Em Linhas Gerais

O que você encontra no blog do governador metido a escriba e cronista? Um mero blábláblá de nenhum proveito.

PARA PENSAR

Dilma é dura de entender: o STF que tira da cadeia empreiteiros corruptos precisa é de uma faxina, e não de um Fachin.

 A PUNIÇÃO DA TORPEZA

PTTHá um consenso hoje entre a maioria do eleitorado de Porto Velho de que o longo domínio do PT no comando da Capital será sempre lembrado pelo montante de maldades e prejuízos praticados contra a população portovelhense (e por tabela, contra toda Rondônia), naquilo que alguns chamavam de gestão de Roberto Sobrinho, personagem apelidado de prefeito Ali Babá por José Hermínio, político que até hoje atua como o “el Cid” no combate a corruptos.

Essa parcela incomodada com o império da corrupção petista em Rondônia certamente ficou mais esperançosa de que a punição exemplar dos soturnos personagens vai acontecer. Afinal, o anúncio da condenação de Epifânia Barbosa e Edison Silveira, ex-secretário da gestão de Roberto Sobrinho, é a clara demonstração de que quem meteu a mão na cumbuca certamente caminha a passos largos para o xilindró.

 ALÉM DOS BAGRINHOS

EpifaniaEpifânia e Edson são apenas bagrinhos no pântano da corrupção que funcionava como praxe na gestão petista. Para se chegar aos tubarões da quadrilha que, segundo as várias denúncias (especialmente as feitas pelo deputado José Hermínio), se instalou na prefeitura sob o comando de Sobrinho, deverá demorar mais um tempo. Claro que o comandante da ladroagem, que imprimiu a forma patrimonialista no longo período da (vá lá!) gestão, deve ser atingido pela Justiça como seus asseclas.

Afinal, se não se apossasse dos recursos públicos com um caráter particular, como propriedade do grupo, o tal Ali Babá, de origem paupérrima, não chegaria ao final dos 8 anos como um sujeito rico que hoje pode ostentar a vida nababesca de quem chutou o pau da barraca da pobreza, da vida humilde.

 DESATINOS

ALEUMOs deputados estaduais nunca tiveram tamanha oportunidade para discutir seriamente a crise rondoniense. Este é o momento de mostrar se estão a favor do eleitorado ou simplesmente comprometidos com a blindagem do governador (cassado pela Justiça Eleitoral), investigando responsabilidades pelo aprofundamento da situação de quebradeira que vai comprometendo as perspectivas de desenvolvimento e, também, colocando num risco enorme a segurança pública rondoniense.

 CADA VEZ MAIS GRAVE

vergonhaFechar 50% das delegacias de polícia na capital, reduzir drasticamente o volume de combustíveis para a frota de radio patrulhas e demais veículos da Segurança Pública, isso sem se falar na redução de munição para os armamentos destinados aos policiais não é apenas mais um desatino do bizarro governo. É, isso sim, a confissão de Rondônia está quebrada.

Se isso não for o bastante para deixar os deputados estaduais preocupados, não será a denúncia feita recentemente pelo deputado Hermínio Coelho, de que o governo está cobrando propina de fornecedores para quitar faturas vencidas de 50%. Se os deputados não estão motivados a uma ampla investigação do governo, os integrantes do Ministério Público são a derradeira esperança de que esses desatinos tenham um ponto final.

 MENOS POLICIAIS

vergonhaCom a redução de combustível, a redução (pasmem!) de delegacias funcionando e até de armamento e munições, certamente haverá ainda uma redução muito maior no número de policiais (que já é mínimo) nas ruas da capital. Certamente a bandidagem vai agir com mais desenvoltura e o cidadão terá ainda menos segurança, que é seu direito e obrigação do estado.

Pelo que consta, várias delegacias de polícia não abrem à noite. E (pasmem de novo!) algumas funcionam (quando funcionam) à noite com portas fechadas. Enquanto os cidadãos-contribuintes-eleitores batem com a cara na porta dessa segurança falida, os bandidos fazem a festa. Assaltam tranquilamente, dão tiros à vontade e o povo (ora o povo) se recolhem às suas casas, como se houvesse um toque de recolher, principalmente nos bairros da periferia.

 SAFANAGEM EM DEMASIA

vergonhaO governo de Dilma Rousseff criou o slogan “Brasil, Pátria Educadora”. Para efetivá-lo, fez com que o MEC liberasse R$ 135 milhões para a realização do filme “Zé Dirceu, o guerreiro brasileiro”, que é considerado pelo PT importante para a cultura do brasileiro, mas, por outro lado, cortou o orçamento do Financiamento Estudantil (Fies). Pergunto: como aguentar tanta safadeza? Onde está a União Nacional dos Estudantes (UNE), pelega, que se cala?

 NINGUÉM SABE

ALEUMAndei perguntando para alguns deputados o que sabiam sobre o valor e o destino dos royalties destinados pelas hidrelétricas que geram energia com as barragens do Rio Madeira e nenhum deles soube explicar nada. Certamente essa grana toda não está sendo usada em nenhuma obra de infraestrutura do município ou do estado. Tudo continua como antes com as verbas das compensações. Gastou-se grana na compra de viaturas de luxo para o poder público e para obras estruturantes não houve compensação nenhuma. Alguém precisa mostrar para onde está indo o volume milionário dos royalties.

 SORTE MAIS CARA

O aumento acima da inflação dos preços das loterias tem uma única finalidade: pagar o aumento do Fundo Partidário. É lógico. Não tem caixa para fazê-lo.

 BABAQUICE

Charge2O que você encontra no blog do governador (cassado pela Justiça Eleitoral) metido a escriba e cronista? Um mero blábláblá de nenhum proveito. Ele na verdade deveria ficar de boca fechada. O “filósofo” já extrapolou no direito de falar pelas mal traçadas. Ele é o principal responsável pela situação em que se encontra o nosso querido estado: uma verdadeira m…

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 RASGANDO SEDA

Eleicoes1Na medida em vamos nos aproximando de 2016, quando ocorrerão eleições municipais, os vereadores vão desempenhando o “duro trabalho” de rasgação de seda, com as indefectíveis moções de aplausos perfeitamente dispensáveis. E nessa semana foi  Maria Negreiros, vereadora do PMDB, quem fez seu mise en scène tendo como foco taquigrafas da própria Câmara Municipal e comerciante do “Mercadinho Meu Pedacinho de Chão”.  Parece se tratar de uma vereadora perfeitamente dispensável.

 BOCA NO TROMBONE

 JesuinoDenúncia muito grave, que precisa ser devidamente investigada antes que isso se transforme num novo escândalo rondoniense. O autor foi o deputado Jesuino Boabaid que responsabilizou o Comando Geral da Polícia Militar por impor aos praças e subordinados o regime de escravidão. Segundo o parlamentar – que é oriundo da caserna – os policiais são obrigados a trabalhar além da carga horária, “sem receber nenhuma remuneração”. O Comando da PM não se manifestou até o fechamento da coluna.

 FRAUDES BATEM RECORDES

Olho vivoSegundo dados do Serasa, no mês de março de 2015 as tentativas de fraudes contra o consumidor brasileiro bateram recordes no País. Foram mais de 183 mil tentativas e o setor de telefonia registrou o maior número. Além da telefonia, o segmento de serviços sofreu o segundo maior número de tentativas de ataques no terceiro mês do ano, incluindo construtoras, imobiliárias, salões de beleza e empresas de pacotes turísticos.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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