Em Linhas Gerais

Deputados protagonizam mais uma cena de pugilato que envergonha o Brasil- por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“É mais fácil mudar a natureza do plutônio do que mudar a natureza maldosa do homem”. Albert Einstein (1879/1955), Físico teórico alemão.

ANARQUIA

Neste momento, a 15 dias do Natal, a pergunta que todo brasileiro se faz é quanto tempo o nosso país vai suportar este verdadeiro estado de anarquia que impera na política com soberbos efeitos econômicos. Não há homem, mulher neste Brasil – pais de família, mães de família, gente trabalhadora e honesta – que não demonstrem nos olhos o temor quanto ao futuro.

NÓ GÓRDIO

Há um nó górdio a ser desatado e os fatos demonstram que ele só começará a ser desatado a partir do início de fevereiro. Muito tempo, para um país que está praticamente parado. Muito tempo, para quem não tem tempo, pois trabalha e precisa colocar comida na mesa de seus filhos, isso para aqueles que ainda contam com emprego. Para os já desempregados ou falidos, resta o desespero dos pratos vazios.

ISONOMIA

Projeto de lei do deputado federal e relator do Orçamento, Ricardo Barros (PP-PR), apresentado ontem, dia 10, na Câmara dos Deputados, sugere a limitação do auxílio-reclusão, pago pela Previdência Social aos dependentes de presos do regime fechado ou semiaberto.

De acordo com a matéria, o auxílio-reclusão passará a vigorar nas mesmas condições da pensão por morte, ou seja, a concessão terá um período máximo variável de 3 a 5 meses. Na legislação atual, o beneficio perdura enquanto o segurado estiver recluso.

NA PORRADA

Deputados protagonizam mais uma cena de pugilato que envergonha o Brasil perante o mundo civilizado. A reunião do Conselho de Ética virou uma disputa de boxe, na manhã de ontem. A cena foi filmada e fotografada e corre mundo. Uma vergonha sem fim. Os deputados Wellington Roberto (PR-PB) e José Geraldo (PT-PA) trocaram ofensas e tapas. Tiveram de ser contidos pelos colegas em meio a xingamentos. O presidente do Conselho, José Carlos Araújo (PSD-BA), suspendeu a reunião por cinco minutos para que a turma do deixa disso resolvesse o caso.

DANDO AS CARTAS

Nesta semana saiu publicado na mídia o nome de quem vai anunciar a nova tarifa do transporte coletivo da capital rondoniense: Adélio Barafaldi. Além de se tornar o novo cacique do sistema de transporte, o homem da Volvo é quem vai, pelo visto, dar as cartas nos atos decisivos da gestão do “prefeito 40”. Deve estar se aproveitando da grande vocação para o suicídio dos prefeitos que ocuparam ultimamente o paço municipal.

MACACO VELHO

Deixar que o novo “dono” do transporte de Porto Velho faça o anúncio do valor da próxima tarifa dos coletivos (que deverá ficar em torno dos 3,50), é como cair numa arapuca armada por quem já deixou escapar o interesse de entrar na política disputando a prefeitura, revivendo a saga de outro empresário (Mário Português, da Distribuidora Coimbra) da capital.

Pensando bem, levando-se em consideração que o “prefeito 40” é macaco velho da política, tudo leva a crer que o cacique do PSB no estado nem precisa de oposição.

DORMINDO

Com as operações em desenvolvimento para pegar quem andou enchendo as burras com o contrabando de diamantes e quem está com o DNA de devastador da floresta, a grande pergunta que se faz no mundo político rondoniense, antes do raiar do sol, é a seguinte: “será que o japonês da PF já acordou aqui em Rondônia?”.

CONTINUAM FLANANDO

Rindo da cara da gente, botando fé na impunidade, petistas rondonienses que já foram condenados pela Justiça pela prática de corrupção, flanam por ai e duvidam que irão enfrentar os dissabores da cadeia onde deveriam já estar convivendo com o “conforto” da privada turca, da cama de concreto e da proximidade com ratos que infestam a prisão. Um desafora para os cidadãos-contribuintes-eleitores e para os próprios magistrados impotentes para tirá-los do convívio social.

DE MORRER DE RIR

Essa eu ouvi ontem: A prefeitura de Porto Velho promete “revitalizar” os cemitérios da capital. E quem vai acreditar nisso, se a prefeitura é de uma frouxidão imaginável até em relação às praças públicas. Se tudo demorar como todas as outras promessas feitas ao povo dessa capital por seus prefeitos, quem sabe daqui a uns 20 anos essa espiração se cumpra…

RECORDE

Quase ninguém está com o menor interesse no processo eleitoral do próximo ano. Com este rolo todo em Brasília, com o povo se sentindo feito palhaço, a abstenção (eleitores que não votarão) ano que vem vai ser um recorde mundial.

CORTANDO EXCESSOS

Depois de defender um corte de R$ 10 bilhões no programa Bolsa Família, o Relator-geral do Orçamento da União de 2016, deputado Ricardo Barros, quer agora passar a tesoura nos gastos da Justiça do Trabalho. Em entrevistas recentes o relator disse que vê “excessos” nas despesas previstas para o Judiciário e que vai fazer um corte no relatório do projeto de Lei orçamentária que será votado pela CMO – Comissão Mista de Orçamento.

ESPIRITO NATALINO

Daqui a alguns dias, começam ser libertados os presos do sistema carcerário de Porto Velho que tiveram autorização da Justiça para passar o Natal e Ano Novo com suas famílias, premiados pelo “bom comportamento” durante o ano. Alguns aproveitam e somem, não retornam.

PROMESSA RONDONIENSE

O novo relator do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, Marcos Rogério (PDT-RO) prometeu que vai apresentar seu relatório na próxima terça-feira. E só teremos mais uma semana até o recesso. A Câmara dos Deputados está sendo enxovalhada

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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