Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: “Ivo Cassol sempre alimentou a ideia de driblar a lei ficha limpa para sair candidato” por Gessi Taborda

NO AR

dilma-presidente (1)Em 2014, último ano de seu primeiro mandato, a presidente aumentou o ritmo de viagens nacionais e já foi às cinco regiões do país em 38 viagens oficiais, num total aéreo percorrido de aproximadamente 77 mil km. Uma volta completa ao planeta tem 40 mil km. Em seus três primeiros anos, a presidente Dilma fez 156 viagens – algumas passando por mais de um Estado–, média de 4,3 por mês ou uma por semana. Em 2014, a média de viagens cresceu mais de 50% e chega a superar sete por mês, conforme dados divulgados até maio. Essas viagens são ingredientes da pré-campanha pela reeleição.

DRIBLAR A LEI

Cassol2Condenado a uma pena que o jogou na inelegibilidade, Ivo Cassol sempre alimentou a ideia de driblar a lei ficha limpa para sair candidato. E enquanto essa ideia (absurda) estava na cabeça do homem que não soube construir uma carreira pública mais longa, ele próprio estimulava nomes de sua grei ao lançamento como pré-candidatos. Alguns preferiram deixar o assunto de lado.

FEITIÇO FORTE

mauraoO canto da sereia foi irresistível para Maurão. Um feitiço tão forte que Maurão continua acreditando receber a unção do senador, mesmo com nome de Jaqueline ser classificado como “irreversível” pelo próprio Cassol. Ivo nunca quis ser substituído pelo deputado (aliás, nem pelo irmão Cesar) e foi por isso que tirou da berlinda a mana advogada, bonita (com quem tem ótimas relações) e com penetração no eleitorado evangélico.

INSATISFAÇÃO TOTAL

pESQUISAS23O comentário mais pautado na mídia, especialmente pelos analistas e cientistas políticos: a pesquisa onde todos caíram. Campos perdeu 4 pontos, voltou a 7, que é o seu natural. Aécio perdeu apenas 1, o que prova que se houver segundo turno, será com ele. Dona Dilma teve um ano terrível, com uma exceção: que adversários. Não há jeito de perder.

O que significou isso? Apenas a confirmação do cidadão, insatisfeito com tudo. Explícita e publicamente, declaram: “Queremos MUDANÇAS, de preferência sem Dona Dilma”, Mas ela é a que cai menos. A situação não é muito diferente aqui em Rondônia. Só nos faltam nomes mais competitivos para desbancar Confúcio. Se Expedito Júnior não estivesse inelegível, Confúcio poderia arrumar sua “tráia” para retornar a Ariquemes.

INSULTO

cof.umUm sujeito com a responsabilidade de governar um estado, com preparo (pelo menos acadêmico) para entender o múnus do cargo, não anda por ai insultando pessoas, especialmente quem representa outro poder, como fez Confúcio no encontro do PMDB em Rolim de Moura, onde chamou Hermínio de “Louco”.

Se o deputado Hermínio não estará disputando o governo, porque atacá-lo com tanta fúria? Para onde caminharão os políticos rondonienses no pedregoso terreno dessas eleições? Confúcio pode não acreditar nisso, mas muitos rondonienses (daqueles que nem gostam de ouvir o nome do filósofo caipira) prefeririam votar no Hermínio, único deputado que encarnou e sustentou o papel de oposição a esse governo.

ELEITOR ANTENADO

Quem votar em branco, praticamente está dando uma procuração para o continuísmo do que governo que tanto rejeitam. É interessante o eleitor avaliar que a sua insatisfação representada pelo voto em branco, de nada vale, para mudar o quadro político a que está submetido.

SORTE DE CONFÚCIO

Qualquer avaliação de comportamento administrativo, só influencia os eleitores críticos e os formadores de opinião, mas são eles que decidem uma eleição, são os eleitores das camadas C e D da população, ou seja, aqueles cuja renda é infinitamente inferior ao do eleitor com melhores condições econômicas sociais, esse é o novo perfil do voto censitário no Brasil.

COLETIVO

herminioO presidente da Assembleia, deputado Hermínio Coelho, fez mais um pronunciamento de alerta ao eleitorado rondoniense, “no sentido de que vote pensando no coletivo e não em vantagens pessoais”. De acordo com o deputado só assim será possível livrar Rondônia da bandidagem existente na política, responsável pela maioria dos problemas de gestão conhecidos na administração pública.

Hermínio está preocupado com os esquemas de compra de votos e pagamentos de propinas, comuns nesse período. Para o deputado, todo cidadão interessado no que é melhor para Rondônia tem obrigação de denunciar esses esquemas ao Tribunal Regional Eleitoral.

ELEIÇÕES LIMPAS

ELEIÇÕESNum pronunciamento feito ontem na Assembleia Legislativa, o desembargador Moreira Chagas, presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, garantiu que as eleições em Rondônia, nesse ano, serão limpas naquilo que depender daquela corte, mesmo diante das dificuldades causadas pela cheia do Madeira, que obrigou o TRE a deixar sua sede e ocupar parte do centro administrativo do governo do estado.

URNAS INTACTAS

ELEIÇÕES

O desembargador garantiu que as urnas eletrônicas não sofreram nenhum tipo de avaria com a enchente na sede do Tribunal. Mesmo sem saber ainda, como será solucionado o caso do sinistro causado pela cheia ao TRE, o desembargador Moreira Chagas está animado com a realização de eleições limpas, inclusive pela participação da comunidade integradas em iniciativas da justiça eleitoral rondoniense, como a Patrulha Eleitoral.

AGORA É TORCER

Os juros para pessoa física subiram pelo 12.º mês consecutivo. A inadimplência cresceu 9,56% em maio. E a estimativa dos economistas para o crescimento do PIB em 2014 foi reduzida para 1,44%. Ou seja, estamos a caminho da estagnação! E nessa corrida da falta de competência só nos resta torcer para que o Brasil vença esta Copa do Mundo…

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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