Resenha Politica

Há em andamento várias investigações abertas em Rondônia,, há qualquer momento a casa pode cair- por Robson Oliveira

DESVIOS – Um balanço do setor público relativo ao desperdício de recursos por malfeitos dos senhores prefeitos, divulgado nesta terça-feira (10), aponta que os desvios de recursos públicos nos municípios são imensos, exatamente onde deveriam chegar como serviços à população mais carente. Norte e Nordeste são as regiões onde os alcaides surrupiam mais e, Mirante da Serra (RO), foi onde se constatou entre 2014 a março de 2017 os índices mais aberrantes. Segundo o relatório, o desvio de recursos públicos foi quase o valor total da arrecadação do município. Não foi pior porque os responsáveis foram apeados das funções que exerciam em ação forte dos órgãos de controle.

ALVOS – Há em andamento, conforme fontes da coluna, várias investigações abertas em Rondônia sobre malversação no setor público. Em alguns casos, de acordo a mesma fonte, os prefeitos e ex-prefeitos são alvos de procedimentos investigatórios. Deduz-se que, a qualquer momento, estes fatos venham à tona. E ao que tudo indica podem alcançar outras autoridades. É uma questão de tempo.

BAIXARIA – A troca de acusações públicas entre os senadores Acir Gurgacz (PDT) e Ivo K-Sol (PP) deixou os meios políticos perplexos com o baixo nível de ataques e contra-ataques. Os dois são declaradamente prováveis candidatos ao Governo de Rondônia – embora o pepista esteja supostamente impedido de registrar a candidatura por razões judiciais – e o clima de beligerância instalado é um indicativo de que a campanha tende a descambar para níveis reprováveis.

RECIBO – Para surpresa dos observadores políticos, após uma enorme mobilização dos taxistas e proprietários de vans em Ji-Paraná, o grupo Eucatur, de propriedade da família do senador Acir Gurgacz, em propaganda em horário nobre na TV Rondônia, filiada da Globo, passou o recibo do golpe dado por K-SOL ao veicular uma propaganda defensiva que expõe exatamente o ponto nevrálgico da querela, o suposto transporte ilegal de passageiros intermunicipais. Surpresa porque utilizou no VT taxativamente a palavra ilegal, em vez de tratar a questão como uma simples falta de regularização. A propaganda do grupo se enquadra na frase: a emenda foi pior que o soneto.

RINHA & SERPENTÁRIO – Esta briga entre os dois senadores não é boa para nenhum deles. Ambos não perceberam que o eleitor está “P” da vida com os políticos em razão da corrupção e devido à falta de compostura do Congresso Nacional. Quem analisa a política com um mínimo de isenção pode intuir que é um abraço de afogados, ou seja, ao persistir o clima bélico, ninguém sairá vencedor. Os estragos provocados por esta rinha ou este serpentário atingem inclusive quem não tem nada com a briga.

OUTSIDER – Há quem aposte que o ambiente eleitoral de 2018 esteja tão contaminado pelos malfeitos que o eleitor possa rejeitar a maioria dos nomes conhecidos na política estadual e optar por alguém fora do establishment. É uma possibilidade, visto que na política nada é impossível.

MATURIDADE – No entanto, não é uma tarefa tão simples assim como preconizam os ideologicamente engajados por alternativas imediatistas, pois o ‘novo’ tem que ser alguém com o mínimo de expertise política para administrar a máquina pública e maturidade para lidar com as amarras e as contradições da própria política. Isto sem falar num legislativo que a cada legislatura vai de ruim a pior. Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém na medida em que o “novo” pode surgir com velhos ranços de origem.

PODEMOS – A crise política e moral que afetou os partidos em geral tem parido “novas” legendas que de novo não têm nada, exceto a forma de tentar ludibriar o eleitor com palavras desconexas e apelos midiáticos. PODEMOS, por exemplo, é nada mais que o ex-PTN, partido que tempos recentes elegeu Celso Pitta prefeito de São Paulo e que foi considerado o pior alcaide paulistano de todos os tempos. Quem acessar o Google no nome Pitta constará o rol de desvios ligados a precatórios que o antecessor do PODEMOS fez.

