Em Linhas Gerais

A negligencia ,destinação e tratamento da coleta do lixo urbano pela Administração Nazif-por Gessi Taborda

DEMAGOGIA

O demagogo é aquele que prega doutrinas que sabe serem inverídicas às pessoas que sabe serem idiotas.

 QUESTÃO DE SAÚDE

Mauro222Certamente registrar mais uma vez reclamações sobre a falta de compromisso da prefeitura com a questão do lixo urbano praticamente não adiantará muita coisa, pois a reação rotineira do péssimo prefeito Mauro Nazif é a de não se sensibilizar, como se já estivesse resignado em terminar seu mandato como “mais um prefeito” decepcionante, também incapaz de pelos menos minimizar os transtornos herdados de seus antecessores.

Mas a coluna não pode deixar de lado – mesmo convencida de que enquanto durar o governo Mauro não deve acontecer o bom andamento administrativo da capital – a obrigação de lembrar que até agora a prefeitura não tem nada para garantir que irá cumprir lei federal sobre a questão da tão sonhada estação de tratamento do lixo.

A coleta do lixo, sua destinação e seu tratamento é mais do que simplesmente uma questão de limpeza. É uma questão de Saúde Pública, e disso o prefeito deveria saber muito bem, por ter a formação de médico.

 SÓ PROPAGANDA

Mauro222A prefeitura pode até não se mobilizar para cumprir a legislação federal em vigor na questão da manipulação do lixo, levando-se em conta os aspectos ecológicos e de saúde pública. E, como sempre, dá demonstração de mais uma vez não ter nenhum temor com as consequências de sua inércia perante os chamados órgãos de fiscalização externa, como são os MPs e o TCE.

A população não sabe mais o que fazer ante a inação da administração municipal, principalmente quando vê sua tentativa de tapar o sol com a peneira, fazendo publicidade sobre uma “renovação da frota” de uns poucos veículos utilizados no recolhimento do lixo. Ora, isso não é nem um plano B para se garantir o asseio das áreas públicas de Porto Velho.

 PONTO CRÍTICO

Mauro222Se não houver um arrocho do Ministério Público (nos dois níveis) e do Tribunal de Contas, a capital rondoniense deverá chegar rapidamente ao ponto crítico.

Nesse governo municipal – que nessa semana foi mais uma vez alvo de críticas soezes em discursos proferidos na Assembleia Legislativa por deputados com reduto eleitoral em Porto Velho – as ações parecem ser sempre emergenciais. Então não dá para esperar muita coisa em relação à implementação de verdadeiras melhorias na qualidade da vida urbana de nossa capital rondoniense.

 ESPERANÇA

AMauro222 solução para a questão do lixo não é simples, especialmente para um prefeito que considera complexa até a desobstrução das calçadas e logradouros públicos, mesmo quando assinada o TAC para isso no Ministério Público. Então o que nos resta é a esperança de que os moradores de Porto Velho estejam preparados para arrumar nas eleições do próximo ano prefeito verdadeiramente capaz, operoso, que se contraponha à figura inerte do atual e dos prefeitos anteriores.

 OUTRA CRISE

MauroA revelação do impressionante desperdício de algo próximo de 100 milhões na arrecadação do estado, numa espécie de prêmio para a JBS, feita ao presidente da Assembleia, Maurão de Carvalho, deve gerar uma nova crise contra o governo Confúcio. Uma fonte com trânsito fácil entre cabeças coroadas das instituições de investigação e controle externo segredou ontem que as doações da Friboi para a vitoriosa campanha do governador terá de ser muito bem esclarecidas diante da suspeita levantadas de que tiveram características de propina.

E no que dá quando falta transparência, confiança e credibilidade no governo. Se o deputado Maurão de Carvalho insistir em rever essa política de renúncia fiscal (completamente lesiva ao erário rondoniense) o governador terá de embarcar numa nova etapa de malabarismo para tentar escapar de mais uma séria acusação de corrupção.

 FINALMENTE

Denunciado por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, irá se licenciar do partido.

 COM DISCRIÇÃO

oabAdvogados de diversos pontos do estado estão procurando, com muita discrição, incentivar o retorno do dr. Hélio Vieira ao comando da OAB-RO. Insatisfeito com a perda de protagonismo da seccional da OAB em Rondônia e saudosos da gestão de Hélio, esses advogados ligam constantemente para o telefone de Hélio e lotam sua caixa postal na esperança de vê-lo novamente no cargo que ocupou por dois mandatos consecutivos.

