Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: Jurista lança petição para acabar com a reeleição – por Gessi Taborda

FALTOU INTERNET

netA coluna não foi enviada ontem aos editores e deixou de ser publicada. A culpa foi do péssimo serviço de internet (que é religiosamente pago) de responsabilidade da OI. Mais uma vez não houve melhores esclarecimentos. A internet parou de funcionar perto do meio dia e só voltou após as 19 horas do dia 19. Não houve como elaborar a coluna e transmitir os dados. Coisas comuns nesse nosso país de terceiro mundo.

MALIGNA

Luiz-Flávio-GomesUm dos principais juristas do Brasil, Luiz Flávio Gomes, lança petição pública, que receberá milhares de assinaturas em todo Brasil, para acabar com a reeleição. Segundo ele, ela é uma das principais responsáveis pela multiplicação da corrupção e nepotismo na política nacional. Presidente do Instituto Avante, Gomes tem números e dados que comprovam o quanto a reeleição é maligna para o país. A petição será entregue no Congresso Nacional. “A não reeleição é um freio contundente no atual quadro de degeneração da nossa política nacional, que precisa urgentemente de reforma”, diz Gomes. “Vamos chegar a milhão de assinaturas”, afirma. Mais detalhes dessa petição e de como endossala no seguinte site: http://institutoavantebrasil.com.br/fim-do-politico-profissional/

INSISTÊNCIA

mauro_nazifNa falta de ações e programas capazes de remodelar a plasticidade urbana de Porto Velho e resolver as questões estruturais da capital rondoniense, a gestão de Mauro Nazif mantém a insistência de produzir e distribuir factoides para a mídia, na esperança de, assim, criar a falsa imagem de uma gestão operosa.

É raro um dia em que pelo menos 3 desses factoides não chegam nas caixas de e-mails dos jornalistas. São coisas da rotina administrativa, pontuais e que em nada merece o selo de “notícia”.

CÔMICO E TRÁGICO

mauro_nazifUm desses factóides visava dar importância ímpar à troca de lâmpadas queimadas no Bairro Igarapé. Num deles os escribas do prefeito falaram sobre a “inspeção de documentos em estabelecimentos da Avenida Pinheiro Machado” como uma ação de destaque desse prefeito que sem perceber vai, como no samba, “cavando o abismo com os próprios pés”. Só vai descobrir a m* de sua gestão quando tiver de enfrentar as urnas novamente.

Num outro factoide (“Profissionais da Educação serão capacitados para o combate ao trabalho infantil”), a gente poderia dar uma boa gargalha se a comicidade da prefeitura não fosse tão trágica.

ODACIR OLHA LONGE

odacir-soaresFora da ribalta política rondoniense por vários anos, Odacir Soares mantém sua posição de político acostumado a enxergar longe. Odacir está novamente no Senado, ocupando a vaga em que Ivo Cassol é titular. E o experiente político busca aproveitar bem esse tempo (mesmo sendo período eleitoral) para deixar claro sua capacidade de buscar e dar respostas às mais importantes indagações da população. Com poucos dias numa Casa parlamentar que conhece como ninguém, Odacir está mais uma vez brilhando na ribalta e de olho em 2016. Ela conhece como o cenário de líderes é pobre em Porto Velho para a próxima disputa. Certamente o agora Senador deve estar sonhando em retornar à prefeitura portovelhense onde praticamente começou sua carreira política.

ELE VOLTOU

hhVi anteontem o retorno do horário eleitoral gratuito (???) na TV. Não trouxe inovações no imenso desfile de figuras bizarras e hilárias. Foi mais um desfile monótono, interminável de nomes que pedem voto e garantem estar preparados para representar bem o estado e sua população; o que a gente sabe que não é verdade. Entre os personagens esquisitos que botaram a cara na TV estava o representante do clã Donadon, notabilizado em todo o Brasil por ver seus membros deputados irem parar na cadeia, condenado pelo rombo e corrupção na Assembleia.

Mas a aparição mais explícita foi a de uma chatérrima apresentadora de TV novamente contratada para “apresentar” o time de uma importante coligação. Nesse “hit” a eleição desse vai ser um videotape pior das eleições passadas. Criatividade zero.

ENGANAÇÃO

EleicoesNa maioria das vezes as “entrevistas” com candidatos no “jornalismo” (??) é mera enganação e não serve para o eleitor tirar a limpo a verdadeira capacidade dos entrevistados e seus comprometimentos. Canais de TV rondonienses também estão anunciando as entrevistas especiais com aqueles que estão na disputa do governo. Ora, se o modelo adotado for o da Globo com a entrevistas no JN, o eleitor não perderá nada se não assistir a esses embustes.

Veja como foi, por exemplo, o caso da entrevista com Dilma: para ela um tratamento especial, nada daquilo que aconteceu com o falecido Eduardo Campos e com Aécio, que foram colocados contra a parede por assuntos de menor importância.

Com Dilma (o governo é um dos maiores anunciantes da mídia brasileira) o tempo passou se que ela fosse incomodada, Nem sequer a Petrobrás destroçada pelo PT, foi abordada adequadamente. Tampouco as superfaturadas e não concluídas obras da Refinaria Abreu Lima e da transposição do Rio São Francisco.

NÃO RESPONDEU

E mesmo, numa arena das mais amistosas, Dilma vergonhosamente se negou a responder por que seu partido trata como heróis os condenados do mensalão. E ainda teve a cara de pau de declarar que a economia vai bem e a saúde, idem…

NEM DE LUPA

mauro_nazifO que o prefeito Mauro Nazif, aproximando-se do segundo ano de sua gestão poderia enumerar como obra verdadeiramente importante entregue à população de Porto Velho? Se a maneira de agir desse prefeito não mudar, quando ele estiver completando os 4 anos de gestão, nem de lupa a gente vai conseguir encontrar algo marcante em sua gestão…

COISAS DISTINTAS

EleicoesTudo leva a crer que quem fiscaliza essa campanha tem dificuldades para compreender a diferença entre “informativo” e “panfleto” eleitoral. Ora, como a autoridade capaz de proibir a distribuição de meros “santinhos” pode permitir a um candidato sabidamente mais sujo que pau de galinheiro distribuir um panfleto como se o mesmo fosse um “informativo” ou um “jornal” de campanha. É de deixar embatucado até letrista de samba de enredo.

 

 

 

 

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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