Em Linhas Gerais

NEGÓCIO DA CHINA,: Pois o governo Confúcio – que tanto fala em ética e transparência, estava prestes a fechar com um…- por Gessi Taborda

FILOSOFIA

Do filósofo de verdade: “Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro, a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz” (Platão).

QUE CONFÚCIO ESCLAREÇA

ConfucioCom a propaganda na TV e a abertura dos debates começou, de verdade, o segundo turno eleitoral. Agora com dois candidatos apenas haverá melhor condição de que cada um deles preste esclarecimentos sobre pontos que acabaram ficando obscuro no turno anterior. Estou seguro de que esta “nova” eleição vai aclarar quem realmente busca o poder para servir Rondônia e não para procurar desenvolver projetos e planos destinados apenas a gerar grana, satisfazendo ambições pessoais de quem está no núcleo do poder ou gravita em torno dele.

Estou seguro que agora, nesse turno, será revelado parte do lado escuro do governo Confúcio que praticamente passou despercebido da população no confronto de primeiro turno.

Cabe ao governador explicar o negócio da china que estava pronto para entregar a um dos personagens que enterrou o Beron. Como um governo sério pode promover um negócio de bilhões sem licitação pública transparente, sem apoio das instituições?

NEGÓCIO DA CHINA

ConfucioÉ quase impossível encontrar alguém em Rondônia capaz de lembrar o nome dos personagens que no primeiro governo eleito pelo PMDB (Valdir Raupp) rondoniense aqui estiveram (como interventores) para acelerar a liquidação do Beron, um dos patrimônios mais simbólicos de Rondônia. A manobra não só extinguiu o banco rondoniense como deixou uma dívida que cresce igual bola de neve.

Pois o governo Confúcio – que tanto fala em ética e transparência – estava prestes a fechar com um desses personagens que mandou o Beron para as cucuias em 1995 um obscuro “negócio da china”, pelo qual o estado chegou a gastar 200 mil reais (só a título de elaboração de projeto) pagos sem licitação para a empresa Assets – Alicerce Assessoria Empresarial (??), um desses capítulos que ninguém sabe e ninguém viu.

A negociação tinha um claro indício de direcionamento para atender a “empresa” do homem que contribuiu para falir o Beron, colocando em suas mãos um volume de dinheiro astronômico, com a contratação de uma operação de crédito em torno de 1 bilhão e 700 milhões de reais.

Só isso pode justificar que o edital para a contratação de uma empresa para promover a reestruturação da dívida rondoniense só foi publicado no Diário Oficial do Estado (que praticamente ninguém lê) e em nenhum jornal de circulação nacional, como exige a lei.

UMA ARAPUCA ENORME

ConfucioO negócio do qual falamos na coluna de hoje é, proporcionalmente, tão explosivo como os negócios feitos na Petrobrás para garantir a propina a políticos da base do governo, como estão sendo denunciados agora pelo executor da roubalheira naquela estatal. Mas ninguém praticamente falou nada sobre isso no primeiro turno, nem quando Confúcio jurava de pés juntos sua aversão às negociatas e à corrupção.

Certamente um fato de tamanha relevância e complexidade coloca em cheque o governador que pretende um  novo mandato. Como um “gestor público” poderia aceitar fazer um contrato dessa monta adotando a inexigibilidade de licitação para contratar o executor de um volume bilionário das finanças do estado?

NAS MÃOS DE CRISPIM

ConfucioE a arapuca só não funcionou porque o assunto acabou sendo denunciado ao Tribunal de Contas do Estado pelo presidente da Assembleia Legislativa, José Hermínio (deputado reeleito), em 19 de abril de 2013.

A denúncia foi parar nas mãos do Conselheiro Valdivino Crispim de Souza, reconhecido como um dos mais competentes membros daquele Corte e implacável na denúncia e investigação de jogadas montadas com o objetivo de surrupiar o erário.

Graças ao empenho do conselheiro Crispim essa negociata não prosperou. Certamente os mentores dessa jogada serão responsabilizados. Terão de devolver o volume de dinheiro pago a título de elaboração dos estudos (??) da reestruturação da dívida rondoniense perante a União.

APARELHAMENTO

Olho vivoO povo de Rondônia claramente demonstrou (ao votar nos candidatos de Oposição) que não tolera mais a índole malandra no governo do Estado.

Expedito pode ganhar de forma incontestável o governo rondoniense se firmar um acordo com a população para acabar com esses negócios espúrios comuns em governos que deixam de lado o entendimento do que é coisa pública.

É preciso por um ponto final no aparelhamento do Executivo, nocauteando  a demagogia, a roubalheira, a corrupção deslavada e adoção de dois pesos e duas medidas na hora das contratações de obras e serviços.

INTIMIDAÇÃO

vergonhaA intimidação feita pelo vice na chapa do candidato à reeleição contra servidores comissionados e ocupantes de cargos de confiança de que serão demitidos caso não trabalhem na arregimentação de votos para o governador é um postura intolerável e ao mesmo tempo esclarecedora: Então objetivo é o de trabalhar para um projeto de poder lastreado no pensamento da autoridade absoluta e não para o poder do povo rondoniense?

Ora, o Estado de Rondônia não tem aspiração e nem características para ser o túmulo da democracia republicana. São essas declarações intimidatórias e as negociações nebulosas sobre as quais o governo não dá nenhum esclarecimento que deverão contribuir para alavancar muito mais a candidatura da Oposição.

MENOS EGOISTA

EleicoesA campanha já começou e certamente só subirá de temperatura (nos programas da TV) a partir da segunda-feira. Programa eleitoral é chato, mas as forças do bem da nossa Rondônia não pode se omitir nesse momento tão importante para o destino de nosso Estado.

Creio que Expedito Júnior vai focar seu discurso nos compromissos de mudança, que não significa uma troca pura e simples de comando, mas da restauração de ética, do respeito ao dinheiro público e de uma política mais republicana e menos egoísta e atrasada.

A CARNE É FORTE

Bandeira2A indústria de carne bovina brasileira vem mantendo o ritmo de crescimento ao longo de 2014 e já registra alta de 10,87% em faturamento com vendas externas e 7,09% em volume exportado entre janeiro e setembro, comparado com o mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o país exportou 1,164 milhão de toneladas ante 1,08 milhão de toneladas em 2013. As vendas em 2014 alcançaram US$ 5,3 bilhões contra US$ 4,7 bilhões registrados no ano anterior. A carne é um dos principais produtos na balança de exportação do comércio rondoniense. Hong Kong e Rússia continuam sendo os principais importadores da carne bovina brasileira, com crescimentos constantes ao longo do ano.

AUDITORIA

Olho vivoPelo que andei ouvindo nessa semana não deixaria de dar uma sugestão: seria saudável se acontecesse, ainda nesse ano, uma auditoria profunda na tal Nota Fiscal rondoniense. Tem gente apostando que esse tipo de auditoria poderia identificar aquilo que o cidadão-contribuinte-eleitor não gostaria que acontecesse: fraude nas finanças públicas.

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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