Cultura

Gabriella Di Laccio: a brasileira que quer revolucionar a música mundial

Soprano multi-premiada, ativista e apontada pela BBC como uma das mulheres mais inspiradoras do mundo, a brasileira ganhou reconhecimento por criar o projeto Donne – Women in Music, a maior plataforma virtual de compositoras mulheres ao longo dos séculos. Mas ela quer ainda mais.

Como se mede a grandiosidade da voz de uma cantora lírica? É possível analisar suas gravações, ler as referências de maestros e maestrinas renomados, verificar os prêmios recebidos e o reconhecimento global. Tudo isso nos daria uma ideia da relevância da soprano Gabriella Di Laccio. No entanto, mais do que isso, sua voz ganha força e projeção mundial quando ela usa o seu talento para dar visibilidade a milhares de outras musicistas que ficaram esquecidas ao longo da história da música mundial. E o projeto não para de crescer.

Radicada em Londres há 19 anos, Gabriella Di Laccio poderia ser “mais uma voz” brasileira a ganhar destaque nos palcos mundiais. Já seria um grande feito, mas ela foi (muito) além. Natural de Canoas (RS), é graduada em canto lírico na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP). A soprano fez parte do elenco de diversos grupos musicais profissionais ainda Brasil e foi solista em muitos concertos. Ainda na faculdade e encorajada por um maestro britânico, fez um teste no Royal College of Music of London, uma das academias de música mais respeitadas do mundo – e assim iniciou sua transferência definitiva para a capital inglesa.

A pós-graduação no Royal College se deu nas áreas de Early Music Specialist (Especialista em Música Antiga) e Opera Performer Diploma (Diploma de Performance em Ópera), e recebeu o título de “Distinction” em ambas qualificações. Também vencedora de dois concursos na Inglaterra recebendo os prêmios Peter Pears e Richard III em performance.

Por seu talento e dedicação, Gabriella ganhou os palcos e o respeito internacional. Sua carreira já estava consolidada quando uma pesquisa mudou todo seu destino.

Compositoras mulheres

Lá pelos idos de 2014, a soprano buscava aprofundar seus conhecimentos sobre as obras inspiradas em William Shakespeare quando descobriu, em um sebo londrino, a “International Encyclopedia of Women Composers”. Escrita na década de 1980 pelo americano Aaron Cohen, a enciclopédia listava mais de 6 mil compositoras.

A primeira reação de Gabriella foi a de vergonha por não conhecer aqueles nomes. Ao consultar alguns colegas, notou que esse desconhecimento era geral no meio musical. “De repente eu percebi que, em uma vida inteira frequentando concertos, eu nunca questionei porque só via nomes masculinos nos programas”. Era o momento de agir.

“Até então eu pensava que era engajada, mas percebi que não fazia nada, efetivamente, como artista. Foi quando comecei a listar essas mulheres, me inspirar com as suas histórias, reconhecer quem, efetivamente, eram elas. Ficou claro, pra mim, que um engajamento silencioso não era mais uma opção”, conta. Já em 2016, Gabriella  criou o selo Drama Musica, para dar visibilidade a artistas brasileiros na música clássica. E foi por meio do selo que ela lançou a primeira coleção totalmente dedicada a mulheres. Dois anos mais tarde, em 8 de março de 2018, lançou oficialmente o projeto Donne – Women in Music.

O Donne trouxe para a internet as informações que antes só constavam em páginas de livros, ampliando o alcance de toda a riqueza musical e cultural. Lá, essas compositoras ganharam rosto, som e história. A plataforma online ganhou uma visibilidade tão grande que Gabriella acabou integrando, naquele ano, a lista da BBC das 100 Mulheres Mais Inspiradores e Influentes do Mundo, a única do país representada na relação que elenca nomes relevantes em 60 países.

