Em Linhas Gerais

O mistério da Irma que não era a “La Douce” causa tititi no meio político – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“A covardia é a mãe da crueldade.” MONTAIGNE (1533/1592). Foi jurista, político, filósofo, escritor, cético e humanista francês, considerado como o inventor do ensaio pessoal. Nas suas obras analisou as instituições, as opiniões e os costumes, debruçando-se sobre os dogmas da sua época e tomando a generalidade da humanidade como objeto de estudo. Seu nome de batismo era Michel Eyquem de Montaigne. Como teve um tutor que só lhe falava em latim, Montaigne tinha nesse idioma sua segunda língua materna.

MALOGROU

Primeira coluna de setembro e já posso anunciar aos leitores, principalmente aos que se solidarizaram com este escriba; que a covarde perseguição montada pelos beleguins do Legislativo (com apoio – quem diria – do presidente da Casa) objetivando impedir a tramitação normal do meu processo de aposentadoria fracassou. Eles não conseguiram manchar as mais de três décadas de minha vida como servidor o Legislativo. A aposentadoria está na reta final. Agradeço a todos que contribuíram para reduzir a pó a perseguição.

OBJETIVO

A “sindicância” que inventaram foi arquivada. Tiveram de reconhecer a inexistência de qualquer processo administrativo na minha vida funcional. A maldade desse pessoal é imensa. Pensavam – isso mesmo – conseguir um meio de me exonerar, impossibilitando minha aposentadoria, mesmo diante do fato de que meu tempo de contribuição supera os 40 anos. A maldade desse pessoal, liderado por um sujeito que se vangloria de sua influencia religiosa numa igreja do estilo messiânico, não tem limites.

RONDÔNIA NÃO MERECE

Que perigo corre Rondônia  se mais um pascácio chegar ao governo do Estado? No caso da tramoia montada para retaliar esse jornalista que não reza na cartilha dos “donos” da ALE tudo aconteceu – dizem fontes – graças à covardia do “líder” diante da exigência de parte do baixo clero. Todos os capítulos dessa manobra mafiosa serão revelados no tempo próprio.

MISTÉRIO

Num filme estrelado em 1963 pelo incomparável Jack Lemmon, a prostituta Irma La Douce (na interpretação de Shirley Maclaine) acaba brigando com seu cafetão Nestor (vivido por Jack), sumindo de Paris. Agora outra Irma alimenta um desfecho misterioso que motiva um autêntico tititi nos desvãos do parlamento estadual.

Todo mundo tenta descobrir motivos para seu sumiço. Até parece roteiro adaptado da imortal comédia romântica que chegou a ganhar o Oscar em 1964. Num esboço do roteiro falou-se em disputa eleitoral no ano próximo, em caminhonete de luxo e (pasmem!) cirurgia plástica. Como “a maldade dessa gente é uma arte” como escreveu Noel Rosa, certamente outras revelações virão para a elucidação do mistério.

SIFU

Difícil saber o que Rondônia poderá esperar seus “aspirantes” ao Poder a partir de 2019. E o que falar do nosso país com esses governantes denunciados, investigados e processados por todo tipo de corrupção.

É preciso muita corrupção para doar uma região cheia de ouro, nióbio, cassiterita, madeira, água, todas as riquezas que é possível imaginar. Por quanto tempo mais vamos ter essa gente no poder do país?

PALAVRA DO MINISTRO

“Esse distritão misto é uma indecência. A toda prova. È destinado a manter a  reeleição de quem já está lá”. Frase magistral do Ministro Luiz Fux condenando os mandatos decididos longe do povo.

DOCILIDADE

Alguém consegue explicar por que a mídia rondoniense (salvo as raríssimas exceções) não têm uma atuação combativa em relação ao Legislativo e ao Executivo estadual?  Ora, é simples. Basta verificar a montanha de dinheiro pública gasto em publicidade (mera propaganda mentirosa) oficial mantendo a mídia dócil e amestrada com os “donos” desses poderes…

BABAQUICE

Está mais do que claro. Outra vez Maurão repete os erros do passado. Trombetear – como se isso fosse um troféu – o suposto convite para filiar-se aos tucanos, destacando que a “honraria” partiu de um parlamentar sem nenhuma influência na direção do partido apenas realça que não existe qualquer segurança na pré-candidatura do deputado para o governo.

Se tivesse a mais remota chance de ter sob sua batuta o PSDB rondoniense, Maurão seria convidado por um dirigente nacional com o aval de lideranças locais. No mínimo o convite viria de Mariana Carvalho ou de Expedito Júnior. Se ficar claudicando e pulando de galho em galho, o deputado-pastor corre o risco de ficar sem legenda para qualquer coisa. O parlamentar vai terminar sua gestão sem dizer se é populista ou reformista.

GASTO DESNECESSÁRIO

Deputados estaduais tentam garantir a reeleição usando ao máximo o truque de madame das emendas parlamentares. Destinam emendas para tudo e se posicionam como os reais “executivos” no lugar do governo confuciano.

Pena que não deixam de ser perdulários nunca. Agora mesmo, a título de ver como funcionou a CPI do Friboi em Mato Grosso, estão se organizando para viajar ao vizinho estado com – é claro – todas as despesas custeadas pelo contribuinte rondoniense.

Até parece que os deputados de Rondônia não acreditam que todas as informações sobre a tal CPI (que por aqui não vai dar em nada) poderiam ser conseguidos pelas ferramentas das mídias sociais a custo zero.

É DE LASCAR

Ultimo dia do mês de agosto. Um gritante exemplo de a situação de deboche contra a cidadania deverá continuar sem nenhuma consequência. Pois é, na quinta-feira, bem em frente à sede do Poder Legislativo, no estacionamento devidamente sinalizado, uma caminhonete L 200 cor prata, de placas ATG 1789, ficou horas estacionada (na parte da manha) em cima da “zebra” da vaga reservada para idosos e cadeirantes.

NEM AI

Até parece que a Assembleia não tem um enorme quadro de segurança que poderia, no mínimo, chamar as autoridades de trânsito e o guincho para resolver a situação. A coluna descobriu que a L200 é de propriedade de Elisabeth Matos de Oliveira, que mora na rua Mané Garrincha, 3326. Se o pessoal não respeita o estacionamento da sede de um poder constitucional, vai respeitar o que?

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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