Em Linhas Gerais

Em Linhais Gerais: Um novo candidato a Governador pode aparecer nestas eleições.

Mas é possível que dentro de , duas semanas saia definitivamente o nome de um político tarimbado para disputar o governo ou o senado……

NOVO CANDIDATO

lklklklkkkkkkkkkkkkkkkkTudo bem que em política, como dizia Millor, sempre se pode provar o contrário. Mas é possível que dentro de , duas semanas saia definitivamente o nome de um político tarimbado para disputar o governo ou o senado. Certamente, a entrada desse político na corrida sucessória poderá modificar o cenário desse momento. Quem é esse político? Pelo visto e ouvido, trata-se Odacir Soares, que foi um os mais significativos senadores rondonienses, onde brilhou em momentos ímpares da política nacional.

Diante de um quadro sucessório dominado, até o momento, por um candidato à reeleição (Confúcio) que sofre um desgaste e uma rejeição nunca vista, há mesmo espaço para Odacir, principalmente se a candidatura de Expedito for barrada no baile.
Se for indicado para disputar o senado, Odacir tem armas e experiências para ser uma barreira ao projeto de Acir Gurgacz, até agora praticamente sozinho nessa disputa. E tudo isso dependerá, é claro, do “dono” do PP, o senhor Ivo Cassol que, consta, está muito interessado em viabilizar esta alternativa.

PARABÉNS

 

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Hoje é um dia especial para o colunista. Certamente meu filho Aldrin Willy Mesquita Taborda passará um dia recebendo os parabéns dos muitos amigos que têm no seu local de trabalho, no mundo acadêmico e jornalístico, espalhados pelo Brasil afora. Aldrin faz aniversário hoje e merece esse registro. Sou muito orgulhoso de ter um filho como Aldrin, principalmente pela sua solidez moral e seu privilegiado nível cultural.

 

 

À LA CONFUCIO

SIMPISOMA (suposta) gestão do dr. Mauro está aparentemente seguindo os passos do governo do estado, no relacionamento com fornecedores da prefeitura. Alguns deles procuraram a coluna para reclamar “atrasos injustificáveis” praticados, com gente dizendo que não receber a vários meses. Alguns já estão meio acostumados a essa uruca, uma praxe comum na gestão do Estado.

 

 

 

PETROBRAS 

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Ao fim do primeiro trimestre deste ano, a defasagem dos preços do diesel e da gasolina praticados no Brasil em relação ao mercado internacional era de, respectivamente, 15,4% e 17,3%. Com isso, a perda com a importação dos dois combustíveis totalizou R$ 1,2 bilhão.

 

PROJETOS RONDONIENSES

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A caravana esportiva do Programa Petrobras Esporte & Cidadania chega, nessa terça-feira (13/5), a Porto Velho. As atividades, oficinas gratuitas para representantes de entidades do terceiro setor, acontecem na Ello Eventos (Av. Guaporé, 2365, Lagoa), das 9h às 18h. O objetivo da caravana é capacitar e esclarecer dúvidas dos interessados na elaboração de projetos de esporte educacional, além de apresentar o regulamento da seleção do Prêmio Petrobras de Esporte e Educação 2014.
A seleção pública vai destinar R$ 45 milhões, em período de dois anos, para projetos alinhados ao segmento de esporte educacional nas cinco regiões do país.

DESIMPORTÂNCIA

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Enquanto o prefeito da capital garante não ter recebido até agora, nenhum centavo das migalhas prometidas para a reconstrução daquilo que se foi nas águas do Madeira, o Ministério da Justiça enviou R$ 89 milhões para o Rio, dinheiro destinado a reforçar ações de segurança na Copa. E ai fica a pergunta: cadê o prestígio do Raupp, esse senador sentado na cadeira de presidente nacional do PMDB?