Qualidade e representatividade

Mais do que simplesmente mostrar quem eram essas mulheres, Gabriella sentia que precisava dar evidência à qualidade musical do material que vinha encontrando. “Eu abri um baú e surgiu muita gente boa, foi quase uma caixa de pandora”, lembra. Foi quando a sua voz passou a amplificar vozes de outras mulheres que estavam esquecidas.

A cantora lírica, então, virou uma ativista defensora dessas compositoras. É sempre a primeira a sugerir obras de assinatura feminina. E ela ressalta: “é importante que as músicas de mulheres compositoras sejam tocadas, mas não só porque são de mulheres. Não se trata de um programa de cotas, e sim do fato de que são músicas realmente de altíssima qualidade e grande valor artístico”. É preciso que elas sejam mostradas, lembra, para que o público tenha a opção de gostar ou não delas.

Gabriella reforça, ainda, que não é possível reescrever a história – mas sim mudar o presente e construir um futuro melhor para as próximas gerações. “Não vamos desperdiçar mais um século falando sobre as vozes esquecidas, porque se elas são esquecidas, somos nós que as esquecemos. Eu realmente acredito que podemos fazer melhor”, afirma. Para a cantora lírica, a diversidade traz força e a igualdade é um direito fundamental – o que está nos impedindo?

Nova etapa

Hoje, o projeto Donne – Women in Music reúne, em sua Big List, mais de 5 mil mulheres compositoras em seu acervo. A lista vai desde compositoras pré medievais  até as singer-songwriters do Século XXI. Entre os gêneros é possível encontrar compositoras de música de concerto, ópera, dança, teatro, filme, música eletrônica, eletroacústica e jazz, entre outras.

Mas Gabriella quer mais. O novo site da iniciativa será agora uma plataforma multimídia tornando o projeto mais interativo ao incluir vídeos educativos e playlists selecionadas para que todos possam escutar e descobrir o universo riquíssimo da música escrita por mulheres. A nova Big List vai permitir a pesquisa de compositoras  por país de nascimento, localização e estilo musical, assim como possibilitar a inclusão de mais mulheres na plataforma. “Também vai ampliar a visibilidade de compositoras negras e de minorias, permitindo a busca por identidade étnica, sexual ou de gênero”, explica a musicista.

O novo espaço do projeto Donne – Women in Music pode ser conferido no site https://donne-uk.org/br/

FONTE: ASSESSORIA

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • COLUNA TEIA DIGITAL: Confiança Empresarial diminui com cenário econômico de incerteza – Por Silvio Persivo

