Em Linhas Gerais

” Há homens íntegros na Procuradoria Regional Eleitoral,e mostrarão que por aqui a virtude, a honra e a lei não desapareceram ” por Gessi Taborda

SÓ QUERIA ENTENDER

PetrobrasUm advogado de enorme relevância conversou com o colunista sobre os escândalos da Petrobrás e acabou chamando minha atenção para alguns aspectos desse lamaçal que, pelo visto, não está sendo devidamente explicado ou explorado pela mídia: “Como é que as auditorias, sempre atuantes e zelosas, não identificaram os inúmeros contratos de fachada que foram elaborados para justificar os pagamentos das propinas por parte das grandes empreiteiras?”.

ENGOLINDO ELEFANTES

Petrobras “As auditorias das empresas implicam até em questões irrelevantes. No caso das fornecedoras da Petrobras, engoliram verdadeiros elefantes”. O advogado, que já foi até presidente da OAB local, pergunta como o fisco vai agir em relação a essas despesas fictícias contabilizadas pelas empreiteiras, pois acabaram reduzindo os lucros das mesmas e consequentemente foram recolhidos menos tributos.

Eu espero que a receita aja com o mesmo rigor que usa contra pequenos contribuintes que por de cá uma palha acabam sendo jogados na malha fina. Duro é acreditar que isso vá acontecer.

CAIXA DE PANDORA

PANDORAUm assunto puxa outro: o que está sendo (ou será) feito para descobrir o tamanho do afano amplo – denunciado desde os tempos da eleição municipal – praticado por nomes importantes do comércio e da política com a sonegação fiscal. Será que a prática do crime contra as finanças do estado continuarão existindo de forma ampla e irrestrita para aqueles que se julgam blindados pela convivência amistosa com quem ocupa a posição de “tuxaua” no estado?

Se alguém tiver coragem de abrir essa Caixa de Pandora montada para sonegar, usando bases instaladas na quase isolada cidade de Guajará Mirim vai ficar assustado com o tamanho da sonegação de tributos no estado.

JUIZES HONESTOS

PRE2Bombardeado todos os dias por informações de casos de corrupção de todos os tamanhos, a gente acaba acreditando que parece impossível impedir que nosso tão amado Brasil consiga escapar da corrupção generalizada. Mas ao mesmo tempo resta-nos a esperança de que ainda há nesse país juízes e legisladores honestos mesmo que sua quantidade “dá para contar nos dedos”.

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DENÚNCIAS DOCUMENTADAS

PRE2Em se tratando de Rondônia fiquei esperançoso, mais uma vez, de ver homens íntegros da Procuradoria Regional Eleitoral, mostrar que por aqui a virtude, a honra e a lei não desapareceram ainda das nossas vidas.

É o que espero com a acertada decisão da investigação judicial eleitoral contra o governador Confúcio Moura e seu vice, Daniel Pereira por abuso de poder econômico e político nas eleições de outubro. As denúncias são várias e documentadas.

Pelos lados do Palácio, dizem os potins, Confúcio ficou atarantado com a iniciativa da PRE. Certamente, para salvar a pele (e o próprio mandato) deve empurrar as responsabilidades pela prática dos abusos para o colo de outras pessoas. Ele aposta, como disse um “aspone” palaciano, na história de que essas coisas “sempre acabam em pizza”. Até quando?

ESTILO DE DILMA

PRE2O governo Confúcio Moura sofreu daquela falha de origem comum aos políticos que querem ganhar “sempre”, mesmo quando cruzam as corredeiras dos tempos de derrota. Topam agir de qualquer maneira, não importando os limites da lei.

Confúcio relutou muito para aceitar a candidatura. Tinha uma enorme rejeição, estava numa baixa visível. Entrou no último momento da disputa e mostrou logo disposto a tudo para superar (com muito marketing e promessas) a fase de declínio. Se Dilma confessou numa de suas declarações que estava pronta para “fazer o diabo para vencer”, Confúcio também seguiu receita idêntica por aqui.

MATURIDADE POLÍTICA

PRE2Bom o resultado final foi esse: a vitória do continuísmo, essa doença das democracias infantis. Mas agora o governador sofre um sério risco se a Procuradoria Regional Eleitoral demonstrar de forma clara para o Judiciário o abuso do poder político e econômico. Ai o resultado final dessa longa história servirá para provar que mesmo em Rondônia a maturidade política está chegando como um fato irreversível.

Infelizmente é difícil acreditar em investigações que podem levar Confúcio a perder aquilo que já contava como uma vitória irreversível. Se a investigação anunciada pela PRE tiver o objetivo de por um ponto final na impunidade, Confúcio vai entrar num longo período de insônia e nem o Lexotan vai dar jeito.

ESCAPISMO

mauro_nazifÉ mesmo lamentável essa prefeitura. Com que autoridade ela pretende motivar os jovens de Porto Velho “sobre os desafios da comunicação para o mercado de trabalho”? Uma prefeitura ausente de praticamente tudo em termos de estímulos à juventude (esporte, lazer, arte, cultura e outras coisas desse receituário) tem mesmo como atrair jovens para “despertar a busca constante de conhecimento sobre o que o mercado de trabalho exige” para fazer contratações. Prá mim, completamente descrente desse prefeito Mauro, isso tudo não passa de blábláblá para pagar (sabe lá quanto) ao “palestrante motivacional” Alexandre Porto (???) que falará hoje após as 18h30 no auditório do Sindicato do Comércio Atacadista de Rondônia.

ASFALTAMENTO

mauro_nazifA prefeitura anunciou o término, ontem, das obras de asfaltamento do Bairro Mato Grosso. Com isso cerca de meio quilômetro de ruas esquecidas pelas administrações anteriores estão pavimentadas. Deveria ser motivo de regozijo. Mas se o asfalto for característico das gestões anteriores é melhor esperar para ver se o pavimento vai resistir a temporada de chuvas que está começando.

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VAI DISPUTAR

BOI2E por falar em prefeitura de Porto Velho um novo nome pode ser acrescentado à relação daqueles políticos que pretendem disputar a sucessão de Mauro Nazif em 2016. Ontem o presidente do PSDC rondoniense, Edgar do Boi, afirmou que já está se organizando para entrar nessa disputa. Edgar não conseguiu se eleger para deputado federal. Considera ter sido vítima de traições de correligionários cooptados por concorrentes que derramaram dinheiro a rodo nessa disputa.

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PRESENTÃO

ELEIÇÕESNem todos consegue compreender a derrota eleitoral como o (ainda) Senador Pedro Simon, do Rio Grande do Sul. De acordo com ele, a não reeleição foi um presente de Deus, pois não seria possível continuar na vida pública numa situação de “fundo do poço em termos de realidade ética, política e moral”. Simon também afirmou que, se as eleições fossem hoje, a presidente Dilma Rousseff não teria sido reeleita.

IGUAL O DIABO GOSTA

diabo“Lixão da Vila Princesa vira local de desova de corpos”. “Nem casa de delegada escapa da ação dos ladrões”. “Corpo é trocado em funerária e família fica desolada”. Estes são alguns títulos de ontem mostrando o mundo cão em que a capital rondoniense está se convertendo. E bate o bumbo!

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Em Linhas Gerais

Gessi Taborda – [email protected]

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FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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