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Em linhas gerais

ESTADO DE ALERTA

graficoAi estamos nós, brasileiros, com dois fatos marcantes: a Copa e a economia. Na economia a situação é alarmante. Cada vez que os especialistas revisam o cenário, a meta de inflação aumenta alguns pontos o que leva a um prognóstico bastante negativo.

Nesse momento, no cenário da América latina, o Brasil só não está pior que a Argentina ou a Venezuela, que passam por crises institucionais seríssimas. De acordo com a maioria dos economistas do mercado, o governo federal precisa ser mais rigoroso com a meta de inflação, além de serem necessárias políticas urgentes para o controle de gastos. Mas o governo petista resiste a essas recomendações.

A partir do momento em que países com menor potencial de crescimento que o nosso crescem mais, e aí destaque para o Paraguai que tem adotado uma novíssima e moderna postura junto a empreendedores locais e principalmente brasileiros, é sinal de que existe algo muito errado com a economia nacional.

 

VIDA ALÉM DA COPA

copaPor fim, destaque à Copa do Mundo, um evento grandioso, mas infelizmente envolto a uma série de polêmicas e que sensibiliza uma das maiores, senão a maior das paixões nacionais – o futebol. Mas este evento não pode tirar o foco das questões econômicas gravíssimas que temos passado e também do importantíssimo momento das eleições em nível federal e estadual. Isto sim definirá os rumos de nosso Brasil. A você que está desempregado ou com medo de perder o emprego, preocupe-se com a economia e as eleições, pois não será a Copa do Mundo que irá melhorar ou garantir seu emprego.

 

CANDIDATA MULHER

jaqueline cassolAs mulheres vêm lutando há décadas para mostrar que são tão capazes quanto os homens em todos os segmentos. Apesar da cultura machista que ainda está arraigada em muitos setores, pesquisa Ibope traz dado que deve ser comemorado pelo público feminino. Segundo levantamento, 41% dos brasileiros acreditam que o mundo seria um lugar melhor se as mulheres fossem maioria no mundo político. A proporção é quatro vezes maior do que os que acham o contrário – que seria pior caso houvesse maior participação do sexo feminino (9%).

Rondônia, pela primeira vez, deverá ter uma mulher disputando o governo do estado. Pelo visto, a pré-candidata Jaqueline Cassol será confirmada nas convenções desse mês. Isso não deixa de ser uma novidade no cenário eleitoral.

 

PEQUENA

mulher na politica Vale destacar que a representação feminina em nossas Casas de Lei é muito pequena – um exemplo: a Câmara dos Deputados, em 2010, elegeu apenas 45 mulheres para as 513 cadeiras disputadas. O Brasil tem uma das mais baixas taxas de representatividade feminina na política do mundo. Na composição da Assembleia de Rondônia, apenas três mulheres integraram o plenário nessa legislatura que termina nesse ano.

A proporção de brasileiros que gostaria de mais mulheres na política é similar à dos moradores de países com a maior taxa de representação feminina nos seus parlamentos. É esperar para ver se nas eleições deste ano haverá mudança nos quadros políticos e mais mulheres serão eleitas, respaldando o que a pesquisa Ibope revelou.

 

POSSIBILIDADES

maurão carvalhoA candidatura de Jaqueline deve ser fava contada. É ela que no grupo de Ivo Cassol tem o aval do (ainda) senador e ex-govenador. Isso de ir para a convenção na esperança de derrotar o cacique é besteira pura. Pode até ser uma pena, mas Maurão de Carvalho sabe disso. Para ele as possibilidades de emplacar sua sonhada candidatura ao governo é zero. Pode, possivelmente, ter uma candidatura de deputado federal, de suplente de senador ou, quem sabe, até de vice-governador. E para tudo isso dependerá do humor de Ivo.

Aliás, nessas especulações um nome que surge forte para compor a chapa proporcional é o de Odacir Soares. Ele já disputou uma vez a cadeira de deputado federal com o apoio de Cassol. Tem muita gente ao redor do ex-governador torcendo para esse repeteco.

 

ALVÍSSARAS

ALEUMAinda não dá para acreditar em algo como “tolerância zero” à corrupção no Brasil e, claro, no nosso estado de Rondônia. Mas mesmo em meio à descrença no combate a essa praga que vai solapando as instituições públicas aqui e alhures, não dá para deixar de aplaudir a nova postura do Judiciário, demonstrada em decisões que a pouco tempo pareciam impossíveis.

A juíza Inês Moreira da Costa está agindo em consonância com o desejo dos cidadãos-contribuintes-eleitores, quando decide por mais uma condenação dos ex-presidentes da Assembleia, Carlão de Oliveira e Natanael Silva, pela improbidade administrativa que cometeram ao encher o Poder Legislativo de Policiais Militares (aposentados), premiados por um vasto número de cargos comissionados.

Em determinado momento aquela Casa de representantes do povo parecia mais uma unidade militar, abrigando pelotão de milicos pagos pelo contribuinte.

Ora, como justificar a presença dos milicos se a Assembleia tem sua própria polícia legislativa?

 

DECISÕES PEDAGÓGICAS

magistradosOutra decisão importante, até pelo cunho pedagógica, foi a nova condenação imposta ao ex-presidente (agora presidiário) do legislativo, o popular “irmão” Valter, nessa semana. Certamente essas condenações devem servir de alerta aos homens públicos do estado para evitar novas agressões ao erário, novas ações de improbidade e de esperteza para o enriquecimento ilícito. Nossos magistrados estão mostrando o fim da impunidade em Rondônia.

 

TENTANDO ESCAPAR

nilton capixabaOntem uma fonte localizada em Brasília explicava os motivos reais do afastamento de Nilton Capixaba de seu mandato de deputado federal. A justificativa apresentada pelo parlamentar foi para “tratamento de saúde”. Em Rondônia – onde está cumprindo uma enorme agenda de visitas políticas – o parlamentar aparenta ter uma saúde de ferro e isso serviu como ingrediente de críticas na mídia interiorana.

De acordo com a fonte em Brasília, o pedido de licença foi uma tática usada para o deputado escapar de ser intimado por oficiais de Justiça. Nilton deve responder o processo sobre o escândalo dos sanguessugas. Sua participação e ligação com os Vedoins (de Cuiabá) foram investigadas pela Polícia Federal.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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