    Insistir é preciso. “De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando. A certeza de que precisamos continuar. A certeza de seremos interrompidos antes de terminar. Portanto, devemos fazer da interrupção um caminho novo. Da queda, um passo de dança. Do medo, uma escada. Do sonho, uma ponte. Da procura, um encontro” (Fernando Sabino). IV SIMPÓSIO DE CIÊNCIA E PESQUISA A da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) com o objetivo de aproximar a sociedade da comunidade científica e apresentar os seus resultados nos projetos apoiados pela instituição,) realiza o IV Simpósio de Ciência e Pesquisa (Simfap), nos dias 5 e 6 de novembro. O evento reúne pesquisadores para compartilhar seus trabalhos, fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação no estado.. O evento om palestras, mesas-redondas, debates e apresentações de trabalhos científicos será realizado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO), na Avenida Presidente Dutra, nº 1889, em Porto Velho, e as inscrições estão abertas até o dia 4 de novembro, O presidente da Fapero, Paulo Renato Haddad, disse que o Simfap já se tornou uma tradição “Mais do que apresentar resultados, o evento é uma forma de dar transparência aos investimentos realizados em ciência, tecnologia e inovação, aproximando a população das pesquisas e demonstrando como esses recursos estão contribuindo para o desenvolvimento de Rondônia”. COMEÇOU O PERÍDO DE DECLARAÇÃO OBRIGATÓRIA DE REBANHOS Começou neste último domingo (1º), o período para a segunda etapa da declaração obrigatória de rebanhos em Rondônia. A atualização cadastral deve ser realizada até 30 de novembro pelos produtores rurais que criam bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, equídeos e aves. O procedimento é realizado junto à Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). Durante o período, a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA) fica condicionada à regularização das informações cadastrais e os produtores só poderão movimentar os animais para transporte ou comercialização depois de feitaa declaração do rebanho. No sistema Idaron Online, os pecuaristas vão classificar o gado como leiteiro ou de corte e informar os números de nascimentos e mortes desde maio. Também será necessário indicar a faixa etária dos animais, especificando quantos, entre os nascidos depois da primeira etapa da declaração, têm de quatro a seis meses e quantos têm de um a três meses de idade. Por fim deve ser feito o ajuste automático do total dos rebanhos no sistema, a partir das alterações informadas pelo produtor. A A atualização cadastral, como se sabe, é necessária para manter o status sanitário de Rondônia como área livre de febre aftosa sem vacinação. CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DIMINUI COM CENÁRIO ECONÔMICO DE INCERTEZA Segundo o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), os empresários do comércio, no último e mais forte trimestre para o setor no ano, estão menos otimistas, com menos planos de expansão e contratação. O Icec registrou um recuo de 2,7% em outubro, resultado das incertezas do cenário econômico e apresentou sua quarta queda consecutiva e a mais intensa desde julho, já descontados os efeitos sazonais. Com este resultado, o indicador reduziu para os 96,7 pontos, ficando abaixo do nível de neutralidade e atingindo o valor mais baixo desde maio de 2021, na pandemia, quando marcou 94,5 pontos. Para o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, “O comércio acende um alerta para todo o país ao entrar no período mais lucrativo do calendário, sob cautela. Quando o empresário pisa no freio das contratações e dos investimentos, toda economia desacelera, reflexo direto das incertezas nos âmbitos fiscal e monetário que travam as decisões de negócios neste último trimestre”, analisou. Em Rondônia, a situação é um pouco melhor mesmo com o Icec caindo de 107,3 pontos para 105,9 pontos, ou seja, uma queda de -1,3%. Rondônia, em geral, possui um comportamento mais otimista e resiliente, mas, ainda assim, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia-Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coêlho, afirmou ser preciso “Maior previsibilidade, segurança jurídica e políticas monetárias que reduzam os custos das operações do nosso setor. O comércio, nas condições atuais, mesmo querendo expandir e gerar postos de trabalho sofre com a falta de um ambiente mais favorável para manter o crescimento”. E também aconselhou os empresários a realizarem promoções e facilidades maiores para atrair os clientes neste final de ano. REINCIDÊNCIA DE INADIMPLENTES BATE RECORDE Um sintoma deste problema é o fato do Indicador de Reincidência de Pessoas Físicas, apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em setembro, revelar que se verificou o maior recorde no número de consumidores negativados nas listas de inadimplentes. Em setembro de 2026, do total de negativações, 87,44% foram de devedores reincidentes, ou seja, consumidores que já tinham aparecido no cadastro de inadimplentes nos últimos 12 meses. Acrescente-se que no universo de reincidentes, a maior parte, 67,05%, ainda não havia quitado as pendências antigas e foi negativada novamente. Outros 20,38% tinham saído do cadastro de devedores nos últimos 12 meses, mas retornaram. Apenas 12,56% dos negativados em setembro não estiveram com restrições no CPF ao longo do último ano. Mais: o tempo médio decorrido entre o vencimento de uma dívida e o vencimento das demais pendências para os reincidentes foi de 72,5 dias. Isto significa que, em média, depois de cerca de 2,4 meses do vencimento de uma dívida negativada, outra dívida já vence. Também se observa que houve um crescimento de 18,28% no número de devedores reincidentes, os que já haviam aparecido no cadastro de inadimplentes, na comparação com os 12 meses anteriores. É uma forte indicação de que o programa Desenrola não deu certo. AUTOR: SILVIO PERSIVO –  COLUNA TEIA DIGITAL

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.