Em Linhas Gerais

Usuários dos ônibus urbanos de Porto Velho, se prepararem, pode vir novo aumento por ai – por Gessi Taborda

PAPAI NOEL

Quem imaginou que a recente alta dos combustíveis ia ficar assim até o novo ano pode se preparar para ganhar mais um presente. Ainda antes do natal o Papai Noel da Petrobrás vai entregar aos brasileiros mais um aumento da gasolina e do diesel. Certamente aquela parte dos brasileiros que votou no PT, deverá frustrar-se quando parar nas bombas para o abastecimento.

PRÊMIO

Há quem aposte na assunção do peemedebista Luiz Lenzi em um cargo importante na formação do novo governo. Seria um prêmio à sua dedicação ao PMDB. A última vez que Lenzi ocupou um cargo importante (presidente da extinta Ceron) foi no governo de Valdir Raupp.

Naquela época, quase Lenzi foi parar na cadeia pelo seu envolvimento no “Escândalo da Ceron”.

CONTANDO TUDO

Não tenham dúvidas de que a partir do próximo ano vários políticos encalacrados com denúncias e processos ligados à prática da corrupção vão terminar com novas condenações. E é ai que o bicho pega. Muitos desses políticos não estão dispostos a pegar condenações de muitos anos. Ou seja, na hora do se correr o bicho pega e se ficar o bicho come, esses personagens vão proporcionar a delação premiada (como fez o Batista) contando tudo à Justiça, , proporcionando mais provas incontestáveis do envolvimento de outros políticos, muito dos quais ainda fazendo cara de paisagem. Ontem alguém apostava que a deputada Ana da Oito, na hora do pega prá capar, será uma das personagens que vai preferir contar tudo.

SEM ACREDITAR

Enquanto personagens como o ex-deputado e ex-presidente da Assembleia não estiver preso, vai ter muito camarada praticando corrupção por achar que poderosos não vão para a cadeia.

TERROR

O informe em circulação na mídia eletrônica sobre riscos de faltar dinheiro para o pagamento do 13º salário dos servidores do legislativo estadual não tem nenhuma consistência. É simplesmente fruto da tática de se espalhar o terror. Na a Assembleia fonte da área financeira afirmou que o pagamento desse mês deve sair no próximo dia 25, com o 13º incluso.

E PODE?

O Comando Geral da PM rondoniense precisa prestar um esclarecimento público sobre a contratação de novo efetivo. Tem gente acreditando que poderá fazer parte do efetivo militar por meio de uma “contratação precária”, ou seja, sem concurso público.

Ontem era forte o “informe” de que Lenilson Guedes (que entre outras coisas atua como assessor da PM) estaria como responsável pela seleção de “um pelotão” temporário para aquela força.

Ora, salvo melhor juízo, ninguém sem a aprovação no concurso pode ser incorporado à tropa. Aliás, não só aprovado no concurso, mas também no curso de formação de praças. Imagine alguém armado e com poder de polícia entrando na PM pela porta dos fundos?

TRAMBIQUE

A presidenta quer mudar lei a fim de cumprir a meta fiscal. Para quem usou durante quatro anos o jeitinho, a contabilidade criativa toda vez que índices não eram alcançados, mais um trambique não é de estranhar. Ou seja, estourou o limite do cheque, quebrou o Brasil, mas foi reeleita. Grande “vantagem”, se quem vai pagar os juros desse enorme saldo devedor somos nós, contribuintes.

PINGO NOS ÍS

A deputada Lúcia Tereza esteve em Porto Velho aprofundando os entendimentos sobre a importância da composição da mesa diretora da Assembleia com outros colegas. Aqui na capital ele foi se avistar também com o chefe do MP, Heverton Aquiar, e depois foi atender uma solicitação de entrevista na mídia da capital. A deputada eleita precisou voltar a Espigão para dar suporte a uma família pobre que perdeu uma filha e não tinha como providenciar o sepultamento. A deputada volta a Porto Velho na próxima semana para cumprir vários compromissos de sua agenda.

Sobre a futura mesa da Assembleia, a deputada disse que sua preocupação não gira em torno de uma candidatura de Oposição, mas sim com compromissos “de colocar o Parlamento em primeiro lugar sem submissão ao governo e sem transformá-lo também num palanque oposicionista”.

INTROMISSÃO

A deputada eleita deixou claro o que não condena na escolha do novo presidente: “O que não pode é o governo se intrometer na discussão de candidaturas, pois ele terá que assumir sequelas caso faça isso. Queira ou não, a harmonia entre os poderes começa exatamente pelo respeito à independência que deve existir em cada um”, sublinhou.

AUMENTO

Usuários dos ônibus urbanos de Porto Velho se prepararem. Os donos dos ônibus já estão chorando porque o preço do diesel aumentou. Eles querem um aumento de no mínimo 15 centavos na tarifa do transporte coletivo da capital rondoniense. Sobre a melhoria da frota, do cumprimento de horários, da limpeza e conforto dos ônibus nunca mais se ouviu falar.

BLÁBLÁBLÁ

Às vezes não consigo entender essa mania das audiências públicas, um novo modismo quase sempre inócuo quando se tratar de garantir melhor qualidade de vida para as comunidades. E hoje acontece mais evento dessa natureza. Essa audiência está marcada para começar às 9 horas, no auditório do Ministério Público do Estado. O assunto é “a padronização das calçadas” de Porto Velho.

Ora, certamente os membros do MP – assim como a maioria dos leitores – não acreditam que esse assunto (como tantos outros) seja solucionado pelo atual prefeito (um desastre) de Porto Velho. Padronização? Como, se o prefeito  não é capaz de pelo menos tirar das calçadas o comércio clandestino que chega a usar as calçadas para vender móveis, salgadinhos, etc.

É PRECISO PUNIR

Na avenida Jorge Teixeira, esquina com a Sete de Setembro, barracas de frutas atuam por mais uma década. Seus donos sentem-se proprietários daquele espaço público onde comercializam (a preços idênticos aos de supermercados) frutas sem pagar nenhum tipo de impostos.

Melhor seria se o Ministério Público ao contrário de promover mais uma audiência sobre esse assunto obrigasse, isso sim, o prefeito a fazer sua obrigação para garantir que o espaço público não seja dominado por interesses escusos do comércio marginal.

É DO BARALHO

É claro que Mauro Nazif não assume sua responsabilidade por acreditar que aqui não dá nada descumprir a lei.

O prefeito da capital rondoniense até hoje não fez nada para ser reconhecido como um bom exemplo de autoridade cumpridora da lei. É, pelo visto, um galhofeiro. Diante de uma cidade tão descuidada, Nazif teve a pachorra de lançar dia desses o “Programa de Embelezamento Urbano”. É um gestor do “baralho”.

Fonte: Gessi Taborda

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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