Em Linhas Gerais

Bancada federal Rondoniense torcem por Temer no TSE -por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Tão logo a falsidade seja desmascarada, a violência nua terá de aparecer em toda sua hediondez.” ALEXANDER SOLZHENITSYN (1918/2008), foi romancista, dramaturgo e historiador russo, premiado com o Nobel de Literatura em 1970. Denunciou o esmagamento da liberdade individual pelo Estado, mostrando ao mundo a imagem dos gulags na antiga União Soviética.

CONFISSÃO RELIGIOSa

Às vezes me pergunto como homens profundamente ligados à religião acabam protagonizando histórias escabrosas quando assumem posição de comando em instituições fundamentais da República? Falo de homens que por sua confissão religiosa deveriam agir em profundo respeito à ética; consertando as práticas nefastas dos antecessores, responsáveis pelo apequenamento das instituições.

CRIADORES DE GULAGS

Nesse momento me vem à cabeça a lembrança de Eduardo Cunha, o ex-presidente da Câmara hoje preso em Curitiba. Esses fatos são a comprovação de que esses homens chegam ao Poder e se esquecem de Deus. E assim, tudo pode acontecer. Exatamente por descartarem os ensinamentos divinos, esses “gestores” agem como verdadeiros flagelos, criando seus próprios Gulags para perseguir, calar e até torturar (mentalmente) as pessoas que se opõe aos grupos sujos que lhes dão apoio.

IMPLACÁVEIS

O leitor pode ter certeza de que nas décadas do exercício da minha profissão de jornalista enfrentei a sanha de perseguidores implacáveis, objetivando intimidar meu trabalho jornalístico, calando as críticas e denúncias que nunca deixei de fazer. Poderia contar algumas dezenas de casos de perseguição que sofri, desde os anos de chumbo em que viveu o Brasil até à década presente. Todos os meus perseguidores foram para o limbo, para o ostracismo.

E agora outra vez estou na alça de mira de outros personagens conhecidos pelas práticas da perseguição contra quem faz denúncias de desvios, irresponsabilidades, fraudes e manobras antiéticas e antirepublicanas no exercício de cargos públicos. O objetivo principal é calar o jornalista que, como os próprios urdidores de tramas, é o “mais polêmico e o mais independente” de Rondônia.

ENGANADOS & ENREDADOS

Desta vez em que estou no ocaso das minhas atividades (estou em processo de aposentadoria), lamento principalmente pelo fato de constatar o enredamento de uma pessoa que considero (até agora) bom caráter, certamente enredado por gente que não deveria ser por ele prestigiado para participar de uma ação nefanda que, como de tantas outras vezes, não vai conseguir seu objetivo.

Não se pode manejar o poder tomando decisões individualizadas com o único objetivo de intimidar, humilhar e aterrorizar quem apenas cumpre um dos postulados de sua profissão.

SALMOS

Para quem gosta de meditar nos ensinamentos da Bíblia, transcrevo aqui o que está no Salmo 1: 1-6: “Bem aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes o seu prazer está na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Ele é como a árvore plantada junto a corrente de águas, que no tempo devido dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido. Os ímpios não são assim; são, porém, como a palha que o vento dispersa”.

“Por isso, os perversos não prevalecerão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. O caminho dos ímpios perecerá”.

REFÚGIO E FORTALEZA

Nem as maiores perseguições políticas, as perversidades praticadas até por gente que se imagina jornalista conseguiram aniquilar esse escriba, que tem no Poderoso o seu refúgio e fortaleza. A infâmia não vai igualar o homem mau com o justo.

ARTILHARIA

Muita munição já está recolhida e reservada para a ação de artilharia que coloca no alvo quem se julga acima do bem e do mal. É bom lembrar como as coisas acontecem hoje, quando até um ex-ministro e ex-comandante da Câmara está curtindo uma temporada no xilindró. De repente, não mais que de repente, julgamos engavetados podem voltar à ribalta das togas.

VELHAS PROMESSAS

O prefeito Hildon Chaves tem em suas mãos a responsabilidade de colocar um ponto final na antiga praxe das gestões do município, acostumadas a inventar promessas de dinamização e modernização da cidade, nunca cumpridas. Exemplo disso é a efetiva urbanização das margens do rio Madeira, um ponto crucial para fazer de Porto Velho uma cidade com qualidade de vida melhor.

ESTAÇÃO AQUAVIÁRIA

Caiu no esquecimento da maioria uma promessa feita nos tempos em que José Guedes era prefeito da construção de uma “estação aquaviária” integrada a um terminal urbano, que faria daquela região próxima ao Cai N’Água um local que se converteria num cartão postal da cidade. E tudo isso, como se dizia, integrado a uma ambiciosa obra de retificação de canais e fundos de vale da cidade.

As esperanças é que o nosso prefeito atual consiga dar um novo sentido à “urbanização” da orla do Madeira. É claro que o prefeito quer fazer isso, mas sofre a resistência de retrógados prisioneiros da “memória histórica” contrários a qualquer proposta de modernizar aquela importante área central.

TORCIDA

É praticamente nula entre os membros da bancada federal rondoniense a torcida contra Temer no TSE, onde ministros retomam hoje julgamento da chapa Dilma/Temer. Na bancada rondoniense o predomínio e de governistas que querem que Temer fique até o final do mandato. Eles arriscam um placar: 5 a 2. Já um deputado oposicionista disse à coluna que se o TSE julgar juridicamente e não politicamente, como assegurou o presidente Gilmar Mendes, a fatura está liquidada, o governo Temer acaba aí.

BURROS N’ÁGUA

O anúncio constante de “estrelas” da política rondoniense na destinação “e liberação” de verbas do orçamento para obras de todos os tipos no estado, bem como a promessa de avanço em antigas reivindicações (como a ponte ligando Guajará-Mirim à sua vizinha boliviana Guayará-Mérin e Ferrovia Transcontinental indo até o Pacífico) tem mais o objetivo de “limpar” aqueles que se lambuzaram na Lava Jato continuam dando com os burros n’água.

ALVOROÇO

As promessas servem para alvoroçar os bajuladores de sempre, mas não deve tirar esse pessoal do atoleiro. O futuro de Rondônia é o que estará em jogo no próximo ano e nenhum desses “velhos e matreiros” políticos são vistos como alternativas para reconstruir o estado.

 

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by