Em Linhas Gerais

Hildon doma a dívida municipal e deputado ganha fama com suruba – por Gessi Taborda

ALIANÇAS

Estamos praticamente em cima da hora das convenções partidárias e em Rondônia o cenário continua confuso e indefinido, até mesmo em relação às siglas mais importantes e organizadas. Assim não se sabe ainda como será coligação para a disputa eleitoral de partidos como o MDB, o PSDB, PT e até o PSB. Os caciques da política estão enfrentando dificuldades que vão do alinhamento programático à pulverização de candidaturas interessadas na disputa do governo. O MDB já governou o estado por mais de duas vezes, com Valdir Raupp e Confúcio Moura. Dessa vez está na corda bamba, sem saber como se livrar da candidatura do deputado Maurão de Carvalho que, mesmo sendo presidente da Assembléia, para a disputa de outubro é cada vez mais irrelevante.

INSACIÁVEIS

O momento é de desânimo nacional. A economia está em queda crescente, refletindo mais desemprego e salários ainda menores. E mesmo assim, cresce a articulação para elevar salários de deputados e senadores da próxima legislatura. Nossos olheiros de Brasília garantem que essa articulação tem apoio de ministros da alta corte insatisfeitos com a decisão de Carmen Lúcia de não conceder reajuste nesse ano.

GRAU EXAGERADO

O poder, como tanto se fala, é capaz de corromper seus membros em todos os sentidos. E especialmente em Rondônia o grau dessa decadência chegou a níveis exagerados. Só isso para compreender como um outrora humilde cobrador de ônibus, certamente de família conservadora, mudou tanto. Parece ter sido exatamente isso o que levou o deputado José Hermínio a participar de orgias (surubas) no cenário do Motel Delírius – como acabou confessando após denúncia de sites midiáticos da capital – com sua mulher e, supostamente, outros amigos íntimos e casais do seu círculo íntimo de amizade.

BRINCADEIRINHA

Vivendo hoje num patamar econômico que sequer sonhara em sua juventude e nos tempos em que tinha de ganhar a vida como operário e cobrador de ônibus, Hermínio rompeu de tal maneira seus valores éticos e morais que, como disse em sua defesa, essa suruba comemorativa de família, não passa de brincadeirinha inocente. Tão inocente que, sempre de acordo com o discurso do deputado, os participantes da festa erótica sequer usaram o mastro da suíte para malabarismos das danças orgásmicas comuns em palcos de night-clubs.

CURIOSIDADE

Com o exercício de prazeres dignos de enredo pornográfico vindo a público, Hermínio aguçou a curiosidade da opinião pública sobre a prática do Kama Sutra na troca de casais ou de outras variantes do sexo doidivanas.

O deputado deve com essas estripulias perder um bom naco dos votos quem sempre recebeu dos conservadores. Não deve estar preocupado com isso, pois sequer fez um mea-culpa ao eleitorado.

CAOLHA

Às vezes me pergunto por que ainda há um número apreciável de pessoas desejosas de ver o país voltar às mãos dos petistas. Eles parecem não acreditar que as desditas econômicas do Brasil, hoje correndo sério risco de cair ainda mais no abismo, devem ser creditadas à Orcrim comandada por Lula da Silva. É um visão caolha e perigosa. As pessoas pobres, que pensam com o estômago, não têm escolha, a não ser torcer por um Estado grande e acolhedor. O estado tem interesse de manter a pobreza e a pobreza necessita de um estado provedor.

INEGÁVEL

O PT não é um simples partido. É definido por vários pensadores da política nacional como uma seita. E por isso é uma sigla perigosa. Ele expressa a parte imoral do homem, a mentira, a corrupção e a violência. Agora o que ele faz através de seus nomes mais influentes, com a desculpa de soltar Lula, nesse discurso de que ele é um prisioneiro político, é buscar a destruição dos mecanismos de controle externo, pondo em risco a existência de uma sociedade regida pela lei e ordem.

CARICATO

Pelo menos em RO o PT vive seu momento caricato. Diz que tem candidato próprio para a disputa do governo estadual, mas ninguém acredita nisso. Dom Benito, um jovem robusto, apresentador de um programa de TV sem nenhuma relevância, demonstra disposição para carregar a bandeira do partido da estrela. Mas até esse momento ninguém crê que seu nome chegará a ser apresentado na convenção partidária. Afinal, Benito teve como papel mais relevante desde que chegou a RO o de cultuador de Mário Calixto, personagem lombrosiano que comandou várias ações de corrupção em Rondônia, durante o período em que foi o bambambã do extinto jornal O Estadão. Hoje esse antigo guru de Dom Benito mofa na cadeia.

COPA

Assisti a disputa final da Copa em casa. O resultado foi como previ. Foi de um brilho extraordinário a vitória da França na Copa de Moscou. A equipe provou que no futebol o conjunto é tudo. Aliás, no final de sua vida Einstein estabeleceu uma noção completa: o conjunto não é igual à soma das partes. É próprio de si mesmo.

DÍVIDA PÚBLICA

Nem os críticos mais contundentes podem negar: o prefeito Hildon Chaves está conseguindo, e cada dia mais, recuperar a capital rondoniense, Porto Velho, encaminhando-a através de ações cada vez mais exitosas, para a melhora da qualidade de vida de seus moradores.

É claro que Hildon Chaves não pode fazer logo que assumiu as implementações de todos os projetos defendidos durante a campanha, pois – como se vê agora – nunca seria o salvador da pátria como tentou fazer crer seus oposicionistas. O buraco encontrado por Hildon era, e é, mais embaixo, atendendo pelo nome de dívida pública.

EQUACIONAMENTO

Certamente o assunto dívida pública (seja do estado ou dos municípios) nunca foi tema de debate na mídia local. Mas esse gravíssimo problema existe e é um dos enormes desafios encarado pelo prefeito Chaves, pressionado por enormes títulos precatórios que poderiam literalmente levar o município à falência.

O trabalho de equacionamento desse caos econômico tem permito ao prefeito realizar no momento ações em obras que estavam jogadas às traças e em ações como o maior tapa-buracos que já se viu por aqui.

ANTECESSORES

A capital rondoniense sofre de inúmeras carências, especialmente em infraestruturas. A responsabilidade desse caos é dos prefeitos que antecederam Hildon que fraudaram contratos de obras, superfaturaram e deixou para a sociedade atual todos os rabos de foguetes em áreas como saúde, segurança, saneamento, cultura e até embelezamento urbano. Esse é um assunto recorrente que a coluna pretende aprofundar em suas próximas edições.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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