Teia Digital

Rondônia se destaca na produção de peixes naturais – Por Sílvio Persivo

Nem sempre quem bate no tambor entende de música. “É um erro popular muito comum acreditar que aqueles que fazem mais barulho a lamentarem-se a favor do público sejam os mais preocupados com o seu bem-estar” (Edmund Burke). 

CORECON/RO TEM NOVOS CONSELHEIROS E DIRETORES

O Conselho Regional de Economia do Estado de Rondônia-CORECON/RO, em Sessão Plenária Ordinária, realizou a posse dos novos Conselheiros efetivos e suplentes, para o triênio 2020/2022: Conselheiros Efetivos – Francisco Aroldo Vasconcelos de Oliveira, Alex Rilie Moreira Rodrigues e Avenilson Gomes da Trindade, tendo como suplentes os Economistas, Wilson Cardoso, Márcio Freitas Martins e Paulo Luiz Ribeiro dos Santos. Também foram eleitos e empossados como Presidente e Vice-Presidente para a gestão 2020, os Conselheiros Noel Leite da Silva e João Batista Teixeira de Aguiar, respectivamente. A diretoria eleita tem como metas, dar continuidade aos trabalho contribuindo pela melhoria da instituição que representa a categoria dos Economistas no Estado de Rondônia,  buscando que o Economista seja reconhecido e identificado.

RONDÔNIA SE DESTACA NA PRODUÇÃO DE PEIXES NATURAIS

Rondônia, segundo o anuário PeixeBR da piscicultura de 2019, com uma produção de 72.800 toneladas, em 2018, é o maior produtor de peixes naturais do País. Depois, no ranking, aparecem o Mato Grosso, com 52.000 toneladas e o Maranhão, com 35.200 toneladas. Os peixes de cultivo de Rondônia são reconhecidos pela boa qualidade resultado dos cuidados tomados antes e durante a despesca, na retirada dos peixes dos tanques de criação, quando alcançam o peso comercial. Apesar do sucesso que isto representa, no entanto, é preciso acentuar que a cadeia produtiva ainda não se consolidou. É certo que vendemos pescado para fora, mas, a produção ainda é restrita a uma espécie (tambaqui) e a industrialização, que agrega muito valor ao produto, ainda é incipiente. 

PIRARUCU DE MANEJO TEM PREÇO MÍNIMO FIXADO

Foi publicada, no final do ano passado, a Portaria Nº 313, no Diário Oficial da União, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que atende à reivindicação dos pescadores, para estabelecer preços mínimos para Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio). Entre eles, o preço mínimo do pirarucu de manejo que, agora, mesmo se a negociação entre o pescador e o comprador do conhecido pescado não alcançar o preço mínimo estabelecido de R$7,83 o quilo, a política pública garante o pagamento da diferença ao produtor. A portaria com os novos preços mínimos relacionou o peixe a 16 outros produtos que também poderão receber as subvenções. Mesmo não sendo o ideal os pescadores consideram a fixação uma vitória da classe.

PRODUÇÃO INDUSTRIAL DO AMAZONAS, NO ANO, CRESCE

A produção industrial do Amazonas, registrada, em novembro,  decepcionou, em relação à outubro, permanecendo estagnada. Segundo a  pesquisa mensal do IBGE para o setor, em relação a outubro, o ritmo da atividade industrial amazonense foi zero, contra uma alta de 2,3%, no levantamento anterior. No confronto com novembro de 2018,  porém, o resultado foi melhor (+11,5%) e bem melhor ainda em relação ao ano anterior (+6,1%). A indústria do Amazonas também engatou seu quarto mês seguido no azul na variação acumulada de 2019, tendo crescido 3,5%. Em 12 meses, a elevação foi de 2,2%. Apesar da estagnação, o incremento na variação mensal  no Estado foi bem acima da média nacional (-1,2%), mas, deslocou o estado da segunda para a quarta posição entre as 14 unidades federativas pesquisas pelo IBGE. Ficou atrás de Rio de Janeiro (+3,7%), Ceará (+3,4%) e Mato Grosso (+2,7%). Os piores resultados foram obtidos pelo Paraná (-8%), Espírito Santo (-4,0%) e Pernambuco (-4,1%).  

NOVO SALÁRIO MÍNIMO PARA 2020

O presidente Jair Bolsonaro anunciou que reajustará o salário mínimo para 2020 dos atuais R$ 1.039,00 para R$ 1.045,00. O novo valor vale a partir de 1º de fevereiro. A definição será enviada ao Congresso por meio de uma nova MP (Medida Provisória) e o reajuste, em mais R$ 6,00,  se deve à inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que fechou 2019 com alta de 4,48%, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Estima-se que, neste caso, o impacto do reajuste no Orçamento da União para 2020 será de R$ 2,13 bilhões.

GOVERNO REVISA CRESCIMENTO DO PIB PARA 2019/20

A nova estimativa do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país durante um ano) de 2019 foi revisada de 0,90% para 1,12%. Para 2020, a previsão é que o PIB tenha expansão de 2,40%, ante a previsão de 2,32%, segundo as previsões constantes do Boletim Macrofiscal, da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia. 

COMO É DIFERENTE O AMOR EM PORTUGAL 

A Itália, ao contrário do que se pensa, também existe o “Bolsa Família”, com o nome de Renda de Cidadania ( Reddito di Cittadinanza) mas, o de lá tem um sistema anti-fraude implícito: o  beneficiário, ou dos membros da família, tem que trabalhar para o município, pelo menos, oito horas por semana. Ou seja, não há direito sem obrigação. 

AUTOR: SÍLVIO PERSIVO –  JORNALISTA –  COLUNA TEIA DIGITAL

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: BRASIL É O 8º MERCADO DE MÚSICA GRAVADA DO MUNDO – Por Silvio Persivo

    Com um faturamento de R$ 3,958 bilhões, crescimento de 14,1%, segundo a Pró-Música Brasil, o Brasil se tornou o 8º maior mercado de música gravada do mundo em 2025. Do total do faturamento cerca de R$ 3,4 bilhões vieram do streaming, que aparece como principal motor das receitas do setor.  Neste cenário, a Associação Brasileira da Música Independente (ABMI) amplia sua agenda de conexões comerciais por meio do BMK (Brazil Music Market), um projeto voltado à aproximação de artistas, selos e empresas com profissionais e oportunidades da indústria musical. Em outubro, são previstas ações no Formemus, no Espírito Santo, e, em novembro, na Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo). Para Talita Cordeiro, diretora-geral da ABMI, o avanço do mercado brasileiro precisa se traduzir em oportunidades concretas para as empresas independentes. A discussão envolve o acesso a novos mercados, a construção de parcerias comerciais e a capacidade de transformar a circulação internacional da música brasileira em negócios sustentáveis. FONTE: COLUNA TEIA DIGITAL –  POR SILVIO PERSIVO

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