Em Linhas Gerais

Acorda Vereadores: Tubos de PVC “quase 39 milhões” Conselheiro do TCE, certamente percebeu o risco de maracutaia e suspendeu a licitação – por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

“Aprendemos a voar como pássaros, e a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos”. Martin Luther King (1929/1968) – Ativista político estadunidense.

UMA NO CRAVO

PVC11Só com muito esforço e tolerância é possível acreditar no prefeito Mauro Nazif, da capital rondoniense. Mas ao que parece ainda há muito gente com vontade de botar fé nesse prefeito, até mesmo em instituições do chamado controle externo.

.

COMPRA SUSPENSA

PVC11Na semana que passou o prefeito levou mais do que um puxão de orelhas do TCE. E quem fez isso foi exatamente o Conselheiro Wilber Coimbra. Sim, foi dele a determinação para que a gestão (??) Nazif se abstenha de praticar atos decorrentes do edital de licitação de tubos de PVC, no valor de quase 39 milhões de 200 mil reais. Em outras palavras, Wilber certamente percebeu o risco de maracutáia e suspendeu a licitação.

NA FERRADURA

PVC11E agora, como a prefeitura faz questão de informar com estardalhaço, o próprio conselheiro Wilbert Coimbra deu parecer favorável às contas do prefeito Mauro Nazif, referentes ao ano de 2014, recomendando sua aprovação pela Câmara Municipal

A autoridade do TCE não chegou a considerar que as contas dessa gestão, em 2014, fosse uma “Brastemp”, levando-se em contas que eles contiveram apenas falhas formais, longe de se caracterizar como as “pedaladas” ou maquiagem fiscais.

SEM TRANSPARÊNCIA

PVC11Desta vez, inesperadamente, nem um puxão de orelhas aconteceu, embora especialistas nesse tipo de análise afirmaram que “a prática de frustrar ou tornar mais difícil a atividade fiscalizatória”, continua sendo praxe, configurando uma realidade nacionalmente reconhecida de que a prefeitura de Porto Velho ainda ofende aos princípios da transparência.

MULHERES

Eleicoes1Em meio a discussões e alianças para a definição das chapas de pré-candidatos à prefeitura de Porto Velho duas mulheres deverão disputar as eleições como candidatas a vice. Os nomes ainda estão sendo mantidos em sigilo mas, pelo que se fala, são mulheres casadas com políticos afastados recentemente da vida pública por inelegibilidades ou pela falta de votos nas urnas.

COM VONTADE

Eleicoes1A advogada e irmã de Ivo Cassol, Jaqueline Cassol, não esconde a vontade de subir novamente na ribalta eleitoral. Ela é presidente de partido, mas mesmo assim está sendo instada a aceitar um nome masculino para pilotar a chapa, com a promessa de se preservar para 2018.

NOME FORTE

BiancoAo aceitar um cargo inexpressivo na Assembleia Legislativa, onde age como um desses aspones que só aparece no dia do pagamento, o ex-deputado, ex-senador, ex-governador e ex-prefeito de Ji-Paraná, José de Abreu Bianco, vai acabar se tornando o ex-bambambã do DEM. Sua posição deverá ser ocupada de fato pelo ex-prefeito e atual deputado Adelino Follador. Mas nem assim Follador aceita entrar na guerra pela prefeitura de Ariquemes, onde tem uma enorme base eleitoral, conseguida principalmente quando trabalhou como Secretário da Agricultura.

SEM PLANAJAMENTO

vergonhaNem sei quantas vezes o assunto “falta de planejamento” por parte dos gestores públicos rondonienses já foram tratados aqui na coluna. Quase com certeza, centenas de vezes. Mas é como se pregar no deserto. E por isso temos aqui pertinho de nós, na capital de Rondônia, os exemplos mais expostos e talvez os que mais geraram prejuízos para a sociedade e para o erário.

Ai estão os enormes elefantes brancos dos (quaquaquaqua) dos viadutos; as obras paradas do “Espaço Alternativo” (invenção nascida ainda no governo Raupp), o shopping popular, as praças muquifos, etc, etc.

MUDANÇA URGENTE

Mauro2A gestão pública peca pela falta de planejamento, de interesse em soluções de longo prazo, em síntese, por não pavimentar o futuro. Enquanto isso, vive de apagar incêndios. Se as estatísticas criminais sobem, governos compram viaturas e nomeiam policiais. Se os números são estáveis, reduzem investimentos e fazem propaganda dos resultados. Na educação e na Saúde, não é diferente e a sociedade vive ao sabor dos indicadores de popularidade, em sucessivas gestões de crises. Enquanto isso, o tripé formado por Educação e Saúde, sustentáculo da segurança pública, continua desnivelado, fora do prumo e calçado no improviso.

Esse conto do vigário aplicado pela gestão Nazif no segmento do transporte coletivo urbano é, certamente a comprovação da total irresponsabilidade de planejar.

ANO ELEITORAL

QUAPois é, agora, ano eleitoral já estão afirmando em todos os meios disponíveis que finalmente o projeto da Nova Rodoviária vai sair esse ano (e se der até sua implantação). Estão garantindo também que esse ano Porto Velho vai ganhar o seu Ceasa. Até parece que esse pessoal aposta na cegueira coletiva incapaz de identificar os políticos acostumados a viver do improviso.

.

PERFIL ATOLEIMADO

QUAO perfil atoleimado de burgomestre  no exercício do cargo máximo do município — que  enterrou alcunhas míticas como “incorruptível” e “grande executor de projetos” — não é reflexo da crise política, econômica e social ou dos rombos milionários promovidos pela corrupção generalizada, tampouco culpa das muitas bobagens demagógicas e ininteligíveis ditas em discursos oficiais.

.

BAIXÍSSIMA QUALIDADE

NMauro2a verdade, tudo isso é a consequência imediata da baixíssima qualificação e má-fé dos seres que o prefeito 40 escolheu para habitar suas cercanias.

Ou não foi isso que gerou a primeira bagunça na questão dos ônibus com o contrato da tal Riomar (que nem tinha ônibus e muito menos expertise no assunto); na até agora obscura contratação de artistas e eventos para a comemoração do 1º Centenário e tantas outras pizadas de bola desse lamentável prefeito Nazif?

SÓ NOS BRIEFINGS

Mauro Nazif só tido como um grande prefeito nos briefings distribuídos por sua numerosa assessoria de imprensa. São quase uma centena de pessoas comandadas por um mero dj de programa destinado a chofer de fogão.

REI DO BLÁBLÁBLÁ

Mauro2Noutras palavras: ao invés de trabalhar com dados reais e empenhar esforços na busca de soluções para as muitas mazelas reveladas na sua própria gestão e na anterior, prefere pinçar números e criar uma realidade paralela, falaciosa e com enorme potencial de dano à população que mora aqui e espera ter o direito de viver numa cidade com boa qualidade de vida. Lamentavelmente o alcaide está parecendo mais a personagem da política naconal que estoca vento, beatifica milho e santifica mandioca, vociferando desinformações e exibindo profundo desconhecimento da cidade que (des) governa

Em Linhas Gerais  – por Gessi Taborda

 

Tags

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

COLUNA DO GOMINHO JÚNIOR

COLUNA NOTÍCIAS DA CORTE

COLUNA TEMPO REAL POR GOMES OLIVEIRA

PARCERIA

CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E ACESSE NOSSO APLICATIVO NA NUVEM

Acesse nossa Página do Facebook

Folha Rondoniense is Protected by