Em Linhas Gerais

O deputado Léo Moraes e a “briga de cachorro grande” – vai coordenar audiência pública sobre o risco de rompimento das barragens das hidrelétricas – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“É uma infelicidade haver um intervalo curto demais entre o tempo em que se é jovem demais e a época em que se é demasiado velho.” – Montesquieu (1689/1755), filósofo francês.

VAI SUBIR

Para tentar reverter um prejuízo estimado de R$ 900 milhões este ano, os Correios irão propor ao Ministério da Fazenda um reajuste de 8,9% nas tarifas das correspondências, serviço no qual a estatal tem monopólio. De acordo com o ministro das Comunicações, André Figueiredo, essa medida pode reforçar o caixa dos Correios em R$ 700 milhões por ano.

SEM CABIMENTO

Na opinião do ex-Secretário da Receita Federal, Everardo Maciel, a criação de um novo número de registro civil é descabida e sem propósito. “O CPF já cumpre com essa função e está disseminado em meio à população; por isso, não há razão para a criação de outro número”, explica. Para Maciel a proposta do governo federal levaria a mudanças substanciais em toda a estrutura do sistema bancário brasileiro. “Uma alteração nesse sistema não seria nada simples, além de muito cara e desnecessária”, sentenciou.

OPORTUNIDADE

A Escola de Música Jorge Andrade vai abrir inscrições para os novos alunos. Segundo explicações de Maria Dulcinéia Gomes, serão oferecidas 300 vagas para os vários cursos que terão início no próximo ano. As inscrições para os novos alunos estarão abertas entre 1º e 3 de dezembro. As inscrições estão abertas para adultos e crianças a partir 8 anos.

CACHORRO GRANDE

O deputado Léo Moraes está disposto a enfrentar uma “briga de cachorro grande”. Ele está convocando a população de Porto Velho para participar o primeiro grande “round” da luta, marcado para o próximo dia 30. Naquele dia, às 15 horas o parlamentar (pretenso concorrente ao cargo de prefeito da capital) vai coordenar audiência pública sobre o risco de rompimento das barragens das hidrelétricas do rio Madeira.

EVITAR A TRAGÉDIA

Philip Fearnside, cientista pesquisador do INPA afirmou que o vertedouro das usinas (de Santo Antônio e Jirau) não tem capacidade para suportar as grandes enchentes do futuro. Para o parlamentar o assunto é sério “e a população precisa saber da verdade”. Ele entende ser necessário medidas preventivas para que aqui em Rondônia não se repita a tragédia de Mariana, no estado de Minas.

DESCUMPRINDO A LEI

O Ministério Público Federal divulga nesta quinta-feira, 19 de novembro, diagnóstico com os resultados da análise do cumprimento da Lei de Acesso à Informação (Lei 12527/2011) pelos órgãos estaduais e federais que atuam em questões socioambientais na Amazônia. O MPF constatou que o descumprimento da lei se dá tanto nos órgãos federais como estaduais nos estados do Pará, Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima e Mato Grosso.

BLÁBLÁBLÁ

Mais uma cascata recheando factoides dessa gestão (??) de Mauro Nazif, sempre procurando vender a falsa ideia de que há vida inteligente no paço municipal. E dessa vez o blábláblá é em torno do suposto “novo programa de sustentabilidade ambiental” desenvolvido pela Sema (aquela Secretaria onde a Polícia e o Ministério Público andou apreendendo documentos numa operação em curso para investigar desvios e supostos trambiques em licenciamentos fajutas) com a participação de três ongs. E de todo esse aparente truque de madame os arautos do prefeito da embromação anunciaram que a capital rondoniense estará na vanguarda (qua!qua!qua!qua!) em relação às mudanças climáticas com uma nova lei ambiental para o município de Porto Velho. Argh! Chamem logo Gastão, o vomitador!

TURISMO

Com a desculpa de participar do 1º Encontro das Metrópoles, a prefeitura vai custeando a presença de uma equipe de aspones deslocados até Curitiba (PR), como participantes desse evento. Pelo visto o novo secretário da Assistência de Porto Velho, Solano Ferreira, ainda não aprendeu a definição real de “metrópole”. Pelo andar da carruagem, Porto Velho vai demorar décadas para se tornar uma metrópole. O MP deveria dar uma conferida quando isso está custando para a municipalidade, em termos de passagens, estadias e diárias.

NA PELE

O Ministério Público e o TCE parecem ser completamente tolerantes com a fortuna gasta em propaganda pelos governos estadual e municipal, além de outras instituições públicas rondonienses.

O pior para o contribuinte é saber que a péssima publicidade custeada com os impostos não são ruins só pela falta de capacidade criativa das agências regiamente pagas. O fato é que sem um bom governo não há publicidade boa.

A publicidade paga com o nosso dinheiro não serve aos interesses da sociedade e nem aos interesses dos próprios governantes, pois de nada adianta gastar fortunas em publicidade tentando eleitores de algo que eles não estão sentido.

PAPEL DE PREFEITO

E a publicidade dos governantes (estado e município) não comunica a verdade. O que o cidadão contribuinte eleitor sente na própria pele é a realidade de um governo que até hoje não conseguiu sequer terminar a reforma do Ginásio Aluísio Ferreira, esse mesmo governo que vem fazendo propaganda massiva sobre o asfaltamento de ruas da capital, assumindo um papel que na verdade deveria ser de obrigação do prefeito.

O atual chefe da administração rondoniense é o governo do “puxadinho”. É exatamente aquele teatro do teatro inaugurado a toque de caixa, quase 20 anos após o início das obras e que nem assim funciona. Confúcio é um desastre impossível de ser maquiado com propaganda. O mesmo vale para Mauro Nazif. O primeiro sonha com o Senado em 2018 e o segundo com a reeleição no próximo ano.

PERSEGUIÇÃO

A coluna recebeu mensagem de William Luiz Pereira, assessor de imprensa da prefeitura de Presidente Médici, onde o mesmo se diz vítima de perseguição ferrenha praticada pelos vereadores Alfredo do Hospital e Sargento Rui, inconformados com as críticas veiculadas no site Estado Central, editado sob a responsabilidade de William. Até agora a prefeitura não se manifestou sobre as desavenças dos edis com seu assessor.

REZANDO

Depois da confirmação pela Justiça sobre as condenações de Epifânia Barbosa e Edson Silveira, dois colaboradores muito próximos do antigo prefeito da capital Roberto Sobrinho, um novo hábito estaria sendo adotado pelo petista e família, segundo segredou uma fonte petista da capital. Nos círculos próximos ao ex-prefeito há uma certeza de que ele será novamente preso antes que consiga ser candidato a qualquer coisa pelo PT. Por isso a família faz questão de agradecer a todos que dizem que estão “rezando” por ele

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by