Em Linhas Gerais

Agora, PT quer que Dilma assuma Caixa 2, e facilite TSE caçar Chapa Dilma/Temer – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“O comunismo é uma espécie de alfaiate que quando a roupa não fica boa faz alterações no próprio cliente”. Millôr Fernandes (1923/2012), jornalista, humorista e intelectual brasileiro.

MISTIFICAÇÕES

Não pensem os leitores que com essas novas restrições de gastos nas campanhas eleitorais o marketing estará definitivamente afastado da criação de falsidades politiqueiras para fazer o sucesso de candidatos que sem o marketing não teriam chance alguma de faturar os votos necessários para a vitória.

As aberrações políticas vitoriosas nos últimos anos em Rondônia foram frutos da aplicação sem critério ético do marketing ao meio político. As teorias bem sucedidas na enganação do eleitorado conduziram ao fracasso as últimas gestões de Porto Velho ao fracasso que todos nós, moradores dessa cidade desamada, amargamos nos dias de hoje.

PÍLULA DOURADA

É bom não nos esquecermos de como os irresponsáveis fazem político em nosso país. Não faz muito tempo que nós, os brasileiros, fomos bombardeados por afirmações político-governamentais irresponsáveis como as de que o país havia pago a dívida externa e ainda emprestava dinheiro ao FMI, de que havíamos nos tornado autosuficientes em petróleo, de que crescíamos enquanto todo o mundo – especialmente as grandes economias – estavam em recessão, etc.

Tudo – como se vê hoje – mistificação aplicada com as técnicas do marketing. Eleitores mal informados passaram a acreditar e repetir orgulhosamente que “agora o pobre pode comprar carro zero e até andar de avião”. Ganhou força a fantasia de que “a classe pobre” foi transformada em classe média.

 EM RONDÔNIA

A mesma malandragem ocorreu por aqui também. Primeiro venderam a ideia da transformação de Porto Velho na “mais moderna cidade” do norte brasileiro “com os recursos das compensações” das Usinas. Na linguagem marqueteira reforçada pelo famigerado governo petista com o slogan “Cidade de Todos”, a cidade teria toda a sua área nascida das ocupações regulamentadas e tituladas com escritura em cartório para todos. Isso ficou longe de se tornar realidade.

Tão longe como ainda está a construção da tão prometida “Rodoviária Internacional de Porto Velho” em linhas arrojadas. Tudo mentira na embalagem do marketing, assim como foram as demais promessas no segmento da Saúde, da urbanização, educação, transporte, etc.

 POPULISMO

Os últimos três governos municipais de Porto Velho foram similares no uso das táticas populistas de dourar a pílula, maquiando a realidade em que, passados todos esses anos, nos debatemos. Os males dessas gestões irresponsáveis, mantenedoras da política populista tonaram-se explícitas.

A economia está em frangalhos. O mercado de trabalho continua registrando perdas de postos de emprego, especialmente no segmento dos serviços e da indústria da construção civil.

E o dinheiro das compensações foi simplesmente evaporado dos cofres públicos não para concretizar as obras prometidas, como é fácil constatar, e sim para irrigar e aumentar as riquezas das quadrilhas ligadas ao poder. Então, dessa vez, o eleitor precisa ficar ainda mais desconfiando para não cair nas mentiras engendradas pelo marketing para essas eleições.

 SEM CARONA

Nem mesmo a maioria dos candidatos a vereadores nesse ano entenderam claramente a legislação em vigor. Tem candidato acreditando ainda ser possível ganhar um mandato de vereador na carona do tal “puxador de voto”.

A nova legislação, a ser aplicada pela primeira vez na eleição de outubro, criou um piso de votos para aqueles que serão eleitos para as câmaras municipais. Essa lei objetiva evitar a eleição de candidatos pouco votados.

 EXPLICANDO

De acordo com a nova regra, para chegar à Câmara Municipal, o candidato deve conseguir nas urnas pelo menos 10% do quociente eleitoral. O quociente é formado pelo total de votos válidos divididos pela quantidade de cadeiras na Câmara.

Se o postulante não atingir o mínimo necessário, a vaga será redistribuída a outros partidos ou coligações.

OUTROS PONTOS

Outros pontos que têm levantado polêmica são a proibição a doações de empresas e a diminuição da campanha, que passou de 90 para 45 dias. Outra situação que vai mudar com a reforma eleitoral é a que os candidatos e partidos devem ficar atento, pois agora, as doações recebidas e os gastos de campanhas, que constam na prestação de contas, devem ser informados a cada 72 horas à Justiça Eleitoral, contados do recebimento do crédito em conta corrente. Essa ação é para dar mais transparência ao processo eleitoral e a divulgação dos dados de registro de candidatura.

FIM DA BAGUNÇA

A confusão institucional em que se debate o país está no fim. Em setembro Michel Temer começa seu período de presidente definitivo, com o mandato terminando em 2018. Com o julgamento final começando no dia 25, Dilma poderá afivelar as malas e ir passar uma temporada no exterior como, fala-se, seria seu desejo. Outros parceiros poderão cumprir a palavra de deixar o Brasil, caso Dilma fosse definitivamente afastada da presidência, como é o caso de Jean Willis, pelo anúncio que circula nas redes sociais.

ADEUS MORDOMIAS

Dilma queria prolongar o processo por mais algum tempo – morar num palácio belíssimo, com ampla criadagem, cozinheiros talentosos, comida e bebida à escolha, carro e seguranças à disposição, jato da FAB, gratuito, para visitar a família, não são mordomias que se rejeitem – mas essas bonanças terão ponto final quando acabar agosto.

O senador Ronaldo Caiado, DEM de Goiás, foi definitivo quando lhe perguntaram se seria possível encerrar o processo ainda neste mês. “Não é questão de ser possível: ele será encerrado”.

SITUAÇÃO PERIGOSA

É verdadeiramente crítica a situação da Oi, com a dívida de 29 bilhões de reais que tem de pagar. E para afrouxar um pouco o nó no pescoço vai depender de como terminará uma negociação entre acionistas brasileiros e dois bancos portugueses que tem o controle acionário dessa companhia telefônica. A operadora de telefonia Oi entrou com o pedido de proteção contra credores no dia 20 de junho.

TÁTICA

É exatamente como descrevem políticos acostumados a binocular o Planalto. O PT e Dilma nunca se entenderam completamente, nem mesmo quando o governo navegava em águas calmas. Com o impeachment o distanciamento aumentou ainda mais. Petistas culpam Dilma pelo partido ter sido apeado do poder. Mas agora o comando do PT surge com uma solução mirabolante. Quer que Dilma assuma o crime de caixa dois na eleição. Com isso a chapa seria cassada no TSE e Temer por ter sido o vice seria arrastado pela condenação, perdendo a presidência. Sabe quando Dilma teria coragem de se autocondenar?

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Gomes Oliveira

1 Comment

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  • JUSTIÇA. É ISSO QUE TODO O POVO BRASILEIRO CLAMA E PEDE POR JUSTIÇA.
    NÃO ADIANTA TIRAR SÓ DONA DIMA, MICHEL TEMER TEM QUE SER CASSADO, QUE JUSTIÇA É ESSA QUE FAZ AS COISAS PELA METADE? SÓ NO BRASIL QUE CORRUPTO É ACOBERTADO E APLAUDIDO COMO BRAVO, TUDO ISSO É FALTA DE VERGONHA NA CARA-DE-PAU DESSES POLÍTICOS IMBECIS. EXÉRCITO NO PODER, JÁ!

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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