Em Linhas Gerais

Segundo fonte de Brasilia, este ano, duas grandes figuras da política do estado irão “ver o sol nascer quadrado”- por Gessi Taborda

UM ROUBO LEVA A OUTRO

policia_federalAinda não é o momento de acreditarmos que o poder político rondoniense se converteu em agente do crime. Mas é preciso ampliar as investigações ora feitas por operação policiais como a “Plateias” para verificar se a destinação privilegiada de gastos públicos em rubricas como a publicidade é isso mesmo e não mais uma sordidez que promove a corrupção no sentido e sufoca a mídia independente, enquanto destina milhões para a mídia amestrada. Certamente essa é uma investigação importante para fechar mais um ralo usado em Rondônia de forma totalmente antirrepublicana para o enriquecimento ilícito de uns poucos, normalmente aqueles prontos ao aplauso fácil e a manter os olhos fechados para os grandes desvios do erário.

ESTILHAÇO

PoliticoA “sorte” (impunidade) que garante aos corruptos de alto-coturno rondonienses a liberdade precisa ter um ponto final. A impunidade desses ladrões do dinheiro do povo funciona como estilhaço que se espalha por todo o interior, onde a política desperta vocações e permite o aperfeiçoamento de corruptos, como nunca se viu antes.

Todos os dias praticamente surgem novos casos. Essa semana o noticiário das imoralidades começou por Machadinho (a cidade de Neodi, que foi o vice na chapa de Expedito), onde Reginaldo Marques Silva foi afastado da presidência da Câmara Municipal para se evitar a continuidade de novos rombos contra o erário, no velho e batido esquema das diárias.

FLORESCIMENTO

PoliticoDepois apareceu mais uma vez a cidade de Vilhena, onde os desmandos e falta de seriedade na condução dos negócios públicos inspirou a nomeação de servidores comissionados “analfabetos”, pagos com os melhores salários da municipalidade.

Outra cidade onde a corrupção germina e floresce é Ariquemes, terra de origem política do governador Confúcio Moura, chefiada por Lorival Amorim, político que teve uma passagem apagada na Assembleia Legislativa. Lá a corrupção envolve uma UPA inacabada e uma construtora que deixou a obra de lado, depois de pagar propina para engrossar o caixa eleitoral do prefeito, segundo disse José Barroso de Souza, o dono da pequena empreiteira.

É COMO CÂNCER

cadeia22A corrupção está espalhada pelo estado de Rondônia. Essa corrupção paroquial, envolvendo prefeitos, vereadores e pequenos empresários que se julgam espertos demais para não serem pegos com a boca na botija.

Se não houver punições dos grandes corruptos atuantes no Poder concentrado em Porto Velho, nossas cidades estão sempre na iminência de serem saqueadaspor empresas, pelo prefeito, pelos vereadores (de todos os partidos), pela mulher do prefeito, pelos filhos, por parentes. Comerciantes simulam a prestação de serviços. As quadrilhas usam os nomes de moradores como laranjas. E as cidades caem aos pedaços. As punições contra os grandes corruptos certamente terão valor didático para intimidar as ações dessas gangues que muitas vezes não respeitam nem a merenda escolar.

MATADORES SOCIAIS

cadeia22Uma fonte da coluna com excelente trânsito em Brasília, especialmente nas cortes mais importantes, contou para a coluna que apostar na liberdade do governador Confúcio Moura é correr um enorme risco. Para essa fonte, ainda nesse ano duas grandes figuras da política do estado irão “ver o sol nascer quadrado”. Dessa vez a histórica impunidade não vai salvar a pele de quem ocupou por muito tempo o andar de cima. Ivo Cassol e Confúcio são os dois personagens que, segundo a fonte, terão muito brevemente o início de sua experiência prisional.

HOMENS DE BEM

cadeia22E tudo isso vai acontecer exatamente porque deixaram todas as evidências dos crimes pr            aticados, convencidos que sempre estiveram de que por aqui não se registra BO contra os sonegadores, os que poluem o meio ambiente, os que desmatam ou os que corrompem os agentes públicos, entre outros delitos típicos dos chamados “homens de bem”.

Gente como Confúcio não vitima individualmente. Os crimes praticados pela Organização Criminosa, segundo afirma a Polícia Federal,vitimou a sociedade do estado. O governador (reeleito) não acreditou que a PF, o MP e Judiciário são cada vez orientados por uma postura republicana.

FIM LACÔNICO

cadeia22O PMDB rondoniense ainda é grande. Mas seu tempo de forte hegemonia política acabou com a revelação das gatunagens promovidas no governo de Confúcio, embora ele tenha conseguido uma reeleição. Dificilmente ele conseguirá sair desse escândalo de corrupção sem a passagem por um bom tempo na cadeia. Ninguém aposta que seu próximo mandato tenha algum valor.

Mas não é o sujeito Confúcio Moura o único que jamais voltará a ser o que foi até a disputa eleitoral desse ano. O próprio PMDB em Rondônia não voltará a ser o partido forte de antes. Agora, o que está em jogo é sua sobrevivência às intempéries provadas pela Operação Plateias, especialmente quando à boca pequena se fala dos percalços futuros que deixam assustado seu maior guru, o senador Valdir Raupp.

Até agora Valdir foi incapaz sequer falar de caminhos a serem percorridos diante do pantanal fétido da corrupção no governo peemedebista. Ele mesmo tem tido pesadelos com outros lances do maior escândalo nacional, o “petrolão” que, é claro, vai chegar nos políticos.

DECADENTE

PMDBEm Rondônia, o partido de Raupp e de Confúcio envelheceu nesses últimos dias. Deverá caminhar para a inexorável decadência, exatamente como vem ocorrendo com o PT.

Na próxima eleição o PMDB em Rondônia vai conhecer a redução do ponto extremo de sua trajetória. Os resultados dessa Operação Plateias reduzirá a relevância do partido em sua condição orgânica. O partido se resumirá a Valdir Raupp. A tendência é o PMDB diminuir ainda mais, especialmente se Raupp não escapar das dificuldades jurídicas à sua frente.

VISÃO LIMITADA

Federal22O resultado da reunião da Assembleia Legislativa no dia de hoje (25) em relação ao afastamento do governador Confúcio Moura, que surgiu na Operação Plateias como o grande “capo de tutti capi” da organização criminosa criada em seu governo para praticar corrupção, extorsão e cobranças de propinas, não deve decidir coisa alguma. Hermínio já fez um esforço nesse sentido há algum tempo, quando propôs uma CPI para investigar o governo. Diante de tudo que se está vendo uma coisa não muda: a visão limitada dos atuais parlamentares, incapazes de serem protagonistas da política rondoniense. Aliás, uma parte desses deputados (muitos ficarão sem mandato) também correm o sério risco de ter pela frente pesadas condenações.

CASTIGO DOBRADO

valterQuantas vezes alertei o “irmão” Valter para os perigos à sua frente. Fico com pena do seu sofrimento agora. Logo ele, todo arrogante, clamando pelo sofrimento de crises de hemorroidas na cadeia. E agora o “poderoso” Valter é voto vencido nessa tentativa de dialogo com a autoridade togada. Seu “sofrimento” não emociona nem sua igreja. Hoje, como previ, ele não tem a menor importância.

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TERCEIRO MUNDO

Somos mesmo um povão terceiro-mundista, prova disso é que morremos de vergonha de a seleção perder de 7 x 1 para a Alemanha e não de o País mostrar ao mundo um governo corrupto capaz de gerar um escândalo do tamanho da goleada da Copa.

Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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