Direto de Rolim

Em duas eleições seguidas, Rolim de Moura, não consegue um assento no parlamento estadual – Por Fernando Garcia

Construção

Quase um ano depois de inaugurada a praça do bosque, na 25 de Agosto em Rolim de Moura, construída sem os critérios necessários, até hoje a prefeitura ainda não reconheceu a grande falha, para construir os banheiros em caráter de urgência uma vez que todos são prejudicados por falta de tino da administração. O prefeito Aldo Júlio, tem que enxergar essas coisas e tomar iniciativa de imediato, onde a própria administração pode solucionar esse problema com recursos próprios, ou solicitar uma emenda do deputado da sua preferência ou do seu partido para esta finalidade. O que não pode é as famílias que se dirigem ao local, ter que observar pessoas fazendo suas necessidades dentro do bosque.

Pré-candidatos

Em duas eleições seguidas, Rolim de Moura, não consegue um assento no parlamento estadual e, vários nomes já surgem como pretensos candidatos rumo à Assembleia Legislativa. Além do dr. Luís Ferrari, que já é dado como certo, outros já se articulam e já ventilam seus nomes em redes sociais auto afirmando como pré-candidatos agora em 2022. Ex-vereador Messias, Jair da Saúde, que tem uma vasta experiência na administração pública, ocupando vários cargos de destaque a nível estadual, o ex-vereador e candidato a prefeito nas últimas eleições de Rolim de Moura, Uender Nogueira, todos bastante conhecidos em Rolim de Moura.

Providenciar

O Centro Educacional de Rolim de Moura, que presta um serviço de excelência no município há mais de três décadas, atendendo dezenas de pessoas com deficiências, a cada dia vem tendo baixas em seu quadro funcional. Como a maioria dos funcionários são oriundos do governo do Estado e da prefeitura municipal de Rolim de Moura, muitos já se aposentaram e outros estão prestes a darem entrada em suas aposentadorias, esperando apenas alguns meses para pertencerem ao quadro federal com a legalização da transposição. Em virtude dessas baixas, é necessário que o Estado e a prefeitura de Rolim de Moura, disponibilizem servidores para manter a continuidade dos trabalhos do Centro Educacional, que durante a pandemia até que deu para se manter, mas, com a volta dos trabalhos evidentemente terão inúmeras despesas decorrentes do dia-a-dia.

Cedência

Essa parceria governo estadual e prefeitura de Rolim de Moura, é sem dúvida de grande valia para a continuidade dos serviços prestados pelo CER, que envolve vários profissionais na labuta diária, como professores, psicólogos, fisioterapeutas, motoristas, zeladoras, cozinheiras e outros, portanto é fundamental a cedência de profissionais pelo município e governo do Estado. Mesmo com a participação dessas parcerias, muitas despesas são mantidas com recursos próprios pelo CER, graça a realização da tradicional festa junina que conta com apoio de todos os segmentos da sociedade rolimourense, com barracas de empresários e comerciantes, que arrecadam e disponibilizam a totalidade do dinheiro arrecadado para a instituição do CER, com essa verba consegue ajudar na folha de pagamento para alguns profissionais e compras de alguns itens necessários.

Manilhamento

O trabalho desenvolvido pela prefeitura de Rolim de Moura, começando da rua Esperantina até a Rio Verde, realmente está ficando uma beleza de obra, com a sequência do manilhamento em três quadras indo até próximo ao rio Anta Atirada. É desse jeito que tem que fazer o administrador público, principalmente quando visa respeitar o Plano Diretor da cidade, muitas vezes sendo inadequado por vontade de atender alguns amigos acabam contrariando o que determina o Plano Diretor, como temos em Rolim de Moura, diversas ruas faltando até vinte metros para conclusão do asfalto, praticamente cometendo um crime administrativo. Bem que o prefeito de Rolim de Moura, Aldo Júlio, poderia contemplar o bairro São Cristovão, da mesma maneira que está fazendo na rua Fortaleza, colocar manilhas nas ruas Belo Horizonte, Manaus, Vitória e Porto Velho, partindo da Urupá até Rio Madeira.

