Em Linhas Gerais

A SUPEL de Confúcio -TCE suspendeu Pregão de quase setenta Milhões para alugar carros para a PM e Civil – por Gessi Taborda

SUCESSÃO MUNICIPAL

Eleicoes1Nem bem terminou uma eleição e as articulações para a próxima disputa, daqui a um ano e 10 meses, estão cada vez mais acirradas, pelo menos em relação à prefeitura municipal de Porto Velho. Nesse exato momento já tem pelo menos uns cinco “prefeitáveis” dispostos a suceder Mauro Nazif (PSB) em 2016.

Para o PMDB que conseguiu a reeleição ao governo do estado, chegar também à prefeitura de Porto Velho – e de outras cidades importantes do interior – é fundamental para as pretensões das chamadas raposas felpudas do partido continuarem na vida pública com o nível de influência que detém nos dias atuais.

Em relação ao PMDB há dificuldade em definir logo um nome para a disputa. Talvez apele mais uma vez para o empresário Mário Português, da Distribuidora Coimbra, que praticamente foi poupado na campanha que passou, com essa finalidade.

 SEM ALINHAMENTO

BOI2Nomes sem alinhamento aos caciques também pretendem entrar na disputa. São os candidatos independentes, como é o caso de Edgar do Boi, presidente regional do PSDC.

Também nessa condição está o senador Odacir Soares. Político experiente, Odacir não navega mais na órbita de Ivo Cassol. Ele está procurando se articular com outras correntes partidárias.

Até Ribamar Araujo – agora se ocupando com a disputa pela mesa da Assembleia – pode encarar essa guerra. Afinal tem mais 4 anos de mandato como deputado estadual, sem praticamente nada a perder.

Ribamar, também cognominado de “o petista honesto”, tem uma limitação pessoal: é desses políticos que não agrega.

 NATURAL

Paulo xistoNo PSDB há uma “candidata natural”. A deputada federal Mariana Carvalho, coroada com uma votação extraordinária, é o nome do partido.

Paulo Xisto, que tem procurado fortalecer seu nome através das redes sociais, não será empecilho ao projeto político da bela Mariana. Talvez se contente em participar da refrega noutro nível.

 CRÉDITO REDUZIDO

psolAloísio Vidal vem afirmando que não está empolgado com a candidatura a prefeito. Nem por isso deixa de ser o nome mais lembrado do PSOL. Aloísio teria crédito político para disputar a prefeitura da capital. Esse crédito foi reduzido quando apoiou a reeleição de Confúcio.

No caso do deputado José Hermínio, do PSD – um eterno pretendente ao cargo de prefeito – o sentimento é de que o tempo dele já passou.

É DE CHOCAR

Taborda22.2jpgDifícil definir o governo rondoniense. Praticamente o cidadão-contribuinte-eleitor tem, toda semana, uma notícia de chocar quem não consegue aceitar a gestão ruim do governador reeleito, Confúcio Moura.

Mais um desses fatos da verdadeira “Casa do Espanto” em que se transformou a gestão peemedebista levou o Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Wilber Coimbra a suspender um edital de pregão eletrônico, pelo qual o governo pretendia alugar automóveis para as policiais do estado (PM e Civil) pela bagatela de (pasmem) R$ 69.251.705,52.

Se a determinação do TCE não for cumprida, Antônio Carlos dos Reis , secretário da Segurança, Defesa e Cidadania; Márcio Rogério Gabriel , superintendente de Licitações de Rondônia,  e Vanessa Duarte Ermenegildo, pregoeira da Supel, sofrerão multa de R$ 30 mil, sem prejuízos de outras penas.

 IRREAL

Bandeira2A inflação arrefeceu e encerrou 2014 dentro do limite de tolerância (6,41%), informou o IBGE. Que bom se fosse verdade! Esse índice divulgado claro que é fantasioso, em razão do represamento artificial das tarifas de energia elétrica, combustíveis, transportes urbanos e outros tantos, aproximadamente 25, que camuflaram a inflação e a empurraram de barriga para este ano.

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 FORA DO JOGO

eXPEDITOEspecula-se no meio político que o ex-senador e candidato mais uma vez derrotado para o governo rondoniense, Expedito Júnior está fora do pleito eleitoral de 2018. Também é ascendente a ideia de que o nome tucano para a disputa, pelo menos com vistas ao Senado, pode mesmo ser o do médico e empresário do setor de educação superior (Fimca) Aparício Carvalho.

Hoje ele é como o personagem de John Le Carré, o “espião que veio do frio”. Em virtude do sucesso de suas faculdades, Aparício é um nome de dimensão estadual.

Consta que a família de Aparício é contrária ao retorno dele às urnas, preferindo que apenas sua filha, a deputada federal Mariana Carvalho, continue trilhando o caminho dos votos.

 OUTROS QUINHENTOS

Confucio MouraNão se entra em campanha eleitoral sem promessas. E quem mais prometeu foi Confúcio Moura.

A situação financeira estadual é crítica. E Confúcio, claro, já sabia disso. Como ele foi reeleito pode ser que ninguém ficará sabendo o tamanho do rombo existente na economia do estado. Com o país em crise e com queda de arrecadação para o tesouro estadual será difícil cumprir as promessas de campanha, pelo menos esse ano.

Além de torcer para que o país se recupere rapidamente (coisa quase impossível) o governo deve ter como sua maior preocupação o pagamento da folha do próprio funcionalismo. Se não conseguir honrar esse compromisso vai ter contra si manifestações pipocando em todo o estado.

 DESAFIO ENORME

casa-de-cultura-ivan-marrocos-em-porto-velho-rondoniaPor conhecer de longa data os órgãos públicos criados para fomentar e defender a arte no estado, estou convencido de que o desafio de fazer da arte rondoniense algo representativo no cenário nacional é um dos maiores desafio desse ano que está começando.

Um desafio com risco de caducar: tirar a cultura da vala dos esquecidos e colocá-la em seu devido lugar. Temos aqui em Porto Velho a Casa da Cultura Ivan Marrocos, e também os órgãos em nível de secretarias e fundações e mesmo assim a cultura não avança.

Aqui, artistas e agentes não falam a mesma língua. As pessoas escolhidas para esses órgãos públicos não têm ressonância no mundo artístico e cultural. No geral são meros ocupantes de cabides de empregos, indicados por seu comprometimento de cabos eleitorais.

 ESPERANÇA

mauraoA situação exige uma postura mais dinâmica dos representantes do povo. A nova legislatura está prestes a começar. Tudo indica que a Assembleia Legislativa terá à frente de seu comando o experiente deputado Maurão de Carvalho.

Assim, ergamos um brinde à esperança que atuação dos novos deputados tenha melhor qualidade do que a legislatura do passado. A final, o Ano Novo está fresquinho e sabemos que muito mais do que admitimos depende de nós e não das circunstâncias ou dos ditados do coletivo político.

 ERA ENGANAÇÃO

Uma das razões utilizadas pelo governo para justificar o primeiro déficit anual em 14 anos é o rombo na “Conta Petróleo”. Mas Lula não afirmou pelos quatro cantos do Brasil que seríamos autossuficientes até 2010?

FRNEWS TV: SENAR- Nosso Agro | Gestão do rebanho e sucessão familiar na Estância Mina Azul

CHARGE – CARTUNISTA

COLUNISTAS

RESENHA POLITICA POR ROBSON OLIVEIRA

  • PODCAST: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza”, diz Marcos Rogério ao falar sobre como