Em Linhas Gerais

Até agora apenas o deputado José Hermínio manifestou publicamente sua disposição de disputar o pleito do próximo ano- por Gessi Taborda

PARA PENSAR

O Brasil de hoje é uma luta aberta no âmbito da justiça entre os gatos – do bem – que buscam por na cadeia os ratos do mal. Diferente de Tom e Jerry, na vida real, os gatos – a sociedade brasileira decente – são os simpáticos, contra os ratos – a petralhada e aliados assaltantes do poder- são além de antipáticos, criminosos. (Paulo Saab, jornalista, escritor e professor universitário de São Paulo).

CONFÚCIO É UM PÉ NO SACO

O dia em que alguém for contar a história da gestão pública rondoniense de forma independente e sem puxa-saquismo certamente vai classificar a passagem do filosofal Confúcio pelo comando do estado como, no mínimo um pé no saco. Isso para não responsabilizar o governante peemedebista pelos prejuízos e colocação de entraves ao desenvolvimento do estado.

A última desse soba ariquemense é colocar no DER um soldado aposentado da PM, Ezequiel Neiva, político ruim de voto e sem qualquer formação de nível superior, como o sujeito forte da combalida autarquia estadual. Não tem explicação lógica: o DER é um órgão eminentemente técnico. Deveria ser condição sine-qua-non de seus dirigentes a formação na área de engenharia civil, de preferência com especialização em estradas e transportes.

VISÃO CAOLHA

O DER vem sendo utilizado como moeda de troca eleitoral e política nos últimos anos e com isso se apequenou perdendo credibilidade em todos os sentidos. No caso de Confúcio o órgão sofre pelas reminiscências de caserna do chefe do Executivo que não consegue se descolar de seu passado de sargentão no antigo estado de Goiás.

Tira do comando da autarquia um ex-oficial do corpo de bombeiros PM, para dar lugar a um praça aposentado da corporação que sonhava na verdade em assumir uma cadeira na Assembleia, por ser 1º suplente.

Com o ex-prefeito de Ariquemes no comando do governo as perspectivas de Rondônia continuam no degrau mais baixo, apesar da propaganda mentirosa do governo paga, é claro, pelo cidadão-contribuinte-eleitor.

RECESSO COM ECONOMIA

O presidente da Assembleia Legislativa rondoniense está decidido a executar um programa de economia das despesas durante o recesso de final do ano. Nesse cenário de crise do país, o deputado Maurão de Carvalho está convencido de que seria um retrocesso manter toda a estrutura da Assembleia funcionando e gastando recursos dispensáveis como energia, combustíveis, material de expediente, etc. Assim, disse o presidente à coluna, “só os setores que não fundamentais” estarão funcionando normalmente no período de recesso parlamentar.

PICARETAGEM

A imprensa sempre foi pontuada por iniciativas caça-níqueis executadas por picaretas travestidos de jornalistas. São os tais mercadores mais apropriados, como dizia Millôr Fernandes, para atuar no balcão de secos e molhados do que em veículos de imprensa.

É exatamente o que está acontecendo nesse momento em Rondônia com uma picaretagem em forma de revista onde há um enorme desfile de puxa-saquismo de representantes podres do mundo político estadual.

CORRUPTO BEM AVALIADO

Assim, absurdos como afirmar que Alex Testoni, aquele sujeito preso após investigação que concluiu por sua participação no escândalo do “Espaço Alternativo”, é o “prefeito mais bem avaliado de Rondônia” é simplesmente fichinha para o cara travestido de “jornalista” (Deus que nos livre!), certamente deslumbrado com as quirelas do Poder.

Em relação a Confúcio, a versão da pasquinácia publicação deu-lhe uma aprovação de 62 por cento dos moradores de Rondônia. O índice só pode ter sido apurado em enquete do lixo com formato de revista.

SEM INTERRUPÇÃO

Até agora apenas o deputado José Hermínio manifestou publicamente sua disposição de disputar o pleito do próximo ano. Acontece que Hermínio não tem do seu lado ninguém com visão suficiente para orientá-lo nos próximos lances de sua carreira política.

Deputados com o pé no chão estão deixando de lado a ideia de se candidatar, mesmo quando têm condições de ganhar alguma prefeitura. Afinal, sem reeleição quem for para uma prefeitura terá de amargar dois anos fora do mandato.

Este é o motivo pelo qual o competitivo Adelino Follador está fora da disputa em Ariquemes onde pretende influir no processo lançando candidato próprio por seu partido ou apoiando algum nome de uma possível aliança.

A FILA ESTÁ ANDANDO

Quem não gostou nada da desdita do senador Delcídio foi seu colega de Rondônia, Valdir Raupp, também citado em delações premiadas na Lava Jato. Valdir, o bambambã do PMDB rondoniense sabe que o episódio Delcídio é uma sinalização de que fila está andando.

O BICHO VAI PEGAR

Não tenham dúvidas de que se o Senado livrar Delcídio a reação da opinião pública será implacável. O Senado, que no momento está fora dos holofotes, será alvo de protestos e ficará sob bombardeio. E nesse caso, senadores que votarem pela soltura de Delcídio não serão poupados. Quem está disposto a se desgastar pessoalmente para salvar a pele de Delcídio?

A prisão de um Senador de destaque como Delcídio era tudo o que Raupp, Renan, Lobão e outros citados na Lava Jato não queriam.

TETAS DO GOVERNO

O governo rondoniense, através de seu blog, reconheceu que a nomeação de comissionados para cargos altamente remunerados é um forte estimulante da corrupção na gestão. Ele chegou a ilustrar o texto onde (quá!qua!qua!qua!) desanca com exagero da nomeação de CDS (o que ele mesmo fez no governo do estado) com a figura de uma mulher bem vestida agarrada nas tetas de uma vaca. Mas, fora o texto do blog, Confúcio não fez mais nada.

FRUSTRAÇÃO

As tetas da vaca governamental continuam sendo sugadas com o beneplácito do filosófico político. Nada, durante toda essa gestão (???), de medidas anti-corrupção. E também, podem apostar, nada será feito pelo governante para acabar com esse enorme ralo “CDS” por onde se esvai o dinheiro do contribuinte.

Sem protestos do povo, nas redes sociais ou nas ruas, Confúcio só vai por a boca no trombone nas suas lenga-lengas do blog, enquanto no real vai deixar tudo como está. Ele não precisa de autorização legislativa para enxugar o imenso volume dos CDS de sua (???) gestão. Esse negócio de mandar projeto para a Assembleia é mero truque de madame.

APÓS O RECESSO

O Brasil é mesmo o país das bruzundangas. Não tenham dúvidas: os deputados vão jogar a decisão de afastar Cunha da presidência para depois do recesso. Se o Supremo Tribunal de Federal não tomar uma decisão sobre a permanência de Cunha, todos nós vamos continuar assistindo a momentos deprimentes de envergonhar ainda mais o Parlamento e a própria Nação brasileira.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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