Não vai ser fácil convencer o ex-presidente da OAB local. Afinal ele e a mulher (Zenia Cernov) vivem um grande momento com sua banca advocatícia, conseguindo vitórias inclusive na questão da transposição dos servidores, seara onde a maioria dos políticos só acumulam derrotas e pegadinhas.

 CHEGANDO LÁ

Eleicoes1Na hora da escolha dos nomes para a disputa da prefeitura de Porto Velho em 2016, a deputada (bela mais sem muito conteúdo político) vai ter de encarar muitos bicos de tucanos doidos para serem pré-candidatos. Só chegará no topo da lista quem tiver como padrinho o próprio Expedito Júnior.

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 INCÓGNITA

acirO futuro político do senador Acir Gurgacz é uma incógnita, especialmente pela mudança ou não de seu lado governista. Afinal o seu partido (PDT) deve deixar a base governista até em meados desse ano. Pelo menos essa é a informação que Carlos Lupi (ex-ministro do Trabalho e presidente nacional da sigla) vem passando aos chegados. Tudo pelo fato do PDT estar decidido a tentar vôos solos em 2016 e 2018. Em outras palavras, significa que o partido comandado pelo clã Gurgacz deverá ter candidato próprio na disputa das principais prefeituras rondonienses.

 ONDA DAS CPIS

vergonhaEnquanto em Rondônia os novos deputados estaduais não estão conseguindo superar os entraves colocados pelo governador para iniciar alguma CPI, no cenário nacional a situação é bem diferente. Depois da CPI do HSBC, que teve uma concorrida audiência ontem; na Câmara Federal já tem 113 das 171 assinaturas de que precisa para criar a CPI dos Fundos de Pensão.

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 PULANDO FORA

GLORIADepois de quase dois anos injetando dólares no mercado futuro, o Banco Central (BC) interromperá o programa de venda de swaps cambiais, que funciona como venda de moeda norte-americana no mercado futuro e ajudam a segurar a cotação. A autoridade monetária não ofertará mais novos contratos a partir de 1º de abril.

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FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • RESENHA POLITICA: Sofia Andrade mira a Prefeitura de Porto Velho e pressiona Léo Moraes à apoiar Flávio Bolsonaro

