Em Linhas Gerais

A corrosão da senadora foi tão imensa que anulou suas menores chances – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Quanto maior a mentira, mais chance dela ser acreditada.” ADOLF HITLER (1889/1945), líder do Partido Nazista, foi o principal instigador da 2ª Guerra Mundial na Europa e figura central do Holocausto. Graças à sua ideologia racialmente motivada cometeu um dos maiores genocídios na história do mundo.

NO VENTILADOR

Políticos de todos os matizes, especialmente quem cumpriu mandatos de deputado federal estão ainda mais apavorados. Em Brasília não se fala de outra coisa: Eduardo Cunha está uma fera com cutucadas de “antigos companheiros”. Por isso estaria quase no ponto de contar tudo o que sabe aos promotores de Justiça da Lava Jato. A delação de Cunha será como a pá de cal para políticos de vários estados do Brasil, incluindo Rondônia.

IMPERDÍVEL

Não poderia ser melhor e mais esclarecedora. Recomendo a leitura da coluna de Robson Oliveira que está sendo veiculada em vários sites jornalísticos de Rondônia. Análise das mais abalizadas sobre os efeitos da Lista de Fachin.

ÊTA REPUBLIQUETA!

É o que rola nos meandros do noticiário político. Coisa que certamente os deputados federais rondonienses e seus senadores não falarão. Vão continuar com essa cascata de que estão mandando (rárárárárá) verbas milionárias para isso e para aquilo que, como sempre, ninguém sabe e ninguém viu. Governistas estão espalhando que se os sindicatos apoiar o governo o imposto da contribuição sindical será mantido. Se fizerem campanha contra, o imposto será cortado.

PEDINDO PARA SAIR

É claro que não fui na “coletiva do Ocampo”. Na verdade, se Antônio Ocampo, secretário de Cultura municipal tivesse a seu lado pessoas de melhor capacidade de análise e visão não deixariam que ele reunisse numa coletiva a imprensa para comunicar o que todo mundo sabia: a não realização do carnaval nesse final de mês.

Ocampo foi um razoável secretário municipal do meio ambiente. Mas não passou disso. E agora, na pasta da Cultura parece estar sem rumo, pedindo para ser exonerado. Afinal, quem reuniria a imprensa para noticiar sobre exemplos concretos de incompetência?

Se continuar agindo assim, por impulso, vai acabar criando mais constrangimentos para o prefeito Hildon Chaves que terá dificuldades para mantê-lo no cargo.

BRIGUENTO

Ninguém desconhece o lado briguento do político Ivo Cassol, agora também chamado de “Maçaranduba”, seu codinome nas planilhas do departamento de propinas da Oderecht. O ex-governador e atual senador (até quando?) estaria muitíssimo contrariado com seu colega (também miliardário) do Senador Gurgacz. E quando Ivo fica contrariado não tem Maçaranduba que dê jeito. Tem gente apostando que ele voltará a falar sobre “outros” causos que conhece bem sobre o chefão da Cascavel, algo mais assombroso que a estória da sonegação bilionária de impostos…

BANCOS

E não pensem vocês que nossos políticos nadaram de braçada apenas no pantanal da corrupção inundando pelas “benesses” de empreiteiras ligadas ao setor elétrico. Nos esquemas antigos das “doações” de campanha as relações xifópagas funcionaram até com os bancos. Especialmente quando se negociava a carteira de pagamentos de servidores, em valores astronômicos. Isso sem contar quanta grana os “gestores públicos” ganhavam com aplicações dessas fortunas nos tempos da inflação galopante.

SIMPLES ASSIM

Pelo número de parlamentares acusados de receberem propina esse Congresso não tem mais autoridade moral para fazer reformas, seja trabalhista ou previdenciária.

DESFAÇATEZ

Certos agentes públicos agem como se não reconhecessem a realidade de crise em que o país se debate. Quase nem da para acreditar que o subdiretor da Escola do Legislativo fez um roteiro untado com gordas diárias para correr os municípios do estado com o simples propósito de convidar vereadores a participar de um evento da escola.

Parece acreditar que nadamos em dinheiro ou então não sabe usar aplicativos como WhatsApp, e-mail e toda essa parafernália tecnológica. Ah! Tá certo. Se o sujeito (que não ganhou sequer para vereador) está sonhando com uma candidatura de deputado estadual, nada melhor que usar a “máquina” para esses contatos pessoais com a edilidade do estado. A quem eles pretendem enganar, hein cara-pálida?

IMPACTO

Entre as lideranças reconhecidas na política rondoniense, especialmente em se tratando de chefes partidários, apenas o nome de Expedito Júnior não enfrenta problemas na Justiça, não sofre o desgaste dos atuais senadores. É claro que isso pode impactar a formação do quadro sucessório para 2018. Os grandes partidos estão vivendo um dilema quase insuperável: encontrar outros nomes (fora os dos caciques) capazes de ser escalado na corrida que vai escolher o próximo governador. Na verdade, as dificuldades existem até para fechar apoio a candidato de legenda diferente.

E O PT?

E nesse cenário imaginar que o PT possa participar da disputa com (meu Deus!) Fátima Cleide é desconhecer a enorme corrosão sofrida pela petista do passado. Não, não há mais espaço para ela na política rondoniense. Deve ser por isso que a ex-senadora (tem muita gente que até já esqueceu) nem mora mais em Rondônia. Arrumou uma dessas colocações reservadas para derrotados políticos que ficam, assim, desobrigados de voltar às suas reles funções.

AVISADOS

Tem gente sentindo arrepios quando vê “homens de preto” nos corredores da “Casa do Povo”. Outros tão nem ai. Não acreditam que o abalo virá diante da reprise dessa peça conhecida “Gafanhotos atacam de novo”. Que não se surpreendam. O aviso foi dado…

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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