Em Linhas Gerais

No estranho xadrez político brasileiro, o rei caiu mas o jogo não terminou – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“No Brasil, empresa privada é aquela que é controlado pelo governo; e empresa pública é aquela que ninguém controla.” Roberto Campos (1917/2001), Economista brasileiro que foi, também, Senador da República.

 BRUZUNDANGAS

Ainda nos anos de chumbo ouvi muitas vezes a frase de que o Brasil é “o país das bruzundangas”. A princípio não sabia direito o significado disso, embora tivesse certeza de que era mais ou menos concordar com a célebre frase de que o “o Brasil não é um país sério”.

Passados tantos anos no batente, e ainda hoje não posso afirmar para meus filhos e netos que esse nosso país mudou.

Vai demorar muito (certamente eu nem estarei mais no mundo dos vivos) a reconstrução desse país; a colocação do Brasil na relação das nações que podem ser chamadas de sérias. Ou seja, ainda seremos por muitos e muitos anos o “País das Bruzundangas”.

 NÃO ACABOU

As últimas cenas de vandalismo mostradas na televisão nas grandes capitais serve como o atestado mais eloquente que o último dia 31 de agosto não determinou o fim do poder político que destruiu o Brasil, deixando esse saldo dolorido de mais de 12 milhões de desempregados no país.

Não conseguimos acabar como tanto esperamos com o protagonismo dos trapaceiros da vida pública brasileira. Os autores dessa façanha são aqueles que mantiveram os direitos políticos da “impichada” Dilma Roussef.

 SOCIEDADE ENGANADA

Os trapaceiros foram todos aqueles que votaram (ou se abstiveram) na coisa arranjada de fatiar a Constituição em favor de Dilma, com a certeza de que seria possível enganar a sociedade brasileira.

O saldo foi entristecedor. O PT não só colheu o prêmio dado à sua “presidenta”, mas continua como catalizador dessa horda que com a desculpa do protesto saem pelas grandes cidades promovendo a baderna, o vandalismo, na esperança de acender um estopim para acabar com o país.

 RONDONIENSES

E as pessoas de bem de Rondônia não podem esquecer os dois personagens que participaram da farsa do dia 31, convalidando com o voto do senador Gurgacz e com a abstenção de Raupp a trapaça de aceitar a mudança da Constituição por um destaque.

Eles inverteram o sentido do voto “não” (pelo impeachment de Dilma) pelo condão do “sim”. Essa tramoia contra a sociedade brasileira deixou claro o desprezo dos políticos pelas determinações legais, pelo texto da própria Constituição em vigor.

Em Porto Velho até esse momento os baderneiros ainda não saíram às ruas promovendo agressões e quebra-quebra. No entanto, a cidade não está totalmente livre desses acontecimentos.

 DO ANDAR DE CIMA

Em Rondônia também estão plenamente atuantes os apaixonados por esse petismo que não aprovou o Plano Real, e conseguiu manter o Poder durante 13 anos usando como ferramenta a mentira, a fantasia, a aleivosia e a disseminação do ódio, dividindo brasileiros.

É impressionante o número de pessoas de sólida formação acadêmica, membros de certas elites do cardinalato do serviço público que torcem pelo PT, fazendo questão de desconhecer o crescimento desvairado da corrupção durante o tempo que o lulopetismo mandou no país. São pessoas que, como fanáticos, ainda sustentam essa tese absurda de golpe.

 ERA MALDITA

Nesse país de faz de contas a era maldita não acabou no dia 31 de agosto.

O Brasil segue sendo o país das incertezas jurídicas. Foi isso que permitiu termos até o último sábado, no pleito de Porto Velho, um candidato Pinóquio do PT, devidamente condenado exatamente por crimes praticados no exercício do mando do poder municipal, deitando mentiras e demagogias no horário da propaganda eleitoral no rádio e na TV.

Exatamente por essa bizarra maneira de cumprimento legal o tal personagem, finalmente retirado do pleito do qual nem deveria ter participado, era tido como blindado das críticas e revelações da imprensa pela verdadeira mordaça legal da legislação que regula a o pleito. Um intocável que, como sempre dissemos, não deveria estar na disputa e sim em alguma prisão pagando pelos crimes que cometeu contra essa tão desamada capital.

 INOCENTES ÚTEIS

Quando somos instados por gente do andar de cima confessando seu alinhamento com o lulopetismo, ficamos refém desse sentimento de perda de tempo, de melancolia.

Como pode haver gente instruída que mesmo informada dos vários dirigentes dessa horda vermelha presos, acusados, denunciados, condenados se postando do lado desses políticos que infelicitaram Rondônia, Porto Velho e o Brasil?

 VAI DEMORAR

Diante dessa realidade certamente vai demorar muitos e muitos anos para recolocar Porto Velho, Rondônia e até o próprio Brasil na trilha do desenvolvimento, com harmonia, paz e menos corrupção.

 PRESENTE DE GREGO

Em política uma coisa está ligada na outra. Os senadores que votaram para favorecer Dilma certamente não eram ignorantes da determinação da Constituição.

FILOSOFANDO

“No Brasil, empresa privada é aquela que é controlado pelo governo; e empresa pública é aquela que ninguém controla.” Roberto Campos (1917/2001), Economista brasileiro que foi, também, Senador da República.

BRUZUNDANGAS

Ainda nos anos de chumbo ouvi muitas vezes a frase de que o Brasil é “o país das bruzundangas”. A princípio não sabia direito o significado disso, embora tivesse certeza de que era mais ou menos concordar com a célebre frase de que o “o Brasil não é um país sério”.

