Resenha Politica

O país assiste atônito a um Congresso Nacional derreter no fogaréu das denúncias de malfeitos envolvendo os seus principais líderes

ESPERTEZA – O país assiste atônito a um Congresso Nacional derreter no fogaréu das denúncias de malfeitos envolvendo os seus principais líderes. A esperteza anterior dos congressistas tem se transformado em ações dissimuladas que agridem a inteligência brasileira. A pauta senatorial da semana é exclusiva na tentativa de safar a cara do senador Aécio Neves, neto do astuto ex-senador Tancredo Neves. Uma frase dita pelo ex-senador mineiro, de saudosa memória, cai como luva sobre o neto: “A esperteza, quando muita, come o dono”.

FANTASMA – Aécio Neves é um morto-vivo da política nacional, enquanto Tancredo Neves, embora morto, viverá sempre na memória da boa política brasileira. O neto esqueceu de uma frase de cabeceira do avô que “na política é difícil distinguir os homens capazes, dos capazes de tudo”. Aécio tem comprovado que nossos congressistas são capazes de tudo para se safarem.

DESGASTE – Os senadores rondonienses que votarem a favor dos interesses menores do colega mineiro vão sofrer desgaste nas suas imagens (não andam boas nas fotos) incalculável. Mas, podem ficar certos, porque em 2018 vão ser cobrados, quando o tema da lei e ordem entrar na pauta eleitoral. Apostar na amnésia coletiva é jogar com a sorte, especialmente em tempos de mídias sociais ditando as regras das campanhas eleitorais.

IRRITAÇÃO – O senador Ivo K-SOL (PP) tem revelado aos colegas parlamentares que é candidatíssimo ao Governo de Rondônia. Nessas conversas, tem manifestado irritação com esta coluna por registrar em mais de uma vez que dificilmente o senador consegue o registro junto ao Tribunal Regional Eleitoral por constar no rol dos políticos judicialmente enquadrados na lei da ficha suja.

SANGRAMENTO – A irritação do senador pepista neste momento é descabida uma vez que caberá ao TRE definir a situação, e não à coluna. Ele (senador) alega que, mesmo sendo derrotado na corte eleitoral rondoniense, disputará o pleito com uma liminar e critica que a coluna não explica tal possibilidade. Por este ângulo o senador tem alguma razão, mas cada coisa a seu tempo. Este não é o momento de avaliar eventuais sangramento eleitorais. Cada coisa a seu tempo…

AMBIÇÃO – O vice-governador Daniel Pereira (PSB) começa a se movimentar nos bastidores na tentativa de se viabilizar como candidato a candidato a governador. Para que consiga êxito na empreitada pressiona o governador Confúcio Moura à renúncia ao cargo para ser candidato ao Senado, conspira contra as objeções partidárias de Valdir Raupp em ceder uma vaga a Moura e tenta se desvencilhar do compromisso assumido em apoiar Acir Gurgacz. Uma equação difícil de fechar para que a ambição do vice de vir a ser titular seja realidade.

BALÃO – Estamos praticamente a nove meses das eleições e é um período de muita conjectura sobre os cenários das eleições estaduais. Nomes que aparecem por aí, em particular nas mídias sociais, como prováveis candidatos, não passam de balão de ensaio. Na hora das definições a maioria comentada atualmente cai no esquecimento.

RETROCESSO – O governo Michel Temer faz qualquer negócio com os deputados federais para manter o mandato, após o MPF propor a segunda ação contra o presidente, o que pode acarretar no afastamento pela Câmara Federal. Por imposição da bancada ruralista, e para manter o mandato, o presidente editou uma portaria livrando os ruralistas flagrados com a prática análoga ao trabalho escravo de sanções imediatas. A portaria é um retrocesso ao que anteriormente vigia.

CRISE – A suposta crise entre o presidente da república Michel Temer e o presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia, segundo o que avaliam observadores políticos brasilienses, é artificial. Na hora de colocar em votação a denúncia contra o presidente, Maia vai salvar Temer. Os “desentendimentos” entre ambos nas últimas 72 horas foram combinados para que Maia não sofra maiores desgastes, já que o deputado é provável candidato ao Governo do Rio de Janeiro. Crise de verdade somente a falta de vergonha!

TUMBA – Desde que Jair Bolsonaro abriu a tumba da intolerância e o discurso moralista que não aguenta um cotejo com a realidade, uma multidão de “belzebu” retornou à vida para assombrar quem ousa defender o que resta de liberdade de expressão (incluíndo aí artística). Quem conhece a história e sabe distinguir arte de ignorância não tem medo de enfrentar os “tenentes” dos exércitos infernais e desmascarar seu general maior que almeja transformar o Palácio do Planalto em inferno. Vade retro satanás!

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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