Em Linhas Gerais

Membros da Bancada que votaram pela desconfiguração das 10 medidas contra a corrupção vão naufragar em 2018

FILOSOFANDO

“Se quiser liderar as pessoas, caminhe atrás delas.” LAO-TZU (1324/1408 a.C), antigo filósofo e escritor chinês, considerado o fundador do taoísmo filosófico.

 TORCEDOR

Havia ontem em alguns nichos da Assembleia Legislativa um interesse muito grande em apostar que haverá novamente a utilização da costumeira alquimia política para livrar deputados da redução dos estipêndios, em virtude de faltas às sessões por motivos fúteis. Agora, como ficou acertado, deputados poderão sofrer descontos de até 2 mil reais por cada sessão gazeteada sem justificativa plausível.

O que rolava no diz-que-me-diz das coxias na sexta-feira, era a justificativa apresentada por um desses parlamentares gabolas, como vestais e exemplos da ética, para a falta das últimas sessões.

 NO ESTÁDIO

No maior caradurismo o deputado justificou suas ausências: “estava viajando a Porto Alegre (RS) para assistir”, (pasmem rondonienses!) seu time de futebol jogar.

Não se sabe ainda se essa justificativa absurda vai colar perante os seus pares ou se terá os polpudos vencimentos reduzidos. Recentemente o deputado contou ao eleitor portovelhense que tinha verdadeira identificação com o município portovelhense, desde criancinha. Bom, pelo menos em relação a times, parece ter enorme paixão por uma equipe gaúcha.

 SUMIU

O melhor é não manter um otimismo exagerado responsável pela ideia de que Rondônia está mais imune ao aprofundamento da crise no próximo ano. A opinião ouvida de uma fonte experiente do setor imobiliário é preocupante, pois esse segmento é um termômetro infalível das previsões econômicas mais imediatas.

Segundo esse especialista o investidor que adquiria vários imóveis para revender ou alugar desapareceu do mercado. Agora, só se vende imóvel em Porto Velho – quando se vende – para uso próprio. Até o especulador sumiu da área, disse a fonte.

 VAI DEMORAR

A construção civil rondoniense levará anos para voltar à forma dinâmica durante o “boom” das hidrelétricas do Madeira. Estamos, disse a fonte, com a recessão batendo forte em Rondônia, mesmo terminando esse ano no melhor cenário quando comparado a estados como Rio, Minas e Rio Grande do Sul. Se o governo de Confúcio não adotar sérias medidas de contenção de despesas, o PIB rondoniense do próximo ano pode ficar negativo.

 SIMPLES ASSIM

Como explicar os motivos da transformação da Assembleia Legislativa numa espécie de academia destinada a distribuir sem critério maior, láureas de todo tipo e para qualquer pessoa sem se levar em conta os reais méritos dos agraciados? Não deve ser para colocar a instituição no “Guiness Book” como a líder mundial na distribuição de prebendas.

Possivelmente isso acontece pelo fato de que para a grande maioria dos políticos a prioridade não é a solução dos problemas do estado e sim a de seus próprios problemas. Ao entregar votos de louvor, comendas, medalhas e o escambau o tais deputados estão pensando apenas em conquistar novas adesões eleitoreiras para a próxima disputa, e nada mais.

 TIRO NO PÉ

É uma pura bobagem querer transformar categorias inteiras de servidores públicos (especialmente o setor de segurança pública) em heróis ou super-cidadãos merecedores desses mimos só porque cumprem suas responsabilidades funcionais. Ao contrário de conseguir, com tais proposituras, melhorar a contabilidade do voto, esses deputados acabarão descobrindo que estão dando um tiro no próprio pé.

 SE CUIDEM

Os políticos rondonienses que se uniram ao que existe de pior na Câmara Federal para desfigurar as 10 medidas contra a corrupção, emparedando membros do MP e da PF podem se cuidar. Como se sabe, só os deputados Marcos Rogério e Mariana Carvalho votaram contra a desfiguração do projeto original. O deputado Luiz Cláudio absteve-se.

Marinha Raupp, Nilton Capixaba, Lindomar Garçom, Lúcio Mosquini  e Expedito Neto favoráveis à proposta frankstein que blinda corruptos investigados, se cuidem. O povo acordou e pode dar o troco em 2018.

 POR E-MAIL

Sites e jornais do interior rondoniense e de outros estados da região interessados em reproduzir a coluna Em Linhas Gerais no próximo ano devem fazer o pedido de parceria através do e-mail [email protected] até o final desse mês.

 PRIVATIZAÇÃO

Não será tão fácil para o governo obter sucesso na privatização da Caerd se, explicou um estudioso do assunto, a tendência de municipalização do serviço de água e esgoto vingar. A estatal consolida sua inviabilização por não conseguir livrar do empreguismo que alimenta um contingente de marajás protegidos por políticos e também não consegue amortizar o seu enorme passivo pela falta de uma gestão eficiente.

 INSCRIÇÕES

A Escola Municipal de Música Jorge Andrade abre no próximo dia 05, segunda-feira, as inscrições para o sorteio de preenchimento de vagas para o ano letivo 2017. Os interessados deverão apresentar o nome na própria escola, localizada na Avenida Joaquim Araújo Lima (Abunã), esquina com Elias Gorayeb, até o dia 07, de 8h às 11h30, 14h às 17h30 e 18h às 21h.

 NÃO ACEITA

Hélio Vieira, advogado bem sucedido em tudo o que faz, tem viajado todo o Brasil fazendo lançamento de seu último livro, um verdadeiro sucesso editorial. Com a recente aprovação de suas contas ao tempo em que presidiu a OAB rondoniense, Hélio voltou a ter seu nome cogitado para disputar mais uma vez o comando da entidade em Rondônia. Pelo menos agora ela rechaça os apelos dos advogados, por entender que já deu sua contribuição à causa.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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