NA JOGADA

OP

Nem todos os políticos rondonienses podem se manifestar em desfavor das hidrelétricas. Talvez seja por isso que Moreira Mendes, o deputado federal tem deixado em segundo plano a questão das responsabilidades do consórcio hidrelétrico na imensa cheia do Madeira. Moreira parece cada vez mais um aplicado garoto propaganda desse pessoal do setor elétrico. Não foi a toa que acabou indo curtir o carnaval carioca neste ano junto com um “tycoon” das hidrelétricas. Ele sabe como mexer o doce nessa seara. Moreira foi, também, defensor intransigente da Guascor quando iniciou sua coleção de cargos partidários em Rondônia.

COM RAZÃO

cpRondônia está fora do roteiro da copa. E não poderia ser diferente: não temos estádio, não temos política de turismo e muito menos de desporto. E mesmo assim nosso povo parece antenado nesse negócio. Ontem fui perguntado no corredor da Assembleia sobre minha posição em relação aos movimentos que espalham pelo país contra a realização da Copa.
Respondi: “Sou totalmente a favor. O Brasil está gastando bilhões para fazer essa Copa, todos os estádios dobraram e triplicaram de preço, mas a saúde é uma vergonha; a educação é zero; a polícia cada vez mais assassina, mais violenta… Então eu tenho que ser favorável a essas manifestações!”.

 

PONTO FINAL

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Sob a argumentação do deputado Maurão de Carvalho de que o pessoal do PP não aceita juntar-se a PT nessas eleições e de que se Ivo Cassol insistir nesse tipo de acordo boa parte dos liderados pelo (ainda) senador vão pular fora é preciso deixar claro que isso não passa de um pensamento sem respaldo. O deputado quer ser candidato a governador. O problema é que seu nome não decolou. E tem mais: o PP vai exatamente para onde Ivo levar. E, ao contrario do pensamento de Mauro, a maioria não vai sair coisa nenhuma. A liderança de Cassol é consolidada.

GRANDE VOTAÇÃO

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Independente do jogo de vaidades existente internamente no partido de José Hermínio é fácil observar que seu prestigio sinaliza para uma grande votação. O deputado soube se destacar na presidência da Assembleia por sua postura combativa, sem baixar a cabeça para o rolo compressor do palácio e para as artimanhas dos “donos” de partidos que está negociando a formação do time para esta eleição. Os inimigos tentam diminuir Hermínio, mas ele não se afasta da atuação de defender o povo e a classe dos trabalhadores.

CERTIDÃO

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Nenhum daqueles que dão pitaco sobre a situação da candidatura do ex-senador (cassado por condenação da Justiça) Expedito Júnior podem ser reconhecidos como juristas. Há muitas fontes (experientes) ligadas ao direito que continuam afirmando que Expedito não conseguirá registrar sua suposta candidatura. Ora, essa polêmica não ajuda o pretenso candidato. Por que então Expedito não exibe logo uma certidão da Justiça afirmando que ele poderá ser candidato, pondo fim ao prejudicial diz-que-diz do momento?

 

ÁGATA

AGComeçou no último sábado, 10 de maio, a Operação Ágata em regiões fronteiriças em todo o Brasil. Em Rondônia a operação Ágata 8, além das  Forças Armadas, está tendo a participação da Receita Federal e Polícias Militar, Federal e Rodoviária Federal atuam para conter o contrabando, descaminho e o crime organizado na região de fronteira de Rondônia e Acre.

Em nossa região, a operação é diretamente subordinada ao Comando Militar da Amazônia, através da 17ª Brigada de Infantaria de Selva. Além de Rondônia e Acre, a 17ª responde também pelas operações no sul do Amazonas. Dentro dessa operação acontece também as Ações Cívico Sociais (Aciso) que leva, entre outros benefícios, atendimento médico, odontológico e hospitalar às pessoas mais excluídas de regiões de difícil acesso.

MOTE DO DIA

Não é a política que faz o candidato virar ladrão. É o seu voto que faz o ladrão virar político.

Fonte: Gessi Taborda

Autor: Gessi Taborda

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Gomes Oliveira

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COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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