Em Linhas Gerais

É difícil de acreditar a destruição que o socialismo de Maduro causou na Venezuela – por Gessi Taborda

FOLIA E IMPOSTOS

Já começou nas lojas populares e especializadas a corrida de consumidores em busca de artigos destinados ao carnaval. O que poucos foliões sabem é que, ao comprar um pacote de confete ou serpentina no valor de R$ 10, estão desembolsando R$ 4,38 só para pagar impostos. A carga tributária embutida no preço desses produtos é 43,83%. Na liderança do ranking de impostos nos produtos mais consumidos no carnal estão a caipirinha e a cerveja, com tributações de 76,66% e 55,6%, respectivamente.

Por uma questão de saúde, o item menos tributado nos produtos mais consumidos nesse período de folia está o preservativo. Para esse produto a taxa do imposto fica em 18,75%.

PROGRAMA LIBERADO

Os melhores blocos do carnaval já estão na rua. E à disposição de todos, foliões ou não. A Receita Federal liberou no dia 25 último o Programa Gerador da Declaração (PGD) do Imposto de Renda Pessoa Física. O contribuinte pode preencher a declaração e aguardar o início do período de envio, que vai das 8h do dia 7 de março até as 23h59 de 30 de abril de 2019, pela internet.

Neste ano, é obrigatório o preenchimento do número do CPF de dependentes residentes no país. A Receita vinha incluindo essa informação gradualmente na declaração. No ano passado, era obrigatório informar CPF para dependentes a partir de 8 anos.

SOLUÇÃO DEFINITIVA

O prefeito Hildon Chaves anunciou semana passada a providência que porá fim ao caos do transporte coletivo em Porto Velho, uma das heranças malditas das gestões anteriores.

Leitores da coluna ficaram sabendo com antecedência dessa decisão municipal: estará aberto o Edital de Concorrência Pública para quem pretende explorar o serviço de transporte coletivo urbano. Com isso será encerrado o sistema emergencial inventado pelo gestor passado, responsável pela degringolação do serviço prestado aos munícipes.

PRIORIDADES

Pode se dizer que Porto Velho, a capital do estado, não recebe tratamento especial da parte dos governantes do estado há décadas. Tudo fica nas costas do gestor municipal. E assim, as prioridades praticamente não sofrem solução de continuidade, principalmente nos aspectos da geração de empregos e renda.

Hildon Chaves entendeu essa realidade quando em campanha falou sobre a necessidade das alianças público/privadas para a concretização de projetos ambiciosos no segmento da infraestrutura. E, segundo contou recentemente à coluna, esta visão dos tempos de campanha continua sendo mantida.

FALÊNCIA

O prefeito quando estava em campanha não sabia o tamanho do ponto de estrangulamento que teria de enfrentar com a dívida monstruosa herdada das gestões anteriores, convertidas em precatórios que sequer foram contestados pelos governantes anteriores na Justiça.

Essa barreira praticamente colocou Porto Velho numa situação de sufoco, impedindo o município de acesso ao crédito e ao financiamento para investir em obras necessárias ao desenvolvimento. Foi necessário muito empenho, muita sagacidade para tirar as finanças públicas do município do fundo do poço. A situação de falência finalmente foi amenizada.

CONCEITO

Todos os pontos apresentados por Hildon em sua campanha para prefeito serão retomados nesse ano, de forma incansável. Com a melhoria da nota de conceito do município em sua capacidade de pagamentos, os investimentos em setores como o da saúde, educação, segurança, transporte e urbanização deverão se concretizar nesse e no próximo ano.

LERO-LERO

Há, como crê o próprio prefeito, certas coisas que não podem ficar esperando “ad-eternum”. E nesse sentido ele vai exigir de seu secretariado mais empenho, bom senso e sensibilidade política, econômica e social.

Ora, para se dotar certas praças públicas de equipamentos básicos (como bancos, jardins, etc) não é preciso elaborar grandes estudos, grandes projetos. Imagina-se que a nova orientação vai exigir mais iniciativa do secretariado. Quem não contribuir para as coisas aconteçam pode perder o cargo. Afinal, o prefeito Hildon Chaves sabe que seu papel na gestão do município é romper com todos os paradigmas que colocou a capital rondoniense patinando na mediocridade nas últimas décadas.

VENEZUELA

A primeira vez que visitei a Venezuela fiquei impressionado com a riqueza do nosso vizinho e com a vida boa dada aos venezuelanos pelo governo. Isso foi ainda antes de Hugo Chaves, quando Isla Margarita era um dos locais mais buscados na área do Caribe. Era difícil imaginar naquela época a decadência da Venezuela.

Quem teria coragem de colocar em seu roteiro de férias de hoje a linda Margarita?

Voltei outras vezes à Venezuela e percebi a como o país estava decaindo sobre o chavismo. Na última vez pensei em ficar uns 10 dias no Caribe venezuelano e diante do cenário de decadência fiquei só dois dias, indo logo para a Colômbia, mesmo diante do risco de segurança que lá existia.

DITATURA

Maduro é um ditador de fato. Entronizou-se no poder de um país assolado por graves problemas econômicos causados pelo regime corrupto e autocrático que dirige cujos efeitos transbordam aos países vizinhos, na forma de uma crise humanitária e de segurança. Exatamente por ser um ditador, encantou tanto os petistas brasileiros, sempre prontos a despejar mimos e muito dinheiro brasileiro para impulsionar Maduro. A Venezuela vai, como é claro, dar o calote na divida com o Brasil.

O Brasil deve tomar muito cuidado com a crise venezuelana. É preciso agir, mas observando alguns aspectos fundamentais da politica externa brasileira.

O QUE FAZER

Definitivamente, não interessa ao Brasil uma intervenção militar estrangeira na Venezuela que gere um conflito interno no país capaz de se desdobrar além de suas fronteiras. Nem que drene recursos dos quais precisamos para colocar nossa economia em ordem. E muito menos que espante os investimentos que gostam de segurança e estabilidade.

As ponderações da autoridade brasileira na cúpula reunida em Bogotá para tratar de alternativas em relação à crise Venezuela com os confrontos de fronteira me parecem verdadeiramente razoáveis.

Suspender a Venezuela na OEA; pleitear na ONU o bloqueio de fundos, bens, armas e trânsito de autoridades do regime; exigir da Rússia a suspensão do posicionamento de armas e efetivos em território venezuelano; e mobilizar as chancelarias sul-americanas em torno desses objetivos seria algumas medidas para ser contempladas pelo Brasil para por fim, de fato, à ditadura de Maduro.

ANOTEM

Andei lendo depoimentos e desabafos de novos deputados com a exposição na mídia das pisadas de bola que alguns noviços estão dando por ai. Quase gargalhei com a indignação de um desses figurantes que teve uma foto publicada nessa mídia quando cochilava na sala de espera de um gabinete ministerial de Brasília.

É verdade que a maioria do eleitorado rondoniense, responsável pela grande renovação do parlamento ainda sonha com a regeneração da política rondoniense. Esse é o desafio da atual legislatura!

A classe política é a principal responsável pelo descrédito em que se debate. Nós, povo, exigimos o melhor funcionamento do estado, e isso depende da qualidade de nossos políticos. O novo presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Laerte Gomes, tem a obrigação de resgatar a credibilidade daquela Casa

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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