Teia Digital

IBGE confirma que Brasil saiu da recessão – Por Sílvio Persivo

Até a paixão também pode ser relativa. “Relativismo não quer dizer indiferença” (John Gledson).

 

PIRARUCU À MONTANTE DO RIO MADEIRA PODE OCASIONAR IMPACTOS, DIZ PROFESSORA DA UNIR

Na Câmara Técnica de Ordenamento Pesqueiro, na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), a professora doutora Carolina Rodrigues da Costa Dória, do Departamento de Biologia da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), abordou o cenário da distribuição do pirarucu em águas a montante da Cachoeira do Teotônio, onde anteriormente não havia registro da espécie que representa uma ameaça às espécies nativas, em face de ser o pirarucu um predador e, portanto, criar a possibilidade de ocasionar impactos. Segundo a exposição feita por Carolina Dória, deve ser considerada a hipótese de que o pirarucu presente nessas áreas não seja nativo do Estado de Rondônia, mas, oriundo de cativeiro ou vindo de águas peruanas ou bolivianas. Carolina Dória ressaltou ainda que a alteração do ambiente nos reservatórios pode ter favorecido tanto a proliferação quanto o estabelecimento dos peixes nessas localidades. A reunião contou também com a presença do professor Jean Ricardo Simões Vitule, da Universidade Federal do Paraná, coordenador do Laboratório de Ecologia e Conservação do Departamento de Engenharia Ambiental, que veio a Rondônia a convite da coordenadora do grupo de trabalho operacional das promotorias de justiça cíveis de tutela coletiva, promotora de justiça Aidee Luiz.

 

INVESTIMENTOS DO GOVERNO MELHORAM A VIDA DE SURPRESA

O distrito de Surpresa, em Guajará-Mirim, é considerado um bom lugar aprazível e bom para se viver para mais cerca de dois mil moradores que residem na localidade. Na margem do rio Guaporé, local, que foi o xodó de um dos grandes benfeitores da população do rio, Walter Bartolo,  acolhe indígenas, descendentes de bolivianos,  e, recentemente, pessoas atraídas pelos investimentos que o distrito recebeu do governo de Rondônia nos últimos anos. São investimentos em Saúde, Educação e apoio a agricultores e pecuaristas são considerados os principais avanços no distrito. ‘O governo fez um posto de saúde excelente, construiu uma escola municipal moderna com telhado com controle da temperatura e uma nova Idaron [Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia e possui até ambulanchas para atender os casos médicos de maior necessidade.  O distrito tem 49 mil hectares, destes apenas 17 mil são de lotes, outros 32 mil é a região conhecida como ‘‘baixadão’’, a margem do rio, imprópria para moradia, que é usada para plantação de cultivos de ciclos curtos como o da banana. Há cerca de dois anos foi introduzida a cultura do inhame no distrito. E a agricultura e a pecuária avançam no distrito como apoio de órgãos do governo.

 

ESCOLA DO SENAI EM PIMENTA BUENO

Depois de Jaru, Cacoal e Rolim de Moura, que já contam com escolas-fábricas integradas do Sesi-Senai, a Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero) inaugura terça-feira, 6, mais uma escola, no mesmo padrão, no município de Pimenta Bueno.  A nova escola-fábrica, denominada Jonas Tavares da Silva, em homenagem a um dos pioneiros da região, vai conjugar ensino regular com ensino profissionalizante. A escola já está formando mão de obra qualificada para a indústria de bicicletas Ciclo Cairu, empresa com mais de funcionários.  Com capacidade para atender mais de mil alunos do ensino básico, fundamental e médio, a nova escola do Sesi e do Senai em Pimenta Bueno oferecerá cursos profissionalizantes nas áreas demandadas pelas indústrias da região. De acordo com o presidente da Fiero, Marcelo Thomé, a nova escola do Senai em Pimenta Bueno é mais uma etapa da expansão do Sistema Fiero, levando ensino regular, profissionalizante e qualidade de vida aos trabalhadores da indústria no interior.

 

IBGE CONFIRMA QUE PAÍS SAIU DA RECESSÃO

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,1% no 4º trimestre de 2017 em relação ao trimestre anterior, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isto, a economia brasileira fechou o ano com uma expansão de 1% do seu produto. O número confirma a saída da recessão do Brasil depois de duas quedas consecutivas no PIB: -3,5% em 2016 e -3,5% em 2015. A perda acumulada ficou acima dos 7% no período, o pior tombo da série histórica dos últimos 100 anos. Em valores atuais, o PIB em 2017 somou R$ 6,6 trilhões. Para 2018, o governo e grande parte do mercado trabalham com a projeção de um crescimento de 3%.

 

A SENSAÇÃO DE AUMENTO DA CORRUPÇÃO NO BRASIL

Segundo o  relatório da Transparência Internacional, o Brasil despencou 17 posições e está na 96ª posição entre os 180 países mais corruptos do mundo. O resultado é o pior resultado do Brasil no indicador nos últimos cinco anos. O Índice leva em consideração aspectos como propinas, desvios de recursos públicos e proteção legal a denunciantes, jornalistas e investigadores quando reportam casos de corrupção. No ranking quanto melhor a posição, menos o país é considerado corrupto. A nota do Brasil caiu de 40 para 37, ficando atrás de países como Arábia Saudita, Sri Lanka, Ruanda e Burkina Faso, e está empatado com Colômbia, Indonésia, Panamá, Peru, Tailândia e Zâmbia. O ranking é baseado na percepção da corrupção por seus cidadãos, isto significa que quanto pior está o país no ranking, maior é percepção da corrupção.    Desde 2014 o Índice de Percepção da Corrupção (IPC) do Brasil está em queda. Em quatro anos, a nota do nosso país caiu 6 pontos e saímos da posição 69º para 96º, além disto, nos distanciamos de outras nações em desenvolvimento, como por exemplo, o grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO

COLUNISTA TEIA DIGITAL –  PROFESSOR ECONOMISTA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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