    ESTRIDENTE A deputada federal eleita Sofia Andrade parece ter escolhido o caminho mais barulhento para cobrar de Leo Moraes uma posição em favor da candidatura de Flávio Bolsonaro. Com carro de som, gritos amplificados e uma abordagem ostensiva pelas ruas da capital, transformou a cobrança em um episódio de confronto público. O detalhe que torna a cena politicamente intrigante é que, segundo declarações anteriores atribuídas ao prefeito, seu voto já tem endereço conhecido. SUBORDINAÇÃO Ora, se Leo Moraes já manifestou apoio ao filho de Jair Bolsonaro, qual é a necessidade de cobrar, aos berros, uma declaração que, em tese, já foi dada? A política permite divergências, cobranças e pressão. O que merece questionamento é a insistência em exigir uma demonstração pública de lealdade quando o posicionamento do cobrado já seria conhecido. Apoio político não é submissão, e aliança partidária não transforma ninguém em subordinado. CONVICÇÕES Leo tem sua própria trajetória e já demonstrou que sabe separar as disputas eleitorais das questões pessoais. Na eleição municipal em que enfrentou Mariana Carvalho, em uma disputa acirrada pela Prefeitura de Porto Velho, Jair Bolsonaro esteve na capital para pedir votos justamente para a adversária. Nem por isso Leo abandonou suas convicções, deixou de atuar no campo bolsonarista ou rompeu automaticamente com o eleitorado identificado com o número 22. Nas disputas posteriores, inclusive ao lado de Marcos Rogério, manteve sua identificação política. CONFRONTO Esse histórico torna a cobrança de Sofia ainda mais questionável do ponto de vista estratégico. Leo não precisa provar sua fidelidade a cada nova convocação, muito menos transformar o próprio voto em um ritual público para satisfazer as expectativas de outros integrantes do mesmo campo político. Mas há um aspecto ainda mais interessante nesse episódio: por que tanta disposição para confrontar justamente um aliado cujo apoio a Flávio Bolsonaro já teria sido declarado? PREFEITURA É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre a eleição presidencial e passa a tocar nos interesses da política municipal. Sofia está construindo uma posição de protagonismo próprio? Está tentando demarcar território? Ou pretende ocupar um espaço de liderança que hoje tem Leo Moraes como uma de suas principais referências? DEDUÇÃO Não há elementos suficientes para afirmar que a deputada eleita esteja de olho na cadeira do prefeito. Seria precipitado transformar uma suspeita em certeza. Entretanto, a forma escolhida para o confronto abre espaço para essa interpretação e torna inevitável o questionamento sobre o alcance político da iniciativa. PODER Afinal, quando alguém escolhe expor publicamente um aliado, insistindo em uma cobrança cujo conteúdo já teria sido atendido, é legítimo perguntar se o objetivo é apenas defender uma candidatura ou também ampliar a própria visibilidade e marcar posição na disputa pelo poder. CONSTRANGIMENTOS Sofia tem todo o direito de defender Flávio Bolsonaro. O que não se pode exigir de Leo Moraes é que se comporte como se precisasse renovar diariamente um certificado de fidelidade política. O apoio eleitoral não elimina a autonomia de uma liderança, assim como a identidade ideológica comum não obriga aliados a se submeterem a constrangimentos públicos. PALCO Na política, o volume do carro de som pode chamar a atenção, mas não substitui a consistência dos argumentos. E gritar mais alto não significa, necessariamente, ter mais razão. No fim das contas, fica uma pergunta incômoda para a deputada eleita: se Leo Moraes já declarou seu voto, o que exatamente ainda precisa ser provado? Talvez a questão não seja convencer o prefeito a apoiar Flávio Bolsonaro. Talvez seja demonstrar quem pretende ocupar o centro do palco político de Porto Velho daqui para a frente. Porque, quando a cobrança por lealdade se torna um espetáculo, vale observar não apenas quem está sendo pressionado, mas também quem está tentando ganhar protagonismo com a pressão. GOVERNO As especulações sobre os nomes que poderão integrar um eventual governo de Marcos Rogério já começam a movimentar os bastidores e a ocupar espaço nas manchetes políticas. E a tendência é que esse movimento se intensifique à medida que o calendário avance e se aproxime o momento de definir quem estará ao lado de um possível governador. BALÃO Não há nada de anormal nisso. A formação de governos sempre alimentou apostas, conjecturas e articulações antecipadas. Faz parte do jogo político e da rotina dos meios de comunicação. Boa parte dos nomes lançados, entretanto, não passa de balão de ensaio, naquela velha estratégia dos bastidores: joga-se a informação no ar para ver se cola, medir reações e testar resistências. EXPERIENTE Mas nem toda especulação nasce do acaso. Há nomes que aparecem nas conversas porque reúnem experiência administrativa, influência política e capacidade de articulação. É o caso de Ezequiel Neiva. FORÇA Com passagem por cargos de primeiro escalão no governo, Neiva construiu relações políticas e mantém influência entre parlamentares. Sua força também se evidencia na eleição consistente do filho para deputado estadual, resultado que demonstra a capacidade eleitoral do grupo familiar e sua presença no cenário político de Rondônia. CREDENCIAIS Por isso, a possibilidade de seu aproveitamento em uma eventual administração de Marcos Rogério não pode ser tratada como mera conversa de corredor. Politicamente, Ezequiel tem credenciais e interlocução para figurar entre os nomes lembrados na composição de um governo. O problema é que o peso político não resolve, por si só, os obstáculos jurídicos. CONTA A situação de Ezequiel Neiva exige atenção justamente por causa dos efeitos de uma decisão relacionada à improbidade administrativa, apontada como fundamento de sua inelegibilidade. A restrição jurídica é um fator que precisa entrar na conta antes que qualquer especulação sobre sua nomeação seja tratada como uma possibilidade concreta. RESTRIÇÃO Há, contudo, uma distinção importante: estar inelegível não significa, automaticamente, estar impedido de assumir qualquer cargo público. Para afirmar que Neiva está legalmente impossibilitado de integrar o primeiro escalão de um eventual governo, é necessário verificar o conteúdo da decisão judicial, a duração de seus efeitos e a existência de norma específica que impeça a nomeação. Se a restrição aplicável ao caso efetivamente alcançar o exercício da função pretendida e continuar em vigor, o impedimento […]

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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