Teia Digital

Rondônia é sexta no ranking de mortes violentas – Por Sílvio Persivo

E, se assim não for, devemos fazer com que seja. “Quando as coisas ficam ruins, é sinal de que as coisas boas estão por perto…” (Cora Coralina). 

OPERAÇÃO FIM DO ANO SEGURO 

Para garantir a segurança nas duas das mais tradicionais festas do calendário brasileiro: o Natal e o Réveillon, a Polícia Militar do Estado de Rondônia montou estratégia visando intensificar ações preventivas e repressivas, no período de 16 de dezembro deste ano a 5 de janeiro de 2020, em todo Estado. Apesar da  Operação Fim de Ano Seguro, a Polícia Militar alerta ser preciso que as pessoas redobrem a atenção com a segurança, principalmente, nas áreas de comércio que recebem grande fluxo nesta época do ano. Furtos, roubos, estelionatos e as famosas saidinhas de banco são crimes recorrentes que podem ser evitados dependendo do planejamento do caminho que vai tomar, onde vai estacionar o carro, onde descer e, em especial, com atenção redobrada ao fechar o veículo e nos cuidados com celular e bolsa. As estratégias montadas pela PM incluem pontos de estacionamento em locais e horários de grande circulação de pessoas; bloqueios em locais críticos; atividades com grande quantidade de efetivo policial, atuação programada de ocupação de pontos estratégicos, podendo ser integrada, em locais críticos; policiamento ostensivo a pé e policiamento motorizado. Além disso, as rondas e atendimento de ocorrências continuarão sendo realizados normalmente nas áreas residenciais, nos bairros dos municípios rondonienses.

INVESTIMENTO EM VEÍCULOS E INFORMÁTICA FORTALECE EXTENSÃO RURAL 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) liberou R$ 4.063.017,45 (valor global) que serão utilizados na aquisição de veículos e equipamentos de informática para fortalecer os serviços de assistência técnica e extensão rural no estado de Rondônia. A parceria firmada entre o governo estadual, por meio da Emater-RO, e o governo federal, por intermédio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF), do Ministério da Agricultura, visa qualificar os serviços de assistência técnica no estado, beneficiando aproximadamente 50 mil famílias nos 52 municípios de Rondônia. Esta ação foi viabilizada através de emenda parlamentar de 2017 pelo então deputado estadual, Luiz Cláudio Pereira Alves, hoje secretário municipal de agricultura de Porto Velho. O projeto apresentado pela Emater-RO prevê a aquisição de dez caminhonetes pick-up diesel 4X4; 33 caminhonetes pick-up tipo leve; 40 impressoras multifuncionais; 57 notebooks e 310 tablets.

ENCONTRO INVESTE TURISMO É CENTRADO NA GOVERNANÇA E INOVAÇÃO

Acontece hoje, quarta-feira (11), a partir das 14h no Salão Nobre – Rosilda Shockness no Centro Político Administrativo – CPA, o Encontro Investe Turismo – Empreendedorismo e Governança realizado pelo Governo do Estado através da Superintendência Estadual de Turismo – Setur, com o apoio do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac e do Conselho Empresarial do Turismo de Hospitalidade (Conetur)  e do Sebrae/RO. O evento tem como objetivo implantar e fortalecer a governança local e a inovação da oferta turística para o desenvolvimento sustentável dos empreendimentos do Estado. Entre os convidados estão Daniel Martins da Cruz, secretário Municipal de Nobres- MT, desde Janeiro de 2017, que acumula experiências no setor de turismo; Joaquim Magno de Souza, Diretor geral e proprietário da Agência de Receptivo, Roraima Adventures, de Boa Vista e Carlos Fábio de Souza, Coordenador de Turismo – Sebrae AM, graduado em Turismo e Administração, Mestre em Turismo e Hotelaria, pela Univale, professor universitário, atuando há mais de 20 anos na área de planejamento de Turismo. Segundo o presidente em exercício do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Gladstone Frota “O Encontro Investe Turismo é uma ótima oportunidade de ampliar as discussões sobre o desenvolvimento do turismo em Rondônia, uma vez que o programa beneficia o Estado, sobretudo, promovendo estudos de viabilidade de investimento, aumento da qualidade e competitividade e a geração de emprego e renda em nossa região. Convidamos a todos os empresários do setor para que participem deste encontro que sem dúvida contribuirá para o fortalecimento do turismo”.

RONDÔNIA É SEXTO NO RANKING DE MORTES VIOLENTAS

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga que, em 2018, Rondônia ficou na sexta posição no ranking de mortes por causas não naturais, com uma taxa de 11,74%, bem maior que o índice brasileiro (8,4%). E, ainda assim, é  uma leve queda em relação ao ano de 2017, quando 12,18% das mortes foram violentas (homicídios, suicídios e acidentes de trânsito). Os homens foram 83% destes registros. Eles também são a maioria quando consideradas as mortes naturais e violentas: 62%. O analista do IBGE, Jorge Elarrat, explicou que os homens são maioria das mortes violentas por causa do estilo de vida. “Eles se envolvem mais com a criminalidade, são mais imprudentes no trânsito e vão menos ao médico que as mulheres”. Os jovens de 20 a 24 anos são as principais vítimas da violência em Rondônia. Em 2018, esta faixa etária representou 10,18% das mortes por causas não naturais, sendo que 87% eram do sexo masculino. No Brasil, 13,59% das mortes violentas foram de jovens com estas idades. Os estados que lideram o ranking de mortes por causas não naturais são: Amapá (16,59%), Pará (14,54%), Tocantins (14,13%), Sergipe (12,99%) e Ceará (12,63%). Nota utilizando os dados da analista censitária Amabile Casarin. 

 

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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