Em Linhas Gerais

O jeito PT de governar: A elite do partido vivendo no luxo, e distribuindo migalhas para o povo que passam fome, frio, e com doenças- por Gessi Taborda

PARA REFLETIR

“A que ponto chegamos… Um presidente como Itamar Franco jamais assinaria esta nomeação. Mas a presidente Dilma é diferente. Julga-se acima da lei e da ordem, do bem e do mal. Trata-se de um caso psiquiátrico, que nem Freud explicaria”. Carlos Newton Leitão de Azevedo, jornalista carioca da velha guarda, com passagem pelas principais redações cariocas.

É DO BARALHO

O novo secretário executivo do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique Oliveira é alvo da Operação Zelotes, que apura suposto esquema de compra de medidas provisórias nos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Oliveira é citado na investigação como possível elo, no governo federal, dos lobistas suspeitos de “comprar” medidas provisórias.

E O NATAL CHEGOU

Até que foi rápido. Hoje é véspera de natal. Como já previmos aqui mesmo na coluna, chegamos à data de hoje, prontos para mais uma virada de ano, em meio a tantos desafios, alguns assustadores. Meu desejo é que possamos aproveitar a união e a partilha que ocorre nessa ocasião. Que a paz e a esperança imperem em cada lar. Que, ao lado de nossos familiares e amigos, possamos experimentar momentos de felicidade e de harmonia.

MEQUETREFES

Não adianta pedir a Papai Noel alguns heróis para salvar a pátria que, como nunca se viu, vive as dores dos escândalos de corrupção e rombos do erário, patrocinados pelos dirigentes públicos mequetrefes que incompreensivelmente deitam e rolam em nosso país, a grande maioria beneficiada pela impunidade, praxe de longos e longos anos na vida de nossa pátria.

Mas nem sempre foi assim nesse país que já chegou a ter no seu comando uma criança, como registra nossa história.

DEFENSOR

Pedro I entregou uma criança, de apenas cinco anos para ser nosso “Imperador Constitucional e Defensor Perpétuo do Brasil”. Pedro II assumiu o poder de fato aos 15 anos. Bem mais novo, como se vê que o “poste” inventado por Lula.

Por sua postura equilibrada, o estadista brasileiro jamais se deixou confundir com o mito português de D. Sebastião, que teria sido morto aos 24 anos na Batalha de Alcácer-Quibir, no norte da África. Expulso do país, não assumiu o estilo de herói. A República Brasileira, porém, conseguiu criar seus mitos. Na versão tupiniquim, construímos nosso próprio sebastianismo.

HERÓIS CARICATOS

Ocorre que o ‘mártir da independência’ não conquistou a liberdade. Foi enforcado e esquartejado. ‘A redentora’, um ano depois de redimir, também foi expulsa do país. O ‘pai dos pobres’ governou sob ditadura e não acabou com a pobreza. Suicidou-se. O ‘varre-varre, vassourinha’ não varreu nada. Renunciou. O ‘caçador de marajás’… A ‘mãe do PAC’…

Lula de cara legou ao país “o mensalão” e Dilma está se debatendo nesse cenário de pixuleco. E mesmo assim nós, pelo visto, iludidos mais teimosos, continuamos em busca de heróis.

PRECISAMOS APRENDER

Não há dúvidas de que o país precisa e carece hoje de líderes, que, com postura republicana e motivadora, apontem o caminho e levem o Brasil a um efetivo desenvolvimento e prosperidade. Erramos todos os brasileiros, não obstante, quando esperamos um novo mito, alguém que, em um passe de mágica, resolva os nossos problemas. Sinto muito. O sebastianismo não nos livrará de continuarmos essa marcha que não vai dar em lugar algum, que não vai nos tirar desse atraso terceiro-mundista.

ATENTA E ATUANTE

Da atual crise e de suas consequências, talvez uma boa lição possamos tirar. Não há resultado sem esforço, não há sucesso sem trabalho. Quanto mais atenta e atuante estiver a sociedade, melhor será nossa política e democracia. Urge uma participação maior de todos em todas as esferas. Não de segmentos apenas. Repito, de todos. Da atual crise e de suas consequências, talvez uma boa lição possamos tirar. Não há resultado sem esforço, não há sucesso sem trabalho. Quanto mais atenta e atuante estiver a sociedade, melhor será nossa política e democracia. Urge uma participação maior de todos em todas as esferas. Não de segmentos apenas. Repito, de todos.

PARTICIPAÇÃO

Essa participação se dará com manifestações como as realizadas neste ano, mas vai muito além. Com os pais atuando nas atividades escolares de seus filhos. Com o engajamento da comunidade nos conselhos de segurança em suas regiões, ajudando a polícia em ações de prevenção e alerta. Com o cuidado do motorista com os pedestres, do jovem com os idosos. Com as ações sociais.

Cada um precisa fazer sua parte. Infelizmente, isso exige empenho, disposição que nem sempre nós os brasileiros temos mostrado até aqui. Herança talvez dessa cultura lusitana de espera, do Estado provedor. É uma mudança paulatina, cultural, que se dará passo a passo. Mas que é necessária. É preciso iniciá-la. E ela começa por mim, por você, por todos nós.

COISA DE POLÍTICO

A Deputada Estadual, do Paraná, Maria Victória (PP) causou polêmica ao defender o corte de R$ 10 bilhões nos recursos do Bolsa Família, proposto pelo pai da parlamentar, o Deputado Federal Ricardo Barros (PP) na proposta orçamentária  de 2016. No entanto, a mesma deputada, que acha que o governo repassar R$ 77 reais a famílias carentes é “dar o peixe e não ensinar a pescar” votou a favor do auxílio moradia para o judiciário de R$ 4 mil reais, aquele que é conhecido como “Bolsa Miami”. Para ela, bolsa terno pode, bolsa comida não pode.

A VENEZUELA AI GENTE!

Como o PT ama os trabalhadores já está definida as perspectivas para o novo ano. Trabalhador terá que aceitar salário até 40% menor. É a Venezuela chegando aí, gente! Desemprego, inflação galopante, quebradeira de empresas, achatamento de salários, cada vez mais gente na fila do bolsa família, desabastecimento geral de tudo…

SEM SURPRESAS

Não há surpresa, exceto para idiotas. O nome disso é “socialismo”, a sociedade “justa e igualitária” com a qual sonham os petistas e demais partidos de esquerda do mundo.

A elite do partido vivendo no luxo e distribuindo migalhas através de um aparato estatal que mantém todo mundo com fome, com frio, com doença e, se alguém pensar em reclamar, cadeia, trabalho escravo, tortura e paredón. E se o petróleo não der mais, é só comandar o narcotráfico.

COMO O DIABO GOSTA

Você não acha lindo? É, você mesmo que defende os petralhas que vibra com a decoração natalina onde o prefeito torrou mais 2,5 milhões, aguarde. Breve, breve, bem pertinho de você!

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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