Enxurrada de títulos

Ao que tudo indica, a campanha política já começou mesmo antes das convenções, onde muitos políticos em especial aos detentores de mandatos, já começaram de forma indireta pedirem os votos dos eleitores através de certos congraçamentos, concedendo vários títulos e honrarias com o aproximar das eleições. Essas manifestações de outorga de títulos em épocas eleitoreiras, causa repugnância uma vez que tinha tudo para praticá-las desde o início do mandato, porém, utilizam esses artifícios recheados de bajulações, na tentativa de serem lembrados no dia da eleição. Essas práticas de honrarias por atacado, demonstra claramente qual é a finalidade do parlamentar em agraciar tanta gente nos últimos meses em que está findando o seu mandato.

Candidatura invisível    

O senador Marcos Rogério, fiel escudeiro do presidente Jair Bolsonaro, continua com dificuldades de alavancar seu nome como candidato ao governo de Rondônia, apesar de as vezes confirmar sua pretensão. Apesar de sua visibilidade nacional, quando já atuou diversas vezes no Congresso Nacional, com destaque na CPI do Covid 19, em defesa do chefe maior da nação, seu nome em Rondônia continua sem prospecção, demonstrando que sua pretensa candidatura, ainda não ganhou projeção estadual, ainda que o presidente Bolsonaro goza de muito respaldo político nas terras de Rondon, as dificuldades de Rogério decolar seu nome é visível em todos os quadrantes do Estado, principalmente na capital, onde uns de seus maiores aliados aderiu a reeleição do coronel Marcos Rocha.

Corda bamba

O senador Marcos Rogério, esforça de todas as maneiras para manter o seu nome como pré-candidato a governador e ganhar apoio político do presidente Bolsonaro, que sem dúvidas seria muito justo diante de tantas defesas que já fez para o presidente, começando pelo o pedido para votar a favor do sepultamento da CPI da Lava Toga. Apesar de toda sua lealdade ao presidente da República, Jair Bolsonaro, a recíproca não é verdadeira até o exato momento, pois às expectativas para ocupar um ministério era dado quase como certa desde o início do mês de abril, ou até mesmo ser indicado para líder do Governo, mas nada disso ainda aconteceu o que deixa o senador atormentado qual será sua decisão. Diante de tanta indecisão o senador Marcos Rogério, tem uma dívida muito grande com seu amigo Expedito Júnior, que seria apoiá-lo para o Senado Federal, mas na condição de candidato ao Governo do Estado, diferente disso, evidentemente seu apoio ficaria enfraquecido para Expedito Júnior, que pretende disputar sua décima primeira campanha e buscar o único assento na Casa Grande.

Pré-candidatura

O médico dr. Luís Ferrari pretenso candidato a deputado estadual pelo (PSDB), lançará sua pré-candidatura no dia 12 de maio, no salão de eventos do Sindsef de Rolim de Moura, localizado na avenida Guaporé 4586. Conhecidíssimo em toda região da Zona da Mata, como dr. Ferrari, ele pretende recepcionar um bom número de amigos, correligionários e simpatizantes de sua pré-candidatura, onde fará uma explanação dos reais motivos de lançar o seu nome para representar o Estado e, em especial Rolim de Moura e toda região da Zona da Mata. Muitos desses amigos em grupos de redes sociais, lideranças evangélicas, presidentes de associações e entidades de classe, já se manifestaram que irão marcar presença no encontro da festa democrática. Muitos nomes de expressão da política rondoniense já confirmaram presença, dentre elas, o vice-prefeito de Porto Velho, Maurício Carvalho e a deputada federal Mariana Carvalho, que é postulante ao Senado Federal.

AUTOR: FERNANDO GARCIA –  COLUNA PORTA ABERTA –  DIRETO DE ROLIM

* A opinião dos colunistas colaboradores são de sua inteira responsabilidade e não reflete necessariamente a posição da Folha Rondoniense

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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