Em Linhas Gerais

Chegou a hora do prefeito mostrar que sua vitória valeu a pena – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Esta não será uma eleição para se vender esperança, pois o eleitorado perdeu a fé nos políticos, o discurso que fará diferença para eleitorado será o que traduzir a indignação.” GESSI TABORDA, jornalista aposentado e editor da coluna.

COMPROMISSOS ESQUECIDOS

Poucos políticos ou autoridades públicas agem de forma preventiva em relação ao fracasso. Alguns – os mais néscios – agem como se tivessem tornado insensíveis à missão que receberam nas urnas de, ao ser eleitos, servir ao povo, buscando diminuir a dor imposta pelos antecessores no exercício do poder. Em outras palavras, simplesmente esquecem as promessas de campanhas e os compromissos assumidos.

DESCONFORTO DO POVO

Estou particularmente preocupado com o que anda acontecendo com a atual gestão municipal de Porto Velho. E isso pelo fato de ter feito um esforço sincero para que Hildon Chaves se tornasse o prefeito e, ao mesmo tempo, o marco divisor no comando dessa importante (e tão desamada) capital do norte brasileiro. As reações de desconforto e descontentamento com as (in)ações do prefeito crescem numa perigosa velocidade, erodindo o enorme capital político com o qual o nome de Hildon Chaves saiu cacifado nas urnas.

FALTA ENTENDIMENTO

Parece estar faltando um entendimento do que essa reação popular significa em relação ao futuro. Alguns preferem repetir o mantra antigo como justificativa. Bobagem: a prefeitura não é e nem foi um túmulo para os prefeitos. Os prefeitos é que cultivaram vícios letais, submergindo a práticas da má gestão, um vírus disseminado na prefeitura desde que Rondônia conseguiu emancipar-se como estado.

O QUE VAI MAL?

Certamente os verdadeiros amigos do prefeito – aqueles que participaram diretamente das ações de sua campanha memorável – estão tendo sobressaltos com os indícios que vão dando sinal da inexorável perda de popularidade de Hildon Chaves. E todos torcem (como de resto aqueles interessados na melhora da qualidade de vida de Porto Velho) para que a situação não fique mais complicada. Não é nenhuma vantagem para ninguém de Porto Velho perder as esperanças nas promessas das ações “inovativas” feitas durante sua campanha vitoriosa.

AS FALÁCIAS

É preferível acreditar que o prefeito – eleito sem depender de conchavos – encontre os remédios para a superação das décadas de irresponsabilidades (algumas ações claramente criminosas) de seus antecessores. Quando o prefeito se comprometia com a população, todos se convenceram que não se tratava de mera cortina de fumaça. Creio que o próprio prefeito está atento aos sinais de que possa estar havendo erros, motivando pancada de todos os lados, e não apenas dos opositores que precisou derrotar nas urnas.

CARREIRA

Hildon tem todas as condições de lucidez para fazer – sempre que necessário – a autocrítica. Ele sempre deu a ideia de ser alguém disposto a fazer uma carreira política. Por isso deve resistir sempre à falácia daqueles dotados da falsidade de pensamento, erráticos nas deduções que levam a conclusões desastrosas.

VERDADE

O prefeito que ajudamos a eleger não pode estar contente apenas com um hiato de aparente sucesso, registrado na empolgação do princípio com altos índices de aprovação. Não se deve desprezar a crítica social, ainda mais quando é feita com ingredientes da galhofa como já se vê nas redes sociais. O prefeito precisa ter simancol e nem hospedar nenhum personagem chafurdado na lama mental que, na campanha, se revelou como inimigo da pior espécie.

PERDA IRREPARÁVEL

É melhor cercar-se de pessoas do seu mesmo naipe, capacitados a agir em sintonia com a verdade, de forma transparente e cristalina. É isso – uma equipe afinada e motivada – o que fará de Hildon Chaves um marco na política rondoniense. Hildon deve ser diferente dos prefeitos anteriores. Não pode marcar seu debut na vida pública com o fracasso que encurtou a saída de quase todos os seus antecessores.

As pessoas de boa vontade querem por que querem acreditar que o prefeito de Porto Velho é diferente. Seria uma perda irreparável para a cidade, para o desenvolvimento da melhor política, se não se dar as mínimas condições das pessoas da capital acreditar até o final da gestão nas palavras ditas pelo prefeito durante a campanha.

O QUE QUEREMOS

O povo de Porto Velho não aguenta ver chefes de gestão conduzindo a capital para o precipício em áreas sensíveis como a da Saúde, da Educação, da geração de empregos, do saneamento e coisas que tais. O povo, em sua maioria, ainda acredita – ou quer acreditar – que seu novo prefeito é um líder e um gestor com preocupação com a juventude, pena dos idosos e consciência solidária. Exatamente como no princípio da gestão, quando o prefeito dava incertas nas unidades da rede saúde, visitava bairros esquecidos de seus antecessores e vai por ai afora.

OS GRANDES

“Grandes personalidades da história se perderam, e perderam suas conquistas quando deixaram de ser adeptos da verdade e coerentes com ela. Quando enveredaram para o alcance de interesses apenas pessoais. Esqueceram e passaram a trair a missão de servir a seu povo”… É isso que não pode acontecer com o prefeito Hildon Chaves! E para isso ele não deve deixar o mal, disfarçado de bem, ocupar espaços importantes da prefeitura. Onde estão os verdadeiros apoiadores do prefeito, o núcleo pensante de sua vitória? Os inimigos do passado gravitando em seu redor são personagens que sempre mudam de fantasia. A vitória de Hildon tem de mostrar para todos que valeu a pena!

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by