Teia Digital

Investimentos em eletricidade e gás quadruplicaram – Por Sílvio Persivo

Impossível é se ser grato de forma permanente. É quase não humano. “Cultivem o hábito de serem gratos por todas as coisas que lhe acontecem, e de agradecer continuamente. E porque todas as coisas contribuíram para o seu desenvolvimento, deviam incluir todas as coisas na sua gratidão” ( Ralph Waldo Emerson).

 

CORPO DE BOMBEIROS CAPACITA PARA USO DA MAGIRUS

Com a aquisição de uma nova escada mecânica Magirus, o modelo mais moderno do mundo, e que deve chegar no próximo mês de maio, o Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia capacitou na última semana mais 14 militares para a operação dos equipamentos, que dão mais eficiência ao atendimento de resgate de pessoas em alturas. Ao todo, 137 bombeiros já passaram pela capacitação. A capacitação de 32 horas entre aulas teóricas e práticas foi ministrada pelos técnicos da própria empresa fabricante, de origem alemã. Segundo o capitão BM Iranildo Dias, Rondônia mais uma vez sai na frente, considerando que foi uma das primeiras capitais do país a trabalhar com a escada, quando há 7 anos fez a primeira aquisição.  Com capacidade de altura de até 42 metros para resgate de pessoas (equivalente a um prédio de 13 pisos), e mais 40 metros de alcance de água em casos de incêndios, são necessários três mil litros de óleo para o funcionamento da escada. Sobre a nova escada, com tecnologia ainda mais avançada, o valor do investimento é de R$ 5,430 milhões. O equipamento dará a possibilidade de resgate em até 60 metros de altura, 12 metros de profundidade, e ainda alcance de água de até 100 metros de altura. A operação pode ser eletrônica e manual e apenas um militar habilitado poderá operar manualmente o equipamento, não comprometendo a ação na ocorrência.  O cesto de resgate em alturas faz o movimento de subida ou descida em 10 segundos, com capacidade para salvar duas pessoas por vez. Quanto aos profissionais, um motorista treinado faz o trabalho de operação da escada e mais dois socorristas acompanham e auxiliam durante a ocorrência.

 

OS IMPACTOS NEGATIVOS DAS PEQUENAS BARRAGENS DE PISCICULTURA NA AMAZÔNIA

O artigo “As pequenas barragens de piscicultura impactam negativamente a diversidade de peixes dos igarapés da Amazônia” (Small dams for aquaculture negatively impact fish diversity in Amazonian streams) foi escrito por pesquisadores do curso de Engenharia de Pesca da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Campus de Presidente Médici, em parceria com pesquisadores da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e da Washington and Lee University/Estados Unidos e aborda os impactos causados por pequenas barragens ou represas construídas em igarapés da Amazônia para criação de peixes. Os autores do estudo, publicado recentemente na revista internacional Aquaculture Environment Interactions, com fator de impacto 2.90 (Qualis A2), são o professor doutor Raniere Garcez Costa Sousa (Departamento de Engenharia de Pesca/UNIR), o engenheiro de pesca, egresso da UNIR e ex-aluno do PIBIC, Marcos de Almeida Mereles, e os professores doutores Flávia Kelly Siqueira-Souza, Carlos Edwar de Carvalho Freitas (ambos da UFAM) e Lawrence Edward Hurd  (Washington and Lee University/Estados Unidos).  O artigo, na íntegra, pode ser acessado nos seguintes endereços eletrônicos: http://www.int-res.com/articles/aei2018/10/q010p089.pdf  https://doi.org/10.3354/aei00253.

 

ALERTA SOBRE O RISCO DE LEPTOSPIROSE

Nesta época do ano, é muito comum, devido aos alagamentos derivados das chuvas, o aumento dos riscos das pessoas contraírem a leptospirose, uma zoonose infectocontagiosa. O ser humano pode se contaminar pela urina do rato, lama ou água contaminada. Ela é causada pela bactéria Leptospira. A médica infectologista Ester Aita, do Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), faz um alerta sobre os riscos da doença. Segundo ela, os principais cuidados são que as pessoas não se exponham as águas de chuvas que acumulam nas ruas e avenidas, os pais não deixar as crianças brincar nas enxurradas e lamas que acumulam perto das residências; não deixar águas sujas ter contato direto com a pele, principalmente se tiver suspeita de roedores na região alagada. Outras recomendações são para as pessoas que trabalham expostos aos riscos, por exemplo, precisam utilizar proteção individual como mascaras, botas e luvas; e em casos de alagamentos nas residências, quem for fazer a limpeza deve redobrar os cuidados para não ter contato com as águas contaminadas e lavar com bastante água sanitária. Com relação aos sintomas da doença, a infectologista esclarece que a maioria dos casos apresenta sintomas leves, como uma gripe, febre, dores de cabeça e no corpo, mas também pode apresentar dores de lombalgia, nas panturrilhas (batata-da-perna) e vômitos. Ela afirmou também que o paciente deve procurar atendimento médico em uma unidade de saúde próxima de sua casa para fazer o diagnóstico através dos exames e o suporte necessário para os casos que precisam de internação, sendo o tratamento realizado nos casos leves com antibiótico oral e nos casos mais graves com antibiótico injetável.

 

INVESTIMENTOS EM ELETRICIDADE E GÁS QUADRUPLICARAM

O investimento na infraestrutura brasileira, nos últimos anos, perdeu espaço na economia, porém, o setor de eletricidade e gás vem se descolando desta tendência e vem atraindo bilhões de dólares de  franceses, indianos, espanhóis, latino-americanos e, notadamente, chineses atraídos por negócios  promissores entre transmissoras e geradoras de energia, além de transportadoras de gás, o que resultou numa explosão dos aportes externos no segmento de eletricidade e gás em 2017 e, segundo especialistas, deve manter o ritmo nos próximos anos. Os dados do Banco Central mostram que o investimento estrangeiro direcionado ao setor produtivo (modalidade chamada de “participação no capital”) cresceu 12,3% em 2017, totalizando US$ 60,3 bilhões. Incluídos neste total, os recursos investidos em eletricidade e gás quadruplicaram, chegando a US$ 12,6 bilhões. Em termos percentuais, a fatia dos investimentos no segmento passou de 5% para 21% de 2016 para 2017. Um dos casos mais emblemáticos em 2017 foi o leilão de quatro usinas da Cemig, que arrecadou R$ 12 bilhões e foi arrematado pela chinesa Spic, a franco-belga Engie e a italiana Enel.

 

AUMENTO DO EMPREENDEDORISMO FORÇADO

Em 2017, foram registrados no país 1.733.061 microempreendedores individuais (MEIs), 78,7% do total das 2.202.622 novas empresas constituídas entre janeiro e dezembro do ano passado. Os números são os maiores já apurados pelo Indicador Serasa Experian de Nascimentos de Empresas desde 2010. A quantidade de novos MEIs também é 11,9% superior aos de 2016, quando 1.548.950 novas empresas desse segmento nasceram, frente a um total de 1.976.534 novas companhias. De dezembro de 2010 até dezembro de 2017 a representatividade dos MEIs foi crescente e impulsionou o aumento geral no número de novas empresas no país. Mas, o dado tem um lado negativo que é o de que o recorde é determinado pela necessidade, ou seja, o aumento de MEIs se dá por falta de opções econômicas. É o que se denomina de “empreendedorismo forçado”.

 

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

PROFESSOR E ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.