Em Linhas Gerais

Em Linhas Gerais: Acorda MP, cadê as apurações das denuncias contra membros do Executivo – por Gessi Taborda

Difícil de acreditar. Simplesmente porque é dever do MP abrir procedimentos investigatórios sobre qualquer denúncia formulada por um chefe de poder, como é o caso do Hermínio. Este seria o procedimento lógico….

GRUPO CASSOL

JAUM

Maurão de Carvalho deve estar ruim da cabeça nessa sexta-feira. Ontem o cacique o PP, (ainda) senador Ivo Cassol ficou totalmente favorável ao lançamento de sua irmã Jaqueline (aquela que mandou no Detran um bom tempo) ao governo rondoniense. E com a aprovação do Senador, todos os partidos prontos a entrar na coligação coordenada pelo chefe do clã Cassol concordaram aplaudiram a escolha.

SEM CARISMA

JAUM

Jaqueline não tem nenhuma experiência eleitoral. Embora tenha formação acadêmica de nível superior, não mostrou até hoje nenhum traquejo para o discurso eleitoral, para dominar o palanque. É, certamente, dona de uma estampa quase cinematográfica, mas não tem – nem de longe – o carisma de dona Ivone, a mulher de Ivo. Para fazer oposição ao filosófico governador rondoniense terá de ser manejada como boneco de ventríloquo.

ÚNICA SAIDA

Maurao de CarvalhoPara o deputado Maurão de Carvalho, após ver a impossibilidade de levar a frente o projeto de candidato ao governo do estado pelo PP comandado por Ivo Cassol resta só uma saída de continuar na vida pública: tentar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Simplesmente disputar uma nova reeleição, disse o parlamentar, está fora de qualquer cogitação: “Como deputado estadual estou vendo o meu patrimônio diminuir”.

O deputado não aguenta mais gastar a bufunfa enorme com esse negócio de casa de apoio aos pacientes que buscam tratamento de câncer em Barretos. Se não se dispuser a enfrentar a disputa para federal, só restará a Maurão a saída de pendurar as chuteiras e reassumir seu papel de antigo pastor da Assembleia de Deus.

IGNORADOS?

mp(12)(1)Difícil de acreditar, mas nenhuma fonte do MP estadual desmentiu a afirmação de que quase todas as denúncias feitas até agora pelo presidente da Assembleia contra membros do governo foram ignoradas pelo órgão.

Difícil de acreditar. Simplesmente porque é dever do MP abrir procedimentos investigatórios sobre qualquer denúncia formulada por um chefe de poder, como é o caso do Hermínio. Este seria o procedimento lógico.

E tem mais: não apenas sobre aquelas protocoladas formalmente no MP, mas também as contidas nos discursos do, repito, chefe do poder legislativo, veiculadas pela mídia.

EVENTOS PARTIDÁRIOS

e2Várias siglas prontas para participar das eleições desse ano estão organizando eventos preparatórios para as convenções de junho.

Esse é o caso do PSOL, que fará amanhã (17) uma reunião com suas principais lideranças e pré-candidatos, para afunilar as ideias sobre o lançamento das candidaturas próprias de governador e senador, bem como o plano de ação para os pré-candidatos proporcionais. A informação e de Aluízio Vidal, presidente do diretório municipal do PSOL na capital do estado.

PESQUISA

carlos_magno2Ainda não terminaram as incertezas sobre o nome dos “cassolistas” para compor a chapa majoritária como candidato a senador.

Há um consenso entre os liderados por Ivo Cassol sobre a espera do resultado de uma pesquisa a ser feita no final da primeira quinzena de junho destinada a apontar o nome mais competitivo.

Prá início de conversa, ontem um nome foi cristalizado como o mais provável candidato ao senado. Trata-se do deputado federal Carlos Magno.

Para garantir a indicação ele teria de sair na cabeça da pesquisa. Há outro fator para diminuir as chances de Magno: as precárias condições de saúde para fazer uma campanha pesada como a que se avizinha.

CABEÇA A PRÊMIO

Antonio Roberto dos Santos, superintendente do Patrimônio da União em Rondônia (SPU)”, confirmou ontem durante realização da audiência pública que debateu a questão fundiária dos bairros Arigolândia, Panair, Olaria, Pedrinhas, Caiari, Areal e Trinângulo, que está sob ameaça de morte, em virtude do cargo que ocupa.

Como a audiência pública terminou sem apontar um caminho para resolver o drama da “Figura A”, o assunto volta ao debate dia 22, numa nova audiência pública a ser realizada no plenário do legislativo estadual.

VIOLÊNCIA

Outro tema a ser debatido na assembleia numa audiência pública, dessa vez marcada para 6 de junho, na ALE, será o da “Tolerância Zero” contra a violência. Essa audiência foi requerida pelo deputado tucano Euclides Maciel. Ela está programada para começar às 9 horas daquele dia.

CONVERSA FIADA

SEVeja se dá para levar isso a sério. A Semusa está anunciando para hoje, das 8 às 12, na Fatec (Av. Jorge Teixeira) uma “oficina de sensibilização” (ou seja lá o que isso possa significar)  para discutir e aperfeiçoar os processos de acolhimento e humanização na rede municipal. Isso me parece uma maneira sofisticada de esconder aquilo que no passado, no bom português, era chamado de conversa para boi dormir.

Que coisa bizarra: o contribuinte paga o estipêndio (certamente alto) para Jane Cardoso (que ninguém sabe e ninguém viu) ser Coordenador Municipal de Humanização. Será o que o cargo foi criado com a justificativa da falta de humanismo na rede pública de saúde???  É mesmo de bater o bumbo…

FOGUETÓRIO

ifroEstá marcado para o dia de hoje mais uma edição do lançamento de foguetes por estudantes do IFRO, inscritos na Mostra de Foguetes da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. O evento é organizado pelos professores de Física do IFRO. Os foguetes serão lançados às 15h30, na unidade localizada na Avenida Jorge Teixeira, 1.146, próximo à Avenida Imigrantes. Segundo se informa, o combustível utilizado nos lançamentos é a composição do bicarbonato de sódio e vinagre.

BOA PERGUNTA

Por que será que só se veem advogados, sociólogos e ex-presidentes se manifestando a favor da legalização da maconha e nenhum médico? Quem souber, responda, por e-mail, à coluna.

COMO O DIABO GOSTA

ST

Estatal que vive o dilema pré-falimentar a anos, incapaz de atender as demandas do estado em programas de saneamento básico, a Caerd esbanja dinheiro criando novos cargos e aumentando o custo da folha em quase 5 milhões. Certamente os aspones podem estar sorrindo, mas o contribuinte rondoniense vai ter de gemer mais. Ah! Isso é que deve ser o espírito da coisa nesse tal “governo da cooperação”. Ministério Público e Tribunal de Contas neles…

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Gomes Oliveira

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  • O Ministéio Publico é um orgão que trabalha calado,investigação é muito sério,não pode ter acusação sem prova,tudo a seu tempo e tenho certeza e acredito no Ministério Publico,para mim particulamente acredito e tenho uma grande admiração e respeito ao trabalho dessa Instituição que é tão importante aos anseios da Sociedade.

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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