encarei num canal local (ruim prá Dedéu) o horário eleitoral gratuito (rárárárá) sob, diz o texto do TRE, a responsabilidade dos partidos.

É aquela política de 50 anos atrás. Nada de novo, nada mesmo e a farinha é a do mesmo saco. É falando de pontos de ônibus sem cobertura (como se isso fosse o grande problema da cidade), e outro dizendo que não fez mas, com um novo mandato vai fazer… Meu Deus! Quanta mendicidade!

 MUDOS

Ninguém falou ainda da lamentável posição de Porto Velho no Ranking das cidades do Brasil, divulgados pelo Datafolha e repercutidos na Coluna. A nossa capital aparece como a pior do país e nem assim os adversários de Nazif exploraram a notícia. Estão no beabá da política.

 FRANCISCANA

O volume de carros adesivados com a propaganda de reeleição do prefeito Mauro Nazif é, de longe, o maior da cidade. Levando-se em conta a dificuldade de arrecadação de recursos das demais campanhas, imagina-se que o prefeito está sendo bancado por recursos próprios e doações de amigos. Até ontem a informação de fontes enfronhados no mundo da disputa eleitoral era de que nenhum candidato tinha conseguido arrecadar o seu primeiro milhão. Todos registravam contribuições de no máximo seis dígitos até o fim de semana. Por ora, a campanha anda bem mais pobre do que se esperava: está franciscana.

 APATIA

É possível que o julgamento do processo de impeachment de Dilma termine nas primeiras horas dessa quarta feira. O assunto foi acompanhado com frieza pela maioria da população. Imaginava-se que o desfecho do julgamento de Dilma provocasse uma explosão de discussões políticas e públicas. Longe disso, o que se observa é um silêncio apático. A maioria parece não se importar com o que rola no Senado. Talvez por que já se sabia de antemão qual seria o resultado. Ou porque não se acredita em mudanças reais com a troca de presidentes.

 COINCIDÊNCIA

Marcada para 12 de setembro, a posse em Brasília da nova presidente do STF, Cármen Lúcia, deve coincidir com uma das sessões mais agitadas do ano na Câmara Federal: a votação da cassação de Eduardo Cunha.

 APOSTAS

Em uns poucos bares da cidade já começam a funcionar as bolsas de apostas em quem vai para o segundo turno na disputa da prefeitura de Porto Velho. Pode parecer meio surreal, mas é grande o número de apostadores colocando todas as fichas em Leo Moraes…

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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