Em Linhas Gerais

O deputado Lúcio Mosquini tem apelado aos céus para ALE não criar CPI do DER – por Gessi Taborda

RONDONIENSES INDIGNADOS

11Muita controvérsia entre os números dos manifestantes que foram para as ruas nas cidades rondonienses pedir o fim da corrupção e do governo do PT, principal responsável pela descida de ladeira do Brasil. Independente dessa celeuma, que praticamente não tem qualquer importância, o que verdadeiramente ficou claro foi a indignação dos rondonienses com a corrupção que grassa não só no governo federal, mas também na política do estado e no nível dos municípios.

OPOSIÇÃO DISTANTE

1112  Alguns pontos relevantes das manifestações em Rondônia: faltou políticos nas passeatas e os poucos que tiveram coragem de aparecer na esperança de tirar uma casquinha eleitoral das manifestações acabaram dando mancadas e ganhando o repúdio popular.

A maioria da população que se fez presente no protesto não embarcou na canoa furada das figurinhas carimbadas de nossa política. Nem mesmo os caricatos que fazem força para voltar ao cenário do poder.

Pelo menos em Ariquemes um desses personagens do passado entrou na passeata cavalgando seu ginete e foi terminar o dia na cadeia, depois de levar vários sopapos de membros da PM que não se empolgaram com o show equestre do antigo caudilho político da cidade.

TEMA CENTRAL

23Uma coisa ficou muito clara na manifestação do povo rondoniense nas ruas da capital: o povo não aceitou interferências políticas ou partidárias. A corrupção foi o tema central de ponta a ponta do país, talvez por conta da Operação Lava Jato. O que o povo espera é que os deputados, senadores, ministros, governadores, vereadores e outras autoridades que meteram (e ainda metem) a mão no dinheiro público sejam punidos.

LENTIDÃO

78   O povo não aguenta mais a lentidão na punição de reconhecidos corruptos que continuam exercendo cargos públicos onde, claro, onde seguem com o velhos métodos de obter vantagens pessoais em detrimento dos interesses da coletividade.

Enquanto nosso Judiciário demorar a tomar as decisões que tirem, por exemplo, das casas legislativas personagens publicamente reconhecidos por suas práticas corruptas, o próprio poder togado sentirá a sensação do pouco apreço popular que lhe é devotado.

CLARAMENTE

59  Não foi só a presidenta (?) que perdeu com as manifestações. O povo disse claramente que não está satisfeito com Dilma, e muito menos ainda com os políticos aqui da terrinha que antes de entrar na vida pública não tinham eira e nem beira e agora estão miliardários. A população rondoniense não está satisfeita com gente como Valdir Raupp, agora investigado no cordão da Lava Jato. Porém isso não significa que tenha escolhido canalizar esse descontentamento em favor desse ou daquele partido. O povo está com a maioria dos políticos locais até o pescoço, especialmente com aqueles que se julgam acima de qualquer suspeita mas só ainda não estão vendo o sol nascer quadrado pela leniência dos julgamentos da bandidalha de colarinho branco.

QUASE IMPOSSÍVEL

16   O foco dos partidos de “oposição” de Porto Velho não tem nada a ver, nesse momento, com o ano de 2018. Isso foi o que me disse um líder de pequeno partido que desde sua fundação participa das disputas eleitorais apresentando candidato a cargo majoritário.

O foco, como disse o político (que no momento pediu para não ter seu nome citado) é a eleição de 2016, especialmente para as principais cidades do estado. Há, acrescentou, um desejo de que “a oposição” apresente candidatura única para a disputa das principais prefeituras, como é o caso da de Porto Velho.

FRAGMENTADA

16É um sonho difícil de ser concretizado. Até o último pleito a (vá lá!) “oposição” não conseguiu cristalizar nenhum candidato que conseguisse apoio total. A oposição acaba se fragmentando, facilitando o continuísmo de quem precisava ser desalojado do poder.

E depois quem disputou e não venceu acaba estreitando relações com o adversário, procurando garantir algum cargo ou outra sinecura governista qualquer. Afinal, não foi isso o que aconteceu, por exemplo, com Lindomar Garçom que, após a derrota arrumou um lugar no “governo do adversário” e de lá conseguiu até retornar ao cargo de deputado federal?

LONGE DO BOLERO

40  Se houvesse uma liderança forte no segmento da Oposição na capital rondoniense, a tendência era uma derrocada final do grupo (??) de Mauro Nazif que não suportaria a polarização com uma candidatura oposicionista unificada.

Essa dança para dois ainda não acontecerá no próximo ano. Há número grande de siglas já defendendo candidatura própria. Talvez por apostar nessa pulverização das “oposições” Nazif se assanha tanto a sair para a disputa de um segundo mandato, mesmo reconhecendo o enorme índice atual de sua rejeição.

NO BREJO

15   O deputado Lúcio Mosquini tem apelado sem cessar aos céus na esperança da CPI do DER melar de vez. Acontece que os parlamentares estaduais correm o risco de sofrer uma enorme pressão popular (sem contar as instituições sindicais e de classe) e cumprir com sua obrigação constitucional de fiscalizar as denúncias de corrupção. Se fiscalizarem o tamanho dos desvios de dinheiro através do DER na gestão de Lúcio Mosquini ele – que está agora na Câmara dos Deputados – fica na situação da vaca que foi prô brejo, sem direito a voltar à vida pública tão cedo.

NATURAL

valdir   Valdir Raupp continua fazendo jogo de cena para parecer inocente. Se fosse assim tão inocente como diz estaria na mira da investigação autorizada pelo Supremo? E por que há gente que gravita na órbita do barbudo senador de Rolim de Moura deixando escapar que ele estaria intimamente apavorado? É questão de consciência pesada?

BOLA DE CRISTAL

Presidente Maurão2   Posso até me enganar, afinal não tenho bola de cristal para ter certeza do que vai acontecer no âmbito do MP rondoniense. Mas andei assuntando por ai que há uma indisposição generalizada com uma resolução que possibilitou melhorar os estipêndios dos nobres deputados. O tititi entoado nas coxias tinha algo a ver com supostos inquéritos para por tudo em pratos limpos. De uma coisa tenho praticamente certeza: o presidente Maurão não me parece o cara capaz de correr riscos com improbidades administrativas, muito menos se perceber o perigo de “inocentes” pegadinhas para salvar a horta de quem se endividou ou gastou demais para conseguir uma cadeira no parlamento.

ATÉ NUNCA

844   A capital rondoniense viveu na década presente um verdadeiro boom hoteleiro, inclusive com a construção de unidades de importantes bandeiras da hotelaria internacional. Agora a situação é outra: o horizonte não anda nada limpo para o setor, embora o prefeito continue falando bobagens sobre o “turismo” (que não existe) crescente por aqui.

Essa situação manda para as calendas outra promessa política das últimas campanhas: a Construção de Centro Estadual de Convenções até o final desse ano. No setor de hotelaria e da realização de grandes eventos só há uma garantia agora: os empresários torcem para vender seus ativos enquanto a quebradeira não fica pior…

 

Gessi Taborda

Em linhas Gerais

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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