ANTECEDENTES – É uma legenda que nada tem a ver com o PODEMOS espanhol. Aquele (PODEMOS da Espanha), foi um movimento criado por intelectuais de Madri, em 2014, no auge da crise espanhola, para opor-se aos cortes com gastos públicos que estavam sendo levados a cabo como consequência da crise econômica que atravessava o país. Um partido com coloração de esquerda. Enquanto que o partido homônimo tupiniquim defende exatamente o oposto: “Nós Pode” privatizar geral e cortar os gastos no setor público. O que o eleitor não pode e não deve é entrar nessa onda.

LIVRES – Mais uma legenda que se apresenta como moderna, e é tão velha quanto as propostas que fundamentam a criação partidária. Anteriormente fundado de nome PSL, tem como principal proposta a menor participação do Estado na economia e credita que o mercado, dominado por este empresariado atolado até a alma na lama que assola o mundo político, é capaz de resolver todos os problemas. Esquece de dizer que empresário brasileiro é, em sua maioria, predador e quer ganhar mais e mais. Não raro, corrompendo agentes públicos para obter vantagens indevidas. A Lava Jato vem trabalhando com afinco, entre erros e acertos, para que as tetas governamentais fiquem livres da fome insaciável de um empresariado capaz de voltar a delinquir e amealhar riquezas fáceis.

ENGODO – A situação política do país é tão delicada que não há muitas saídas milagrosas, embora haja nas diversas agremiações partidárias gente de bem que se possa votar. Mas ninguém está livre das propostas mais mirabolantes e sem nexo dos salvadores da pátria que eventualmente aparecem em crises agudas. Não há outra saída senão na política e o eleitor precisa é separar o joio do trigo para não se arrepender depois. Olho vivo no “novo” que pode esconder na forma o velho engodo da prática.

CHANCES – Embora venha alimentando desde 2014 disputar as eleições para o Governo de Rondônia, o deputado estadual Maurão de Carvalho (PMDB) dificilmente consiga uma legenda estruturada no estado capaz de alavancar sua pretensão. Esta coluna foi a primeira a alertar no início do ano – na época assessores do parlamentar zombaram da coluna – que o PMDB não homologaria o nome do parlamentar. Tudo se encaminha para que em 2018 os peemedebistas apoiem um nome de outra legenda, já que as lideranças do PMDB fazem conta e sabem que as probabilidades de um naufrágio eleitoral com Maurão sendo o timoneiro são enormes. As pesquisas preliminares confirmam.

TRAIÇÃO – Maurão anunciou que vai exigir do PMDB uma decisão imediata e, em reservado, se queixa de uma suposta traição. Pura lorota. Ninguém de bom senso abraça uma candidatura fadada a priori ao fracasso. É verdade que política é como nuvem e muda constantemente. O problema é que em três pesquisas consecutivas os percentuais obtidos pelo deputado não são animadores já que na base governamental há outros nomes mais promissores eleitoralmente. Pode ser que em 2018 Maurão consiga melhorar os percentuais e convencer o PMDB a homologar seu nome. Exigir agora uma definição é prematuro. Para tentar apressar a definição manda publicar fotos flertando com dirigentes de outros partidos. O engraçado é que tais dirigentes, igualmente ao PMDB, têm projetos próprios e Maurão de Carvalho não se enquadra neles. Depois fica choramingando que é traído.

DESGASTE – A Câmara dos Deputados vai analisar e vota mais um pedido de autorização para processar o presidente Michel Temer durante estes dias. Todos sabem o resultado caso não haja uma mudança inimaginável de insurretos de última hora. Contudo, as atenções do eleitor estão voltadas para os seus representantes. Membros da bancada federal que tem apoiado o desgastado Temer tem sofrido com protestos em todos os eventos públicos. A tendência é piorar na medida que aproximam as eleições. O desgaste tem sido devastador. Marcos Rogério (DEMO), Expedito Neto (PSD) e Mariana Carvalho (PSDB) votaram contra Michel Temer na primeira denúncia. Tudo indica que manterão a mesma posição. Os demais vão sofrer com as vaias.

ACESSOS – A coluna tem alcançado números de acesso expressivos, conforme relatório do provedor. Este cabeça chata agradece a cada leitor (a) que perde um pouco do seu tempo para ler essas maltraçadas linhas. Nem todos concordam com nossos comentários, o que não diminui nossa gratidão a cada internauta. Obrigado!

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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