Brasil

Alckmin diz que Brasil vai se empenhar para tirar mais produtos do tarifaço ‘com urgência’

O vice-presidente também disse que a economia deve voltar a crescer com força devido à queda dos juros aguardada para o ano que vem

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, voltou a dizer que o governo tem pressa para retirar do tarifaço os produtos que ainda pagam alíquotas de 50% no mercado americano. Em almoço com empresários do setor de aparelhos eletrônicos, Alckmin disse que o foco das negociações está agora nos produtos da indústria.

“Todo o empenho vai ser feito com urgência para retirar mais produtos dos 50% e reduzir essa tarifa para exportar mais produto industrial, que agrega valor especialmente alta tecnologia”, declarou Alckmin, em discurso no almoço da Abinee, a associação dos fabricantes de aparelhos eletrônicos, como tevês, celulares e notebooks.

O vice-presidente destacou que os Estados Unidos são um mercado muito importante, porque compra mais produtos de manufatura.

Expectativa por queda na Selic

O vice-presidente também disse que a economia deve voltar a crescer com força devido à queda dos juros aguardada para o ano que vem. A expansão de apenas 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre em relação aos três meses anteriores, feitos os ajustes sazonais, foi causada pela alta dos juros, mas o governo prevê um cenário melhor em 2026, apontou Alckmin.

“O PIB teve um crescimento pequeno no último trimestre, em razão dos juros, mas acreditamos que no ano que vem os juros caem, a inflação está em queda. Nós estamos com a inflação abaixo do teto da meta, a inflação está em queda. Os juros devem cair”, disse o vice-presidente, em rápida entrevista na saída de um almoço com empresários da indústria de aparelhos eletrônicos promovido pela Abinee. “E com os juros caindo, a economia cresce mais forte”, complementou.

Ele citou duas razões para a tendência de inflação mais baixa. “Primeiro, o alimento. Nós tivemos uma safra recorde, o clima ajudou. Então, o preço de alimento caiu mais do que a inflação. E o outro, o dólar.

O dólar que estava R$ 6,30, R$ 5,60, veio para R$ 5,30. E caindo a inflação, a tendência é caírem os juros e a economia cresce mais”, comentou.

FONTE: ESTADÃO CONTEÚDO –  AGÊNCIA ESTADO

FRNEWS TV: Intercâmbio técnico fortalece parceria entre SENAR Rondônia e SENAR Mato Grosso

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

COLUNISTAS

PUBLICIDADE

Acesse nossa Página do Facebook

RESENHA POLITICA

TEIA DIGITAL

  • Coluna Teia Digita: Micro e Pequenas empresas exige mudanças para enfrentar 2027 – Por Silvio Persivo

    Que nem promessa de político depois das eleições. “Estou tentando escrever uma autobiografia. Mas, não me lembro nem de ontem” (Keith Richard). BANCOS DE RONDÔNIA SUSPENDERAM ATENDIMENTO PRESENCIAL NA QUINTA-FEIRA Os bancários de Rondônia, que reivindicam reajuste salarial, mudanças nos benefícios, entre eles o vale-alimentação, e manutenção dos postos de trabalho, deixaram as agências bancárias […]