Passados tantos anos no batente, e ainda hoje não posso afirmar para meus filhos e netos que esse nosso país mudou.

Vai demorar muito (certamente eu nem estarei mais no mundo dos vivos) a reconstrução desse país; a colocação do Brasil na relação das nações que podem ser chamadas de sérias. Ou seja, ainda seremos por muitos e muitos anos o “País das Bruzundangas”.

NÃO ACABOU

As últimas cenas de vandalismo mostradas na televisão nas grandes capitais serve como o atestado mais eloquente que o último dia 31 de agosto não determinou o fim do poder político que destruiu o Brasil, deixando esse saldo dolorido de mais de 12 milhões de desempregados no país.

Não conseguimos acabar como tanto esperamos com o protagonismo dos trapaceiros da vida pública brasileira. Os autores dessa façanha são aqueles que mantiveram os direitos políticos da “impichada” Dilma Roussef.

SOCIEDADE ENGANADA

Os trapaceiros foram todos aqueles que votaram (ou se abstiveram) na coisa arranjada de fatiar a Constituição em favor de Dilma, com a certeza de que seria possível enganar a sociedade brasileira.

O saldo foi entristecedor. O PT não só colheu o prêmio dado à sua “presidenta”, mas continua como catalizador dessa horda que com a desculpa do protesto saem pelas grandes cidades promovendo a baderna, o vandalismo, na esperança de acender um estopim para acabar com o país.

RONDONIENSES

E as pessoas de bem de Rondônia não podem esquecer os dois personagens que participaram da farsa do dia 31, convalidando com o voto do senador Gurgacz e com a abstenção de Raupp a trapaça de aceitar a mudança da Constituição por um destaque.

Eles inverteram o sentido do voto “não” (pelo impeachment de Dilma) pelo condão do “sim”. Essa tramoia contra a sociedade brasileira deixou claro o desprezo dos políticos pelas determinações legais, pelo texto da própria Constituição em vigor.

Em Porto Velho até esse momento os baderneiros ainda não saíram às ruas promovendo agressões e quebra-quebra. No entanto, a cidade não está totalmente livre desses acontecimentos.

DO ANDAR DE CIMA

Em Rondônia também estão plenamente atuantes os apaixonados por esse petismo que não aprovou o Plano Real, e conseguiu manter o Poder durante 13 anos usando como ferramenta a mentira, a fantasia, a aleivosia e a disseminação do ódio, dividindo brasileiros.

É impressionante o número de pessoas de sólida formação acadêmica, membros de certas elites do cardinalato do serviço público que torcem pelo PT, fazendo questão de desconhecer o crescimento desvairado da corrupção durante o tempo que o lulopetismo mandou no país. São pessoas que, como fanáticos, ainda sustentam essa tese absurda de golpe.

ERA MALDITA

Nesse país de faz de contas a era maldita não acabou no dia 31 de agosto.

O Brasil segue sendo o país das incertezas jurídicas. Foi isso que permitiu termos até o último sábado, no pleito de Porto Velho, um candidato Pinóquio do PT, devidamente condenado exatamente por crimes praticados no exercício do mando do poder municipal, deitando mentiras e demagogias no horário da propaganda eleitoral no rádio e na TV.

Exatamente por essa bizarra maneira de cumprimento legal o tal personagem, finalmente retirado do pleito do qual nem deveria ter participado, era tido como blindado das críticas e revelações da imprensa pela verdadeira mordaça legal da legislação que regula a o pleito. Um intocável que, como sempre dissemos, não deveria estar na disputa e sim em alguma prisão pagando pelos crimes que cometeu contra essa tão desamada capital.

INOCENTES ÚTEIS

Quando somos instados por gente do andar de cima confessando seu alinhamento com o lulopetismo, ficamos refém desse sentimento de perda de tempo, de melancolia.

Como pode haver gente instruída que mesmo informada dos vários dirigentes dessa horda vermelha presos, acusados, denunciados, condenados se postando do lado desses políticos que infelicitaram Rondônia, Porto Velho e o Brasil?

VAI DEMORAR

Diante dessa realidade certamente vai demorar muitos e muitos anos para recolocar Porto Velho, Rondônia e até o próprio Brasil na trilha do desenvolvimento, com harmonia, paz e menos corrupção.

PRESENTE DE GREGO

Em política uma coisa está ligada na outra. Os senadores que votaram para favorecer Dilma certamente não eram ignorantes da determinação da Constituição.

No estranho xadrez político brasileiro, o rei caiu mas o jogo não terminou.

Quem tomou xeque foi a rainha, a peça mais poderosa do jogo, que por aqui tem barba,  não quer dividir palanque algum e do qual as raposas de um certo PMDB querem se livrar, oferecendo-lhe um belíssimo presente de grego. Por aí se pode entender a hesitação de outro PMDB em estragar a trapaça.

Mas, não importa o jogo, trapaça é trapaça e Rondônia e o Brasil não podem conviver com mais uma monumental.  A política já tem trapaças e trapaceiros em excesso.

Quem tomou xeque foi a rainha, a peça mais poderosa do jogo, que por aqui tem barba,  não quer dividir palanque algum e do qual as raposas de um certo PMDB querem se livrar, oferecendo-lhe um belíssimo presente de grego. Por aí se pode entender a hesitação de outro PMDB em estragar a trapaça.

Mas, não importa o jogo, trapaça é trapaça e Rondônia e o Brasil não podem conviver com mais uma monumental.  A política já tem trapaças e trapaceiros em excesso.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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