Em Linhas Gerais

Empresa de senador de RO deve quase um trilhão para a Previdencia

FILOSOFANDO

“Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que deveria querer outra coisa.” ANNA PAVLOVA (1881/1931), foi uma bailarina russa, nascida de mãe solteira, que fascinou o mundo da dança no século XIX e na primeira metade do século XX. Iniciou seus estudos de balé na Escola Imperial de Balé de São Petersburgo. Chegou a apresentar no Brasil, em 1918, no Teatro da Paz, em Balem, no Pará.

QUESTÃO DE LEI

Até para quem deposita todas as esperanças no prefeito Hildon Chaves para consolidar mudanças reais na gestão da cidade fica difícil formar na tropa de choque que o defende de todas as críticas, especialmente quando ampliadas pelos vingadores dos derrotados no último pleito.

É claro que o recuo do prefeito em favor dos invasores do espaço público (praças, calçadas, etc) onde vendem – de forma ilegal, clandestina – contrabando, pirataria entre outras coisas, desgasta o prefeito e arranha sua capacidade de autoridade. Ainda que o prefeito avaliasse ser importante fazer média com os camelôs, não é sua competência suspender a legislação em vigor. Certamente alguma instituição de defesa da lei pode exigir seu cumprimento, retirando quem tomou conta desses espaços à população.

VOTAR COMO?

A revelação de que a Eucatur está na 17ª posição entre os 500 maiores devedores da Previdência no país pode reduzir as expectativas de votos do senador Acir Gurgacz em seu sonho de disputar o governo rondoniense. O primeiro estrago para a vida pública do senador que chefia o PDT rondoniense foi feito pelo também senador Ivo Cassol colocando a empresa líder do grupo de grupo empresarial dos Gurgacz. Ora, como votar para governador em alguém que como gestor privado não gosta de pagar impostos ou de recolher as contribuição da previdência, devem perguntar o eleitorado. Na lista oficial dos devedores o valor da dívida atribuída a Eucatur é de quase 500 bilhões.

CARRASCO

A parte mais frágil da população (idosos e famílias carentes) deve se preparar para mais um golpe do desgastado governo brasileiro.  Vítimas dos carrascos do povo, a população que necessita da Farmácia Popular para retirar, graciosamente, os remédios de uso contínuo para doenças do tipo diabetes está sendo informada de a farmácia estará fechada a partir de julho.

ORÇAMENTO REDUZIDO

É certo que há muito tempo ela funciona com prateleiras desfalcadas. Entretanto, remédios fundamentais, como o cloridrato de metformina (para diabéticos), eram distribuídos sem problemas. Com o fechamento da Farmácia Popular em Porto Velho, quem sofre dessas doenças até agora incuráveis terão de comprometer ainda mais seu orçamento familiar. Enquanto isso, deputados ficam perdendo tempo com audiências públicas sobre bobagens como Baleia Azul.

SEM RABO PRESO

O colunista está aceitando pedidos de sites jornalísticos interessados em reproduzir Em Linhas Gerais. A oportunidade está aberta apenas para sites e portais sem rabo preso com governantes, capazes de resistir a pressão e oferta de propinas para garantir blindagem a políticos de todos os níveis. Interessados devem entrar em contato com o jornalista pelo e-mail [email protected] durante todo o mês de junho.

INTERESSE ÚNICO

A concessão de reajuste da tarifa do transporte coletivo de Porto Velho, diante da precariedade do serviço que – é isso mesmo – está funcionando de forma irregular tendo em vista que o contrato emergencial acabou, atende somente ao interesse dos “empresários” que através dessa coisa batizada de “SIM” monopolizam esse serviço.

O que se espera do prefeito é a realização de uma Licitação Pública sem pegadinhas para contratação de empresas verdadeiramente especializadas e capazes de prestar um serviço de qualidade à população.

É preciso por um ponto final nessa invenção dos tempos de Nazif que – sabe-se lá o$ verdadeiro$ motivo$ – abriu o grande mercado de transporte para (rárárárárá!) empresário do Amapá. É do baralho.

PEGANDO TROUXAS

Confesso que fiquei com o estômago revirado quando vi o presidente Michel Temer sentenciar na sua aparição na TV que “Acabou a recessão”. Em suma Temer faz o seu papel de vender otimismo, mas só os ingênuos ou incautos compram essa afirmação de que a recessão acabou e que agora os empregos vão aparecer.

Prefiro acreditar na gerente de contas nacionais do IBGE (órgão do governo), Rebeca Palis, que disse: “É preciso esperar um pouco para ver o que vai acontecer este ano. A gente teve crescimento no trimestre, mas foi sobre uma base muito deprimida. E, se olharmos no longo prazo, ainda estamos no mesmo nível de 2010”.

DISPOSTO A DELATAR

Denunciado por supostamente ter recebido propina do esquema Friboi, o vice-prefeito Edgar do Boi tomou doriu. Não aparece nem no diretório estadual do PSDC. Há praticamente uma certeza de Edgar será investigado pelas instituições do judiciário competentes para isso. Segundo uma fonte próxima do presidente do PSDC rondoniense, ele estaria propenso a colaborar, de forma oficial, com a investigação fazendo, em outras palavras, uma delação premiada.

DECADÊNCIA

Os políticos são os principais responsáveis pela decadência da classe e especificamente do parlamento. Em Rondônia as atitudes irresponsáveis são reveladoras desse desprestígio. É assim o final de semana terminou em dois fracassos na Assembleia Legislativa. No primeiro caso foi por água abaixo a “audiência pública” inventada pelo deputado Leo Moraes (aquele amargamente derrotado na disputa pela prefeitura da capital), para discutir a “Baleia Azul” a falta de público (inclusive de parlamentares) acabou cancelando o “importante debate”.

SABIDO

Na sexta feira outra demonstração de decadência. A sessão solene (??) do parlamento para homenagear um programa de TV local (Rede TV) terminou em fracasso. O desimportante programa com audiência traço não garantiu presença no plenário e muito menos na plateia. Mesmo assim o vibrante deputado Boabaid (especialista nessa espécie afagos) dirigiu a “inesquecível” sessão com a mesma fleuma que lhe garantiu nessa semana uma manchete em que faz grave denúncia contra o Tribunal de Contas do Estado que – talvez por medo do deputado – preferiu não explicar e nem reagir ao ataque do parlamentar egresso da caserna.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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