Interior

Ações do Governo Itinerante são realizadas no município de Costa Marques

Governo Itinerante chega à região do Vale do Guaporé, iniciando as ações pelo município de Costa Marques

O Governo de Rondônia deu início à segunda edição do Governo Itinerante, desta vez no Vale do Guaporé, e o primeiro município que recebeu a ação foi Costa Marques. Na segunda-feira (17), o governador Marcos Rocha, juntamente aos secretários estaduais, ouviu as necessidades dos munícipes, para alinhar novos investimentos que gerem bem-estar à população e desenvolvimento para o Estado.

No período da manhã, aconteceu a inauguração do prédio do Centro de Referência de Assistência Social – Cras, para fortalecer as ações de assistência social no município. À tarde, o governador Marcos Rocha ouviu as demandas de produtores rurais, comerciantes e também de vereadores. Exaltou ainda as ações do Governo em diversas áreas no tocante ao fortalecimento dos municípios, e destacou o quanto Rondônia avançou no cenário nacional.

Governo Itinerante gera mais proximidade com população

Uma dessas ações é o próprio Governo Itinerante, criado este ano para gerar mais proximidade com os municípios, a fim de ter mais precisão e eficiência nos investimentos destinados aos rondonienses.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, as ações são importantes e irá atender todas as regiões do Estado. “O Governo Itinerante aproxima cada vez mais o Executivo Estadual aos prefeitos, vereadores e da população. Uma presença importante para receber demandas e atender às necessidades da população. Nessa segunda edição o Governo de Rondônia está no Vale do Guaporé, começando por Costa Marques”, afirmou.

Marcos Rocha pontuou, ainda, os resultados positivos alcançados no Estado.”Rondônia está crescendo muito, porque aqui temos pessoas dedicadas em aproveitar as oportunidades e Deus está no comando. Temos a menor taxa de desemprego do país, o segundo melhor na igualdade da distribuição de renda, Triplo A em solidez fiscal, por três anos consecutivos; melhorou mais de 80% das escolas estaduais, transparência nota A, sem corrupção, está atraindo empresas e gerando empregos. Vamos continuar fazendo aquilo que for necessário para Rondônia ser o melhor lugar para viver e trabalhar do Brasil”.

CRAS

O investimento no prédio do Centro de Referência de Assistência Social – Cras de Costa Marques foi de R$ 442.207,29 (quatrocentos e quarenta e dois mil, duzentos e sete reais e vinte e  nove centavos, sendo R$ 400 mil do Governo do Estado, e R$ 42.207,29 (quarenta e dois mil, duzentos e sete reais e vinte e nove centavos) de contrapartida do município. A iniciativa faz parte da expansão da construção de prédios do Cras em todo o Estado, que é desenvolvido no âmbito da Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social – Seas.

Cras é inaugurado em Costa Marques

A dona de casa, Laís Miriam dos Santos, destacou a importância do Cras para Costa Marques. “Esse Cras é uma necessidade, ainda mais sendo Costa Marques um município de fronteira, distante da Capital; vai ajudar bastante”.

Até março deste ano foram entregues sete unidades e outros 12 estão em construção; mais quatro estão na fase de elaboração dos projetos. Até o momento, já foram investidos mais de R$ 7,9 milhões. A secretária da Seas, Luana Rocha, ressaltou que a iniciativa de construção de prédios do Cras tem como objetivo fortalecer a assistência à população mais necessitada.

“O Governo de Rondônia colocou a assistência social como uma das prioridades no Estado para atender os que mais precisam. Quando começou a nossa missão, o governador nos orientou a levantar as necessidades da assistência social no Estado, e foi para resolver essas, que criamos as ações, inclusive a de construção de novos prédios para o Cras. Um recurso do Governo bem empregado, pois ajuda as pessoas em vulnerabilidade social”, avaliou.

Também acompanharam a solenidade, o deputado estadual Ismael Crispim, a deputada estadual Lebrinha e vereadores.

DEMANDAS

Portal da entrada da cidade foi construído com recurso do Governo de Rondônia e prefeitura

Em reunião com produtores rurais de Costa Marques e do distrito de São Domingos, o governador lembrou o quanto o Agro é forte em Rondônia, e sua evolução. O valor da Produção Bruta ultrapassou R$ 20 bilhões. A melhoria de estradas para escoamento da produção, a regularização fundiária e um meio para ajudar chacareiros endividados, foram algumas das pontuações feitas pelos produtores.

O governador ouviu as solicitações, e pediu à equipe técnica do Governo para verificar a legalidade e as condições para solucionar as demandas apresentadas. Citou o exemplo do Proampe como ação de apoio à economia.

“Ter o governador presente, se prontificando a ouvir nossas demandas foi muito importante”, disse o presidente da Associação Mista dos Produtores Rurais do Assentamento Conceição – Amprac, Evandro Carlos da Silva.

O governador também ouviu as demandas dos comerciantes quanto ao fortalecimento do ambiente de negócios, assim também como do turismo, segurança e saúde.

AÇÕES MUNICIPALISTAS

Marcos Rocha também esteve reunido com vereadores e o prefeito Vagner Miranda, o Mirandão. Foram apresentadas diversas solicitações, entre elas, o fortalecimento da assistência técnica aos produtores, melhorias nas estradas para escoamento da produção, ajuda para reforçar os atendimentos à saúde, a travessia Brasil- Bolívia, turismo e segurança.

Reunião com vereadores de Costa Marques

O prefeito reforçou os resultados da parceria entre prefeitura e Estado. “Este é um Governo municipalista, parceiro dos municípios. Só tenho a agradecer pelo Governo Itinerante, a inauguração do Cras e tantas ações que o Governo tem realizado em Costa Marques, como a construção do portal na entrada da cidade, iluminação de LED; reforma das escolas e o recapeamento das ruas”, salientou.

“Estou feliz com cada um dos pedidos, de ter ouvido a todos, junto aos secretários e deputados, pois o que queremos é que os investimentos aconteçam e a população fique bem”, avaliou o governador.

O município fica localizado na fronteira com a Bolívia, às margens do rio Guaporé, e possui belezas naturais e históricas que orgulham os moradores e atraem turistas, especialmente os restaurante na beira do rio, tendo como cardápio principal, os peixes nativos. A cidade abriga ainda, o Real Forte Príncipe da Beira, construído há mais de 200 anos, considerado como maior obra portuguesa, fora de Portugal.

FONTE: SECOM/RO

FRNEWS TV: SENAR- Projeto Piloto Pecuária Sustentável de Rondônia | Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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