Em Linhas Gerais

Em linhas gerais:Os índices de rejeição dessa pesquisa confirma que Confúcio Moura não foi aquilo que o povo esperava dele- por Gessi Taborda

LINHA DE PARTIDA

ELA corrida sucessória, em termos de postulantes, vai se afunilando. No cenário do momento estão na linha de partida o nome do (meu Deus!) governador Confúcio Moura. Ao seu lado aparece o do ex-senador (cassado por compra e votos) Expedito Júnior, na segunda fila procuram se acertar o Padre Tom, do PT, ladeado pelo deputado Maurão de Carvalho, do PP. Na terceira fila da disputa há postulantes como Pimenta de Rondônia (PSOL), Sussuarana (PV) e, finalmente, Rafael Claros, do PCdoB. Resta agora ouvir de cada um deles que tipo de apito toca.

É certo que esse “grid” de largada da sucessão pode ser mudado até a realização das convenções de junho. Esse é, por exemplo, o caso do PT que sofre pressão do comando nacional para se aliar ao PMDB e desistir da candidatura própria.

No caso do candidato tucano persiste a polêmica sobre a existência de barreiras na Justiça Eleitoral para homologar sua candidatura. Expedito diz que o caminho está livre, mas – sabem-se lá os motivos – não apresenta uma certidão da Justiça para por fim ao diz-que-diz prejudicial à sua aspiração de chegar ao Palácio Getúlio Vargas.

FALTA PROJETO

JuniorLi ontem uma imensa entrevista de Expedito Júnior dada ao jornalista Carlinhos Araújo. Não consegui identificar nenhuma afirmação verdadeiramente importante para justificar a ansiedade desse moço pelo governo estadual.

Expedito, reconhecidamente, é quem tem mais obrigação de delinear publicamente seu “projeto” (se é que ele existe), poisestá bem acima, em termos de popularidade e influência, dos demais pré-candidatos.

Mas, sejamos sinceros: nenhum dos postulantes ao cargo apresentou, até agora, pelo menos uma síntese de seu projeto para modernizar o estado de Rondônia. Eles, pelo visto, só tem projeto de poder, mas não para fazer o estado avançar.

REJEIÇÃO É OBSTÁCULO

cof.umA coluna vem vaticinando desde o princípio do ano passado que a rejeição popular do governador Confúcio é o grande obstáculo para sua permanência no comando rondoniense. O governador, também conhecido como “filósofo caipira” só tem a aprovação de 17% da população rondoniense, segundo pesquisa divulgada pelo IRPE no dia 19. Com esse índice está claro: mesmo num cenário de Oposição desintegrada e sem o nome de concorrentes com experiência eleitoral suficiente para enfrentar a máquina, não serão favas contadas uma vitória da candidatura chapa branca.

Confúcio é, certamente, o pré-candidato com melhor oratória, que sabe fazer discurso bonito. Mas dessa vez promessas vazias não irão ajudar a conquistar o eleitor desse ano.

O QUE FALTOU

cof.umOs erros cometidos pelo governador, a pouca ação de sua gestão, ajudou a tornar o eleitor rondoniense arredio, sem vontade de votar em ninguém. Confúcio não me parece o político com capacidade de se reinventar.

Os índices de rejeição dessa pesquisa confirma que Confúcio Moura não foi aquilo que o povo esperava dele: um gestor eficiente, modernizador e que chegaria ao fim de seu mandato com muitas obras realizadas em todo o estado que pudesse agora ser mostradas sem maquiagem; sem esconder que se tratou de iniciativas de gestões passadas, muitas faltando apenas o acabamento.

Faltou – e ainda falta – também ao governador habilidade para articular politicamente na sua gestão. Não agradou nem a base de seu próprio partido. Sua candidatura à reeleição não entusiasma nem os caciques do PMDB, que fazem de tudo, nesse momento, para obrigar o PT a se aliar a Confúcio, na esperança de que isso ajude a salvar a lavoura do cacique Valdir Raupp.

SEM SERVENTIA

CONTRA.JPGSe quiséssemos haveria material para alimentar uma crítica diária aos “agentes de trânsito de Porto Velho”. Estou cada vez mais convencido de que esses agentes de trânsito custeados pelo contribuinte da cidade e inventados naquela gestão terminada como um flagelo (aquela do prefeito Ali Babá) não tem serventia de nada.

Se o trânsito está represado nos horários de picos, especialmente pela sinalização semafórica lerda e ultrapassada, o tal agente de trânsito não aparece para terminar com os gargalos desnecessários, como acontece na Calama, sentido centro bairro, enquanto no lado inverso não tem trânsito nenhum.

SÓ APARECE PARA MULTAR

CONTRA.JPGSe tiver fila dupla na porta das escolas (especialmente as particulares), na frente da Assembleia Legislativa, na Esplanada das Secretarias, etc, etc, o tal agente de trânsito também não aparece. Se estacionarem em lugar proibido, principalmente na Avenida Calama e na Carlos Gomes, o agente de trânsito também não aparece. E não aparece também para impedir que todo espaço de estacionamento nas vias públicas (principalmente no centro) sejam ilegalmente ocupados por motoqueiros.

Mas se é para multar, lá esta ele meio enrustido, o agente arrecadador. É claro que não podia mesmo prestar, uma coisa inventada pelo famigerado Bob Ali Babá Sobrinho.

BABAQUICE

mauroO prefeito de Porto Velho pratica babaquices seguidamente. Fica enterrando uma montanha de dinheiro público no canteiro central da avenida expressa (única da capital) que liga a cidade ao Aeroporto Internacional (qua!qua!qua!qua!qua!) Jorge Teixeira, pela via do HB, obra completamente dispensável; deixando ruas como a que liga a Guaporé ao Atacadão totalmente intransitáveis, motivo para levar os usuários a praguejarem e xingar até a mãe do prefeito babaca. Se fosse inteligente não deixaria esses pontos de muito movimento ficar parecendo terreno lunar. Infeliz a cidade de Porto Velho pelo prefeito que tem e que teve no passado recente.

A tal “obra do prefeito” feita no “Espaço Alternativo” (???), segundo o deputado José Hermínio serve apenas para “roubalheira e superfaturamento”. Com a palavra o MP e o TCE.

UMA CHATA

Ana da8A deputada Ana da 8 não para com essa porralouquice de achar que alguém acredita nessa sua conversa de “inocente”. Todas as tentativas de conseguir no judiciário uma decisão para retomar o mandato fracassaram. Ana deve imaginar que nós, rondonienses, somos todos babacas para acreditar nos seus despautérios. Exatamente por um alto grau de falta de consciência política, a dona Dermani caminha para ser carta fora do baralho e para encarar uma pilha de processos que deverão fazer de sua vida um rio de lágrimas.

NEPOTISMO

mauroO ranheta do prefeito Mauro Nazif na hora de cumprir leis em vigor deverá sofrer – pelo menos essa a esperança do vereador Aélcio Costa – uma ação do Ministério Público diante de sua resistência em cumprir a Lei contra o nepotismo (Aélcio Costa foi seu autor) aprovada e promulgada pela Câmara Municipal. Se essa não for mais uma das leis que o município não cumpre (e são várias), Nazif acabará tendo de demitir a parentalha que colocou na prefeitura com altos proventos arrancados dos contribuintes.

Por- Gessi Taborda

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by

Sobre nós

Folha Rondoniense todos os Direitos Reservados @ Endereço: Rua Nicaraguá 7246, Centro, Candeias do Jamari

facebook: folha Rondoniense.folha Rondoniense.