Em Linhas Gerais

No Blog Confúcio escreveu sobre a obra do espaço alternativo: “hoje, fica ali, aquele esqueleto fazendo feio para a cidade”- por Gessi Taborda

PURA CONSTATAÇÃO

Taborda.2jpgAcompanho, por necessidade profissional, as garatujas do governador Confúcio, através de seu blog. Às vezes, diante daquilo que escreve e da realidade que cerca a vida dos rondonienses, fico imaginando se tudo nas “domingueiras” tascadas pelo ocupante do palácio não é mera influência do complexo de biruta de aeroporto.

Sobre o PPA o “filosófico” personagem da política rondoniense concluiu: “A gente pensa, que o povo não sabe o que quer. Engano. Vieram ideias e propostas maravilhosas. É assim que o Governo deve trabalhar, tendo o povo como fundamento”. E porque isso não foi levado em consideração pelo governante (cassado) desde o primeiro dia em que assumiu o comando do executivo rondoniense?

 MEA CULPA

Taborda.2jpgNa mesma “domingueira” (12), o contraditório personagem que lamentavelmente continua empurrando Rondônia para o caos, escreveu: “O Espaço Alternativo […], lugar que pode ficar tal bonito e tão atrativo, hoje, fica ali, aquele esqueleto fazendo feio para a cidade. Não fica bem obra parada na capital”.

Mas Confúcio parou por ai. Nem uma palavrinha sobre sua culpa nessa situação. Não falou nadica de nada que a tal obra dessa coisa apelidada de espaço alternativo está paralisada porque ali se detectou uma série de maracutaias como sobrepreço, direcionamento e “otras cositas” comuns nesse (des) governo.

Incapaz de fazer um “mea culpa”, Confúcio nem mesmo lembrou que graças à lambança foram presos seu ex-secretário Mosquini (hoje, por enquanto, deputado federal) e Alex Testoni, apeado da prefeitura de Ouro Preto por seu envolvimento nessa corrupção.

 FALTA DE APTIDÃO

Taborda.2jpgConfúcio Moura demonstra ter uma grande aspiração em dominar a escrita. Essa sua vontade já o levou a publicar um livro que, até onde se sabe, não teve qualquer sucesso literário ou de venda. Ele não tem aptidão, para ser escritor ou cronista, mesmo assim insiste com o tal “blogdoconfúcio”, onde procura defender aquilo que ainda tem quem considera “gestão”, e também escrever crônicas e até arriscar na poesia (no último domingo o foco foi nada mais e nada menos do que Ingrid Betancourt), mas nunca indo direto ao ponto quando fala de seu próprio (vá lá!) governo.

O blog é, como se vê, apenas a demonstração de que Confúcio não tem humildade e aptidão para ser governo mas, como todo peemedebista rondoniense, gosta das vantagens do poder.

 SEM ENTENDER

Taborda.2jpgDe administração já se viu que ele não entende nada. O Espaço Alternativo que o diga. Nem por isso ele deixa de verter as chamadas lágrimas de crocodilo como se fosse possível passar a régua, apagar as evidências de assalto ao dinheiro público praticado naquele conto da carochinha. “Agora […], francamente, chegou a hora de nos amarmos um pouquinho mais. Estou aqui, pronto para concluí-lo em 90 dias”, escreveu.

Na verdade tal argumento objetiva uma espécie de perdão das autoridades que mandaram parar a obra após descobrirem um rombo imenso, com o desvio de dinheiro público para campanha política, de onde se elegeu o tal Mosquini.

Confúcio imagina quer uma “Justiça Rápida” (mas certamente não quer a condenação de ninguém) e assim, disse: “proponho uma mesa integradora (sic) com todos os poderes, sentados, discutindo e ao final do debate, sairmos com uma solução pronta”.

 COM OS BRIOS

Taborda.2jpgComo é naturalmente contraditório, o filosófico governador rondoniense (pelo menos no nome), acaba revelando ele mesmo como seu governo é chinfrim. Vejam o que disse: “mandei email para Secretários, mexendo com os brios de cada um. Não dá para ficar com muito lero-lero. (Temos) de sair do gabinete, de correr atrás, perseguir objetivos definidos”.

Fica uma ideia após a leitura do tal blog do Confúcio: a de um zumbizão vagando pelo Palácio, como se tentasse um governo paralelo. Não há como deixar de crer que Confúcio e seu time de governo estão perdidaço.

 SEM ASSESSORIA

Taborda.2jpgA falta de assessores qualificados, capazes de descortinar para o governador um mundo real, sem o viés da literatice que tanto utiliza no seu blog na internet, Confúcio continua pilotando uma gestão que é um deserto de bom senso, de capacidade intelectual, de honestidade espiritual e material e por isso tem de se quedar, de ficar deslumbrado com Mangabeira Unger, a quem no passado recente prestou salamaleques com dinheiro do erário.

Ao anunciar que Mangabeira palraria na noite de ontem sobre o tema “Rondônia é o futuro para o Brasil” parecia até que o governante virava os olhinhos de tanta emoção, esquecendo-se, talvez, que permanece no palácio mesmo cassado pela Justiça Eleitoral (inaugurando o estilo Governo Porcina), que amarga a desconfiança da maioria do povo rondoniense

 PURA REALIDADE

Taborda.2jpgE assim, num estado onde a política está longe de cumprir o seu papel institucional e de interpretar a vontade da maioria do povo, Confúcio continua escrevendo abobrinhas diante de um estado que sob seu comando navega sem rumo num mar cada vez mais revolto e com prenúncios de tempestades cada vez mais fortes. Falta-nos lideranças e isso é uma constatação.

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AUMENTOU

mpfNo primeiro semestre de 2015, o Ministério Público Federal (MPF) em Rondônia ajuizou 377 ações penais (também chamadas de denúncias) contra pessoas que praticaram crimes federais. O total representa aumento de 13% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o MPF ajuizou 333 denúncias. O MPF atua nos casos em que a competência para processar e julgar o autor do fato criminoso é da Justiça Federal.

 PUNIÇÃO PESADA

mpfEstacionar o veículo em vagas destinadas para pessoas com deficiência passará a ser considerada infração de natureza grave, sendo punida com cinco pontos na carteira de habilitação e R$ 127,69 de multa. A mudança vale a partir de janeiro de 2016 e aumenta o rigor do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a partir da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.

O texto, publicado em Diário Oficial na última semana, altera o artigo 181, inciso XVII, do CTB, que atualmente prevê penalidade leve, com três pontos na CNH e pagamento de R$ 53,20.

A nova redação endurece a pena porque o bom senso não está sendo suficiente. Se os motoristas respeitassem o direito ao estacionamento preferencial, não seria necessário mudar a Lei. Infelizmente, muita gente ainda pensa que não tem problema usar a vaga só por um minutinho. Assim, o legislador teve de apelar para o bolso.

 FÉRIAS

TabordaA coluna entra, a partir de hoje, de recesso. O colunista, como acontece todos os anos nesse período, entra de férias. Assim, a coluna só voltará no próximo mês de agosto. Dessa vez nos afastamos desejando que nossos políticos tenham bom senso; que o prefeito da capital rondoniense tenha pelo menos imaginação e que aqueles envolvidos em falcatruas, maracutaias, desvios de dinheiro público paguem pelos seus erros. Leitores interessados em manter contato com o colunista devem usar o e-mail [email protected].

Enquanto isso, nas férias, o colunista estará comemorando junto a familiares de longe da nossa Rondônia amada os 40 anos de casado com a dra. Conceição Mesquita Taborda.

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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