Teia Digital

Incubadora de empresas é anunciada para 2020 – Por Sílvio Persivo

“Eu tenho a minha própria loucura, eu vivo em outra dimensão. Não tenho tempo para coisas que não tem alma” (Charles Bukowski). 

INCUBADORA DE EMPRESAS É ANUNCIADA PARA 2020

No Porto Velho Shopping chama a atenção, sem dúvida, um enorme painel anunciando a Hub.Ro, a primeira incubadora de empresas do governo de Rondônia, que está sendo criada pela Superintendência de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi). Segundo divulgado, a proposta da Hub.Ro é de ser um espaço para que ideias criativas sejam transformadas em negócios lucrativos por meio do processo de incubação. Hoje, a incubadora se encontra em processo de construção, mas, em 2020 será inaugurada, junto  com o primeiro edital em que os interessados poderão enviar suas ideias. Uma incubadora de empresas orienta e capacita as pessoas com ideias criativas para novos empreendimentos, ajudando a estruturar a equipe, fazer um plano de negócios e conectar com possíveis investidores. Ou seja, na prática é uma forma de superar os problemas iniciais das pequenas empresas com apoio técnico e financeiro. Segundo Thalles Gomes, o coordenador de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sedi, “A incubadora pega as ideias e transforma em produtos, e esses produtos viram empresas para trazer resultados, rentabilidade, renda, emprego e também arrecadação para os cofres públicos”. Além da assessoria técnica, os projetos escolhidos vão ter um espaço para reunir a equipe e ter apoio gerencial, com internet de alta velocidade, sala de reuniões, áreas comuns de trabalho, oficinas, auditórios e outras dependências.

PIB DE RONDÔNIA CRESCEU 5,4% EM 2017

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou  os valores do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios brasileiros referentes ao ano de 2017. Rondônia, que teve um crescimento de 5,4% comparando com 2016, representou 0,7% do PIB nacional. Em 2017, o PIB rondoniense foi de R$ 43,5 bilhões, sendo 36,79% de serviços; 27,4% de administração, defesa, educação e saúde públicas e seguridade social; 20,85% de indústria e 14,96% de agropecuária. Quando se trata dos PIB municipais, os maiores valores nominais, em 2017, foram registrados em Porto Velho (R$ 16,5 bilhões), Ji-Paraná (R$ 3,02 bilhões), Vilhena (R$ 2,55 bilhões), Ariquemes (R$ 2,29 bilhões), Cacoal (R$ 2,12 bilhões), Jaru (R$ 1,41 bilhão), Rolim de Moura (R$ 1,29 bilhão), Pimenta Bueno (R$ 1,07 bilhão), Guajará-Mirim (R$ 804 milhões) e Ouro Preto do Oeste (R$ 777 milhões).  Em termos de participação no PIB estadual, os maiores são: Porto Velho (37,96%), Ji-Paraná (6,96%), Vilhena (5,87%), Ariquemes (5,28%), Cacoal (4,89%), Jaru (3,25%), Rolim de Moura (2,98%), Pimenta Bueno (2,47%), Guajará-Mirim (1,85%) e Ouro Preto do Oeste (1,79%). Ou seja, dez municípios são responsáveis por quase três quartos do PIB rondoniense. A fonte da nota é da analista censitária Amabile Casarin.

AUTO-INDULGÊNCIA ESTIMULA AS VENDAS DE FIM DE ANO 

Uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), nas 27 capitais brasileiras aponta que seis em cada dez (65%) consumidores devem se auto presentear na data, um crescimento de 11% em relação a 2018. A expectativa é de que 101,6 milhões de pessoas comprem algum presente para si mesmas neste fim de ano, o que representa uma injeção de cerca de R$ 36,7 bilhões na economia. É a reconfortante ideia do “eu mereço”, um forma de se compensar pelas dificuldades da vida. Assim, entre os que estão dispostos a comprar presentes para si mesmos, 51% afirmam que o fazem por precisar de algum produto. Outros 30% justificam ser uma recompensa por terem trabalhado muito em 2019, enquanto 17% admitem que o Natal é somente um pretexto para comprar. O gasto médio do presente será de R$ 170,00, sendo que 42% têm intenção gastar até R$ 150,00. Em média, a pesquisa mostra que os consumidores planejam comprar dois presentes para si próprios. Os itens mais desejados são roupas (55%), calçados (31%), perfumes e cosméticos (27%), celulares ou smartphones (17%), acessórios (14%) e livros (11%). A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, afirmar que é importante o consumidor ficar atento às suas finanças para evitar endividamentos. “Nesta época há muitos custos que vão muito além dos presentes de Natal. O ideal é planejar as despesas de acordo com o orçamento pessoal e familiar, sabendo com antecedência quanto será possível gastar. É recomendável que a pessoa não se deixe levar pelas emoções e exagere nos gastos. Fazer uma lista prévia do que se deseja e pesquisar preços é um bom caminho para não extrapolar as despesas”.

CNC PROJETA MAIOR AUMENTO DO VAREJO EM 2020

Em 2020, o comércio deverá registrar o maior avanço anual no volume de vendas em sete anos. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a estimativa é de que haja aumento de 5,5% no varejo ampliado e de 3% no varejo restrito – que exclui o ramo automotivo e de materiais de construção. Para 2019, a CNC manteve a projeção de alta de 4,6% no volume de vendas para o varejo ampliado e elevou de 1,7% para 1,9% a expectativa de variação para o volume de vendas no conceito restrito.  De acordo com os dados dada Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de outubro, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o comércio desacelerou neste mês: as vendas avançaram 0,1% após terem registrado crescimento de 0,8% em setembro. Mesmo diante deste cenário, o economista da CNC Fabio Bentes destaca que o setor completou um semestre de taxas positivas, impulsionado por fatores como inflação baixa, maior demanda por crédito e disponibilização de recursos extraordinários para o consumo, como a liberação de saques do FGTS e do PIS/Pasep. No conceito ampliado, houve variação de +0,8% em outubro, o que representa o oitavo registro positivo consecutivo. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, foi registrada alta de 4,2%, resultado acima da média dos seis meses anteriores (+1,8%).

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNISTA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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