Em Linhas Gerais

A fabrica de Factóides do Prefeito Nazif ataca de novo -por Gessi Taborda

FILOSOFANDO

O Brasil é o país que transforma uma coisa fácil em difícil por meio do inútil.

 FIM DA PICADA

Às vezes sinto a impressão de que o prefeito Mauro Nazif deve imaginar que todos nós somos amestrados… Ora, ontem sua fábrica de factóides se superou em enviar os costumeiros textos canastrões sobre aquilo que deve acreditar ser uma “gestão” pública. Atentem bem:

“Banheiros do Mercado KM1 serão revitalizados”. Esse foi o título do factóide mandado pela prefeitura. Ora prefeito, até podemos parecer idiotas, mas não gostamos de ser tratados como tal.

E para considerar isso como “notícia” o prefeito sequer corou. Mais uma vez reforça-se a ideia de que Mauro Nazif faz muito mal à capital rondoniense, pois em sua gestão falta algo simples como planejamento e sobra casuísmo.

 INTERESSES

Poderia ser diferente, mas com um prefeito que imagina estar fazendo uma gestão criativa arrancando árvores decenárias com a desculpa de que isso é necessário para evitar alagamentos não há como fugir dessa definição: Porto Velho está sendo governada por interesses mesquinhos, agregados numa gestão fajuta.

O titular dessa prefeitura dá impressão de que acredita ser possível usar o povo como massa de manobra de seus interesses de dominação e permanência no poder.

Porto Velho, essa terra abençoada por Deus, acaba sendo detonada pelos seus últimos prefeitos, pelos políticos mais interessados em ficar do lado que a vaca deita do que em representar o povo, por maus empresários (??), todos apostando na ignorância de sua massa de trabalhadores.

 DÚVIDAS

Quem consegue ainda acreditar no prefeito Mauro Nazif? Quem ainda consegue botar fé que essa gestão desse prefeito vai modificar para melhor a cidade de Porto Velho?

Eu não vou acreditar que exista algum tipo de má-intenção dos detentores do poder na prefeitura ao espalhar para a mídia essa manchete: “Funcultural e ex-ferroviários vistoriam estado das peças da Estrada de Ferro”. Isso soa como zombaria. É de fazer rir.

Uma prefeitura incapaz de cuidar de praças públicas, de desobstruir calçadas, de simplesmente comemorar o centenário da capital como alguma coisa de repercussão pelo menos regional, é muita arrogância essa declaração de vistoriar um material sobre o qual não entende nada, e nem tem ideia de como deveria ser sua destinação…

A gente só não vai rir mais dessa gestão mequetrefe porque no final só restará mais uma opção: chorar. Mauro está repetindo a tragédia de seu antecessor. Só na hora que for abatido pelas urnas compreenderá o que significa a expressão “o tiro saiu pela culatra”.

 COM A COR DO BRASIL

Ontem, após o longo feriado, praticamente não houve movimentação no segmento político digno de nota. Na Assembleia, certamente o mais importante endereço político do estado, as segundas-feiras são tradicionalmente sem emoção por ser um dia onde não há sessão a rotineira sessão parlamentar. Então, após um feriado prolongado esse cenário modorrento é mais do que natural. Nem por isso as dificuldades de se conseguir uma vaga para estacionamento na Casa do Povo é mais fácil…

 MANIFESTAÇÃO

A segunda feira passou como sempre, em brancas nuvens, sem ser afetada sequer pela ideia da manifestação programada para o dia 12, em todo o Brasil, quando os rondonienses também terão oportunidade de vestir as cores da pátria e sair para as ruas, provando que aqui também há dignidade na população, embora tenhamos uma pá de políticos que não nos orgulham em nada quando aparecem no noticiário como atores do descalabro que apequena nosso país, em escândalos como a Operação Lava Jato, ou o dos Sanguessugas (o famoso escândalo das ambulâncias dos Verdoins).

 OUTRO DIA

Se na segunda feira a principal anotação da agenda foi o evento preparado pelo Ministério Público de Rondônia para homenagear a imprensa pelo Dia dos Jornalistas (comemorado hoje, dia 7), a terça-feira poderá ter um peso muito mais significativo para Rondônia e sua verdadeira cidadania.

Tem muita gente afirmando que nada vai acontecer.

Ora, nós que amamos essa terra e esperamos vê-la como um sítio capaz de orgulhar seus moradores e até o Brasil, acreditamos que a Justiça se manifestará em relação à cassação do governador e seu vice, pela qual ela (a própria Justiça) decidiu, levando em conta esse desejo predominante na sociedade rondoniense de ter um estado verdadeiramente digno, com instituições capazes de aplicar os rigores da lei doa a quem doer.

 MOBILIZAÇÃO

Essa deverá ser uma palavra de ordem importante para todos brasileiros no decorrer desse ano. Então, dia 12, Rondônia também fará manifestações para deixar claro sua postura de ser contra a corrupção que se tornou endêmica também nos limites do estado, desde que políticos patéticos assumiram os postos mais altos das instituições do governo e da política.

 NAS TETAS

Aliás, por tocar nesse assunto, é importante registrar como o governo acuado – como o que está ai – gasta uma pequena fortuna do dinheiro do contribuinte com mensagens criadas pela fantasiosa imaginação de marqueteiros que vivem das tetas do poder.

Sim, Rondônia realmente precisa de Você, não para bajular esse governo, para dar-lhe qualquer tipo de apoio. E dentro desse slogan que o governo inunda a televisão com uma propaganda fantasiosa, que não resiste a um único ponto de interrogação sobre para onde está levando o estado.

 A COR DO DIA 12

Talvez aqui por Rondônia a população deva descartar o amarelo (pois foi a cor usada no período eleitoral pelo governante que está na corda bamba), assim como também o vermelho dos petralhas. Então no dia 12, use uma cor representativa da bandeira rondoniense e do Brasil, como é, por exemplo, o azul.

 ENFRENTAR A IMPUNIDADE

O menor rouba, sequestra e mata, mas não vai preso. “Prisão aos 16 não resolve”, diz um ministro do Supremo Tribunal Federal. “Cadeia não conserta ninguém”. E as vítimas, ministro, bandido solto as recupera? Recuperar os bandidos melhora alguma coisa para as vítimas? Pergunte a qualquer cidadão que tenha perdido um filho nas mãos de um menor assassino quem ele prefere recuperar. Já é hora de acabar com a inversão de valores e resolver a impunidade!

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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