Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: “É obrigação da Fiero reunir os candidatos ao governo para debaterem como pretendem administrar o estado”-por Gessi Taborda

COM CHARME E BELEZA

charmerInfelizmente o nosso poder público ainda é machista na sua composição. As mulheres são minorias na composição do governo, das instituições e também dos parlamentos. Até agora os partidos continuam incapazes de completar a cota de mulheres no volume das candidaturas. A coluna, claro, defende a ideia de que a presença das mulheres na vida política e na gestão pública do estado e do país é fundamental para melhorar a representatividade nas casas políticas e na administração pública.

Esse ano, pela primeira vez no Estado, temos mulheres disputando inclusive os mais importantes cargos majoritários. Temos mulheres de verdadeira beleza e charme disputando cargos proporcionais, buscando cadeiras no legislativo estadual e federal.

QUALIDADE

charmerEssa sensação de que nesse pleito há mais mulheres na disputa não garante uma melhoria da qualidade da representação.

Tristemente boa parte das mulheres integrantes da legislatura que termina nesse ano foi protagonista dos escândalos mais noticiados. E todas elas estão novamente ai esperando renovar os mandatos.

Pessoalmente não voto em candidato por ser homem ou mulher, por ser branco ou negro, por ser velho ou jovem. Voto é pelo currículo, pelo trabalho e principalmente pelo caráter. Deveriam fazer campanha pelo voto em pessoas de caráter e não simplesmente em abstrações como voto em mulher jovem e bonita ou voto pela cor de pele.

É CRÍTICA

dinheiroA realidade pode ser mascarada e nem por isso deixará de ser real. A situação é crítica. Não adianta esconder. Empresários e investidores visualizam piora e o PIB sem crescimento. O governo não joga com sinceridade, usa de esperteza e tenta passar para o povo que está tudo uma beleza. Condena os que falam do fracasso e diz ser vítima de armação. Mas qualquer leigo vê que é para assegurar a reeleição. Fujamos dos discursos irresponsáveis.

EFEITO RUSSO

dinheiroSerá verdade, como andam alardeando defensores do continuísmo no governo, que a promessa da Rússia de comprar mais produtos brasileiros vai melhorar a vida dos patrícios?

Se, por um lado, as exportações irão aumentar, por outro lado vai fazer com que preços atualmente contidos por uma demanda fraca, como os preços das carnes, subam e, com isso, aumentem a inflação, que hoje é um dos problemas mais sérios do Brasil e só não explodiu ainda por causa dessa contenção dos preços dos alimentos.

OUTRA FARSA

mauro_nazifOs governantes deveriam ser seriamente punidos ao se comprovar suas mentiras ditas ao povo. E de acordo com uma informação veiculada na mídia eletrônica rondoniense nessa semana, o prefeito Mauro Nazif praticou mais uma vez esse método na questão do rompimento do contrato com a Marquise na questão do recolhimento do lixo urbano.

A própria empresa tratou de desmascarar a farsa, afirmando que a iniciativa de por ponto final no contrato com a prefeitura foi dela, pela falta de pagamento pelos serviços prestados. Nazif, como sempre, não deu a menor importância ao episódio. Certamente ele acredita estar infenso a mentiras dessa natureza.

ABSURDO

dinheiroO exagerado lucro dos bancos num país como o Brasil beira o surrealismo. Um banco ter lucro na casa do bilhão, num país como o nosso, se não é criminoso, é imoral e antiético.

É um absurdo lucrarem mais do que setores produtivos como fábricas, serviços e o agronegócio. Aliás, os bancos os bancos estão entre os que mais financiam os políticos, de todos os partidos, que não querem perder essa boquinha. Enquanto essa insensatez dos lucros bilionários não motiva uma reação política, um Ministro do Supremo (Janot) pediu dez dias para rever os cálculos sobre os planos econômicos. Os cálculos foram revistos. Estamos em agosto de 2014 e um novo julgamento ainda não foi marcado, e, assim, os poupadores são esquecidos.

PÉSSIMA

Transito-sinalNão há como negar: a sinalização de trânsito da cidade de Porto Velho é péssima. Alie-se a isso o traçado das pistas mal dimensionado, e outras armadilhas que levam o mais experiente motorista às pegadinhas perigosas. Esse é, por exemplo, o caso da antiga rotatória da avenida Rio Madeira e Tiradentes, modificada por obra recente (já na gestão do atual prefeito) e pela falta de uma sinalização adequada transforma a entrada de quem vem no sentido bairro centro em direção à avenida dos Imigrantes numa dessas armadilhas. A falta dessa sinalização serve para represar o trânsito nesse sentido, de forma irracional.

REVISÃO

Transito-sinalOutro exemplo: o afunilamento súbito existente na Pinheiro Machado, logo após a rua onde fica localizada a Maternidade Municipal que pode surpreender motoristas, principalmente quem não conhece a cidade.

Na verdade, um especialista em trânsito questionado pela coluna explicou que toda sinalização de Porto Velho deveria ser revista, pois ela foi afetada pelo período das muitas construções do período em que a economia esteve muito aquecida. Enquanto isso não acontecer os pontos convertidos nos verdadeiros gargalos do trânsito só irão se tornar mais caóticos.

FIERO IMOBILIZADA

Fiero_logoDiante do aparente desinteresse da Fiero (Federação das Indústrias do Estado de Rondônia) em conhecer o pensamento dos candidatos ao governo sobre a promoção do desenvolvimento da indústria na próxima gestão, certamente deixa inquietos e insatisfeitos com a entidade o setor.

A economia rondoniense exibe – e certamente o presidente da entidade, Denis Baú, conhece essa realidade – sinais de que vai mal. Os indicadores não cessam de mostrar números negativos ou aquém das projeções.

SABATINA

Fiero_logoA incipiente indústria rondoniense revelou que seu faturamento real teve um recuo significativo de 2013 ate o presente momento. O setor deve encerrar esse ano eleitoral com um faturamento em grande queda. Não há como não reconhecer que a economia rondoniense está em desaceleração.

É obrigação da Fiero reunir os candidatos ao governo para explicarem num debate de alto nível como pretendem administrar o estado, a partir de 2015 para superar o cenário de nuvens negras que pairam sobre o estado.

EMPATE

EleicoesEntão os dois principais candidatos da corrida sucessória terão, pelo que se anunciou, o mesmo tempo de TV durante a propagando eleitoral. Se, claro, Expedido não conseguisse ver seu nome homologado como candidato pela Justiça Eleitoral, certamente o governador que tenta a reeleição estaria não só liderando a disputa como teria praticamente garantido sua inclusão no segundo turno.

Agora o sinal de alerta está aceso no Palácio. E os coordenadores da candidatura chapa branca terão de olhar com lupa as próximas pesquisas.

CHANCES

EleicoesA questão do tempo na TV para os candidatos com menor exposição não deve ser motivo de preocupação maior. NO relógio eleitoral, tempo demais pode se tornar um tiro pela culatra quando se tem pouco a dizer — ou quando as realizações que se pretende mostrar contrariam tudo o que o eleitor enxerga com seus próprios olhos. Quem tem menos tempo terá de demonstrar mais capacidade em propor e retrucar os adversários.

 

 

 

 

 

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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