Em Linhas Gerais

A conta monstruosa que a eleições deixaram para o povo pagar – por Gessi Taborda

CONSELHO POLÍTICO

Você que é político estreante ou profissional atente para esse ensinamento de Pitágoras, se pretende fazer uma carreira pública vitoriosa: “Não peques contra a honra nem de longe, nem de perto. E só sê juiz severo de ti mesmo; sê justo em ações, e não em palavras; não ofereças pretextos frívolos ao mal.”

NÃO CONVENCE

O assunto não mereceu pauta nos jornalões da vida brasileira. Afinal é assim mesmo em tempo de Copa no chamado país do futebol, que por sinal anda muito ruim. E nesse cenário o STF acabou com a condução coercitiva com alegações de sua inconstitucionalidade. Mas mesmo entre advogados importantes de Rondônia há controvérsias. Muitos ouvidos pelo repórter consideram que a coercitiva é constitucional, democrática e favorece o conduzido. Sem a coercitiva é previsível que aumente a decretação de prisão provisória. E assim, mesmo quem não está no alvo das investigações poderá ficar até 5 dias preso. Com a coercitiva o sujeito podia voltar para casa no mesmo dia, logo após ser ouvido pela autoridade.

MINHA OPINIÃO

Não estava (como não estou) motivado a assistir os jogos da Copa, nem mesmo os do Brasil. Mas assisti a estreia brasileira por causa de filhos. Como sou do tempo antigo, não me encanto com esses jogadores fashions, mais preocupados em lançar estilos de cabelo e novas tatuagens do que em jogar bola. Afinal, sou tempo em que nos palcos dessa disputa quem desfilava era gente do talento de Pelé, de Tostão, de Ademir, Jairzinho, etc.

Tá: ainda considero Neymar um craquíssimo nos times europeus por onde joga e jogou. No jogo contra a Suiça o moço da cabeleira amarela não chegou nem como uma caricatura do jogador do time que defende na Europa. Nada igual ao tempo em que a Seleção Brasileira era motivo de preocupação para as equipes adversárias. A estreia do Brasil foi uma frustração. Um jogo lamentável para uma seleção tão cara. Se pretende recuperar sua glória antiga vai ter de melhorar muito.

POUCA ANIMAÇÃO

Aproveitando o clima de Copa, vendedores dos cruzamentos de ruas mais importantes de Porto Velho estão vendendo, além de frutas da temporada, camisas da Seleção Brasileira nas cores amarela, a tradicional, azul, branca, vermelha e preta.

Um desses vendedores que trabalha no cruzamento da Rio Madeira com Calama comentou que o movimento não foi dos melhores, um dia antes do primeiro jogo da Seleção. Com o resultado do confronto com a seleção da Suiça, ele comentou ontem que a situação deve piorar ainda mais.

PARLAMENTAR

O ex-prefeito José Guedes, um dos fundadores do PSDB nacional, insiste em anunciar sua pré-candidatura a governador. Todavia, fontes da coluna reafirmam outra vez que Guedes faz esse jogo todo na esperança de disputar pelo menos um mandato como parlamentar.

BILHÕES

Os brasileiros vão ficar com mais uma conta monstruosa a ser paga com seus impostos. O custo das eleições de outubro será de R$ 1,716 bilhões. Esse é o valor que será disponibilizado para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). Essa montanha de dinheiro arrancada do erário será distribuída a 35 partidos para o uso nas eleições deste ano.

NÃO É EMPREGO

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que reconhece e regulamenta as figuras do “escritório de advogados sócios” e do “advogado associado”. A medida está prevista no PL 3.736/15, que tramita com o PL 6.669/16 como apensado. Os textos buscam reafirmar a inexistência de relações de emprego entre as sociedades de advogados e os advogados associados, enquanto perdurar a relação de parceria por eles firmada.

OBRAS

O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, começa a superar a crise sem precedentes vivida pela capital rondoniense, especialmente no aspecto econômico, como claramente demonstra o volume de cobranças de precatórios definidos pela Justiça, um dos grandes entraves para o resgaste dos compromissos que o prefeito assumiu na campanha em que foi escolhido como aquele capaz de fazer a diferença na gestão pública de Porto Velho.

Ao dar a largada, na semana que passou, a obras a muito tempo reivindicadas por bairros na zona leste vislumbra-se a implantação de vários canteiros de obras no município. Mesmo com a proverbial carência de recursos a atenção Hildon certamente vai consolidar-se na história da prefeitura como quem mais aplicou recursos na infraestrutura e colocará – ao final de sua gestão – Porto Velho no seu devido lugar.

ISSO É BRASIL

Cerca de 32 milhões de brasileiros não têm acesso ao abastecimento de água potável. Outros 85 milhões não são servidos de esgotamento sanitário. As casas de 6,6 milhões de cidadãos não dispõem sequer de banheiro. Agora imagine a situação de Rondônia. E culpa é exatamente dos governadores que ocuparam se aboletaram no cargo nas últimas décadas. Não fizeram praticamente nada…

ESFORÇO

Tomara que o prefeito Hildon Chaves consiga dar efetividade à saída apresentada quando disputou a prefeitura de Porto Velho: A iniciativa privada precisa ser incorporada a esse verdadeiro mutirão de interesse do povo por uma capital verdadeiramente saneada. Esse novo marco legal de saneamento é urgente. Enquanto mais demorarmos a enfrentar de verdade esse problema mais avançará, com velocidade, a poluição de nossos rios, igarapés e mananciais.

DIFÍCIL

As convenções partidárias, no final de julho e início de agosto, confundem-se com o final do mundial. Com a política levada a um segundo plano durante este período, fica muito difícil para qualquer pré-candidato mostrar uma reação sensível em apenas duas semanas, entre o final da Copa e as convenções. Diante deste calendário, o esvaziamento das campanhas durante a Copa pode ser fatal para várias pré-candidaturas ao governo do estado.

MINORIA

A máfia gay está desesperada com a ascensão do Bolsonaro. LGBT e bichas são minoria e iguais a biscoito de polvilho: SO FAZEM BARULHO. Aqui e nas mídias sociais meia dúzia de bichas egos distonicas possuem centenas de perfis, mas na urna o votinho delas são somente SEIS… Ao considerar o Bolsonaro, do tempo das cavernas, qual seria então o adjetivo a ser dado ao torneiro mecânico, péssimo operário, que pouco ou nada trabalhou, e que sua maior realização foi roubar e muito a Petrobrás?

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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