Em Linhas Gerais

A terra onde político ganha mesmo quando perde – Por Gessi Taborda

DR ALDRIN

Esta semana o meu amado filho Aldrin Willy Mesquita Taborda entrou na lista dos aprovados no exame de ordem da OAB-RO. Estou vivendo aquela sensação de que mais uma vez Deus me honrou. Aliás, na minha vida, o Poderoso não tem falhado! Nunca me deixou só, especialmente nos momentos mais difíceis e de maior angústia. A vitória do Aldrin – agora advogado – é fruto, claro, de sua dedicação. Para mim é mais uma benção divina!

Essa pode ser a sua melhor vitória na caminhada de sua formação cultural e profissional até aqui. Mas ela começou quando esse filho querido conseguiu sua primeira formação acadêmica em jornalismo, na FARO. Tendo focado sua vida em objetivos de crescimento cultural, Aldrin conseguiu seu segundo bacharelado em ciências da computação, pela Unir, onde também se tornou bacharel em Direito.

A FÓRMULA

Certamente não foi o incentivo que recebeu desse seu velho pai e da sua mãe, a minha querida dra Conceição Mesquita, o responsável pela sua mais nova vitória e pelo seu crescimento intelectual.

Aldrin aprendeu – como seu irmão Roger Lafontaine, a caminho da formação em medicina – a vencer o seu próprio eu, a não desistir, a persistir. É o que ele fez. O que faz agora seu irmão Roger: estudar e estudar, aceitando a necessária dose de sacrifício.

Agora a vitória foi do Aldrin e brevemente será do mui amado Roger Lafontaine Mesquita Taborda. No esforço deles nós, os pais, vamos também sendo gratificados e vitoriosos. Obrigado meus filhos por orgulhar tanto esse pai agora está na categoria dos “velhos jornalistas”.

DETRAN

Os deputados dessa nova legislatura pretendem fazer um grande rebuliço com a primeira CPI da Casa, voltada para investigar graves suspeitas no Detran rondoniense. Será, salvo uma circunstância imprevisível, apenas mais uma Comissão Parlamentar de Inquérito criada no parlamento rondoniense que terminará em frustração!

Não é pela falta de suspeitas e denúncias que essa CPI deixará de avançar profundamente. Não é de agora que sérios indícios de corrupção naquela autarquia alcançaram o noticiário da mídia, mas como é praxe, tudo sempre acabou em pizza.

VESPEIRO

As denúncias daquela autarquia sempre comandada como feudo de algum clã político foram muito mais sérias do que meras suspeitas de abuso de pagamentos de diárias para servidores mais chegados da direção ou até mesmo a cobrança de taxas absurdas.

Essas denúncias motivam agora a CPI que a Assembleia Legislativa promete abrir já no princípio da nova legislatura. Ora, isso é apenas a ponta do iceberg.

Uma investigação capaz de mexer pedra sobre pedra no Detran rondoniense (uma verdadeira mina de arrecadação de dinheiro) poderia colocar em palpos de aranha até políticos apeados pelo eleitor nas eleições passadas. Agora mesmo surge outra especulação melindrosa: o monopólio de placas de veículos. Alguém terá coragem de mexer nesse vespeiro!

HOLOFOTES

CPI mesmo quando desenvolvida de forma séria não pune ninguém. No caso de Rondônia elas nem chegam a produzir um relatório de qualidade, mas serve de holofotes para alguns membros fazer politicagem. O circo começa com a tradicional manobra de usar a CPI para promover as manjadas audiências públicas, como virou praxe naquela Casa, especialmente na legislatura anterior.

CAMINHO DO DINHEIRO

Se essa Comissão Parlamentar de Inquérito fosse utilizada para acessar os dados sobre o imenso volume das arrecadações do Detran e a destinação desses recursos certamente iria revelar informações verdadeiras sobre quem ficou rico e usou o esquema do órgão para fazer a política rasteira eleitoral, perpetuando-se no cargo.

Como a CPI não tem força para passar da produção de um relatório, ela só se justificaria se conseguisse abrir os dados do Detran dos últimos anos, revelando segredos da caixa preta do órgão.

 

PERFIL

Hildon Chaves está fazendo mudanças em seu time de primeiro escalão. O prefeito procura recuperar forças políticas, escapando do natural desgaste de dois anos de gestão, quando recebeu como herança um município caótico em todos os sentidos.

Hildon foi eleito pela primeira vez por ter um perfil símbolo da ruptura com o modo de fazer política do establishment que por anos dominou o poder municipal. Principalmente com os métodos utilizados por mais de uma década pela esquerda derrotada por ele.

Seu compromisso era varrer a sujeira da corrupção do tempo petralha, limpar, modernizar e racionalizar a administração. Ele assumiu o compromisso de que ia ser diferente dos prefeitos antigos. E a seu modo ele está conseguindo avançar nesse sentido.

REFORÇO

Agora ele agrega ao seu staff dois ex-deputados derrotados nas eleições passadas. O prefeito, pelo visto, bota fé nesses novos personagens. Deve acreditar que a chegada desses dois novos integrantes do primeiro escalão está associada à capacidade de inovação e eficiência da gestão!

ATÉ NA DERROTA

A política em Rondônia não é assunto de amadores. Aqui virou praxe político ganhar mesmo quando perde o mandato nas urnas.

Quando alguém imagina que o político apeado pelo eleitor vai inevitavelmente voltar à sua vida comum, acaba vendo as manobras do derrotado dando certo na manutenção de suas ambições.

Sempre há algum dirigente público disposto a jogar-lhe uma boia, livrando-o da sentença popular e de sua consequente deriva.

Esse é um caso muito específico do político Lindomar Garçom. Caído num descrédito enorme, evidenciado ainda mais com seu bizarro perfil de papagaio de pirata enquanto estava na Câmara dos Deputados, Lindomar Garçom foi apeado da vida pública mas pensa em poder voltar, graças a mais uma boia em que se agarrou.

DE ROMPANTE

Mas o deputado que entrou na vida pública de rompante no município de Candeias, onde foi vereador da primeira legislatura, não perdeu suas esperanças de mais uma vez convencer figuraças da política, garantindo um cargo de relevância para uma volta com bastante antecipação às urnas.

Ele é um desses que sempre ganham. Foi assim no período em que Ivo Cassol dava as cartas e será assim sempre, seja quem for o mandatário. Apenas encena um vídeo-tape do que se viu até na Assembleia, onde deputados apeados da vida pública sempre conseguiram a sua boquinha em gabinetes de “amigos”.

BOTANDO FÉ

Acompanhei de perto, como jornalista, todos os prefeitos da capital rondoniense a partir do momento da emancipação do Estado. Tenho certeza absoluta que no momento certo Hildon Chaves estará ofertando o milagre que tanto emoldurou em seus discursos de campanha! Ele, embora o adversários digam o contrário, esta sendo o melhor prefeito da cidade, desde os tempos do alcaides nomeados.

Se como candidato Hildon rasgou o roteiro tradicional da disputa e tornou-se uma espécie de anti-herói que mexeu com a sensibilidade daqueles que (como eu) já estavam cansados do batido discurso dos políticos tradicionais, certamente voltará a falar o que o povo gosta e quer ouvir. Ainda boto fé que Hildon Chaves continua sendo o melhor garantidor do bom futuro para o município de Porto Velho.

FONTE: COLUNA EM LINHAS GERAIS

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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