Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais- Prefeitura vai desobstruir todas as calçadas de Porto Velho . Eu só acredito vendo. por Gessi Taborda

DISFARCE

acirA manchete do jornalão do senador (vá lá) sem votos de ontem me provocou uma ótima gargalhada: “Confúcio e Acir lideram a campanha”. A manchete, referindo-se à última pesquisa do Ibope mostra bem o estilo pastelão daquele hebdô. Ora, quando um ponto de diferença (numa pesquisa com margem de erro de 3% para mais ou para menos) significa “liderança”? Se continuar liderando assim, o caminho desses “políticos” pode bem ser o mesmo do “Titanic”.

 

SUSPENSÃO

pESQUISAS23Uma fonte comentou ontem com o repórter a possibilidade de uma importante coligação eleitoral dar entrada no TRE de uma ação para barrar a divulgação de novas pesquisas de opinião, pois “tais pesquisas” poderiam afetar o equilíbrio de candidaturas tidas como as mais importantes nessa disputa.

Só faltava alguém ir ao Tribunal pedir a divulgação de resultados finais dessa disputa.

ALTO NÍVEL

JUNIORExpedito Júnior parece ter definido uma linha a ser observada nos discursos que fará nessa campanha eleitoral, procurando mostrar como pretende agir caso vença as eleições. E destacou, ao dar entrevista ao UOL, a defesa de realizar auditorias nas contas da administração estadual, para ver exatamente o tamanho da dívida e seus reflexos na visível paralisia econômica de Rondônia.

É um discurso coerente. Nem por isso os coordenadores da campanha chapa branca deixam de ver nessas manifestações “farpas” atiradas contra o governo.

Há uma tradição nas falas dos candidatos em pleitos realizados em Rondônia: “Vamos fazer uma campanha propositiva e procurando sempre manter o alto nível do debate”.

PANFLETÁRIA

pESQUISAS23Em todas as vezes, é bom que se diga, esse solene compromisso dos candidatos no princípio da campanha acaba, como tantas outras promessas ditas em palanques, não sendo cumprido. E logo vem o caráter panfletário, transformando a eleição numa espécie de vale-tudo.

E dessa vez tudo leva a crer que não vai ser diferente, especialmente porque o resultado da primeira pesquisa eleitoral feita por um instituto de renome nacional vai – podem esperar – obrigar candidatos que ficaram mal na foto a usar a arma do lado escuro das campanhas: os panfletos e publicações apócrifas.

MAIS ATENÇÃO

Olho vivoQuem tem a obrigação de coibir essas verdadeiras maracutáias (especialmente a PF) deve ter atenção redobrada. É que, quando os índices das pesquisas de intenção de voto não sobem ou começam a patinar e não há uma coordenação de campanha que priorize a ética como valor, instaura-se, em meio ao desespero, a busca pelo objetivo — ser eleito — sem que haja um comedimento no uso da estratégia — o “como” ser eleito. O fim não só justifica, mas também avaliza os meios. Uma das armas do lado obscuro das campanhas é a farta distribuição de material apócrifo.

LEGISLAÇÃO

Olho vivoDe acordo com a legislação eleitoral (Resolução 23.191 do Tribunal Superior Eleitoral), todo material impresso de campanha eleitoral precisa conter o número do candidato no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) — há uma inscrição específica nesse sistema para cada um dos postulantes —, além do CNPJ ou CPF do responsável por sua confecção. Isso ocorre para que haja o devido controle e, obviamente, para que o candidato seja identificado e, caso necessário, responsabilizado por alguma ocorrência.

PUNIÇÃO BRANDA

Olho vivoAgora, no início de uma nova e disputada campanha, já aparecem notícias de panfletos apócrifos, especialmente, conforme afirmam fontes da região, no sul do estado. Ainda não são publicações que buscam denegrir candidatos mas, como se informa, fazer apologia de alguns disputantes de forma ilegal. São as “publicações caça-níqueis” comuns nesse período, criadas para tomar dinheiro de quem está na disputa dos votos.

Há brechas na legislação eleitoral, mas, mais do que isso, na prática tem havido apenas punições brandas: se um juiz fizesse a mais radical das interpretações, o máximo a que poderia condenar um autor de material apócrifo seria a dois anos de prisão, o que não confere regime fechado. Ou seja, de fato não há cadeia para quem opta por essa tática eleitoral nada ética.

AGRESSÃO VIRTUAL

Olho vivoA preocupação com a disseminação de inverdades e injúrias por meio da reprodução e distribuição de material físico é antiga. O que não há são medidas efetivas para combatê-la. Em vez de um cenário com tendência a se tornar mais positivo, outra ameaça aos princípios da democracia está cada vez difundida: a agressão virtual. À mesma maneira que o panfleto apócrifo, a divulgação de banners e textos pela internet de forma a ridicularizar determinado candidato ou coligação tornou-se mais uma opção para quem quer disseminar a mentira e jogar ódio na disputa eleitoral.

REPRESSÃO

ELEIÇÕESSeja por material impresso ou virtual, a Justiça Eleitoral precisa obter meios para reprimir com rapidez, rigor e eficácia as tentativas de levar o jogo eleitoral para longe da discussão de proposta e para perto do abismo das baixarias. Especialmente a disputa rondoniense merece atenção, porque os adversários já se conhecem e são arquir-rivais.

FARPAS NATURAIS

JUNIORÉ que claro que as declarações de Expedito veiculadas pelas publicações nesse momento nada tem de acintosas. São manifestações normais de quem pretende convencer o eleitor de que é uma nova alternativa para o comando do Estado. Falar sobre a importância de dotar Rondônia de infraestrutura e de fazer auditorias para ter um quadro real da dívida pública e dos investimentos realizados é até uma demonstração de responsabilidade, mesmo parecendo farpas jogadas contra a candidatura chapa-branca.

Certamente o desejo do eleitor rondoniense é que os atuais candidatos ao governo rebaixe desde já o nível da campanha que praticamente começou e vai ser acelerada a partir do dia 19.

SÓ VENDO

mauroO release distribuído pela prefeitura ontem à imprensa não passa até agora de mais um factoide. A prefeitura chefiada por Mauro Nazif (o amorfo) garante que vai desobstruir todas as calçadas de Porto Velho, devolvendo o passeio público aos moradores. Eu só acredito vendo. E se essa ação não começar para ruas do centro (como a Sete de Setembro) e não chegar imediatamente à Jorge Teixeira onde por vários anos funciona “uma frutaria”, não passará mesmo de mais uma cascata desse prefeito que até agora não disse a que veio.

SUBIU DE NOVO

VOCE SABIANo mês de julho, a quantidade de consumidores inadimplentes registrados na base de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e da CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) aumentou 4,43% em relação a julho de 2013. O indicador mensal de inadimplência do consumidor tem abrangência nacional e calcula tanto o número de brasileiros inadimplentes quanto a quantidade de dívidas em atraso. Esse resultado ficou ligeiramente acima do observado em julho do ano passado, quando o número de pessoas inadimplentes apresentou alta de 4,36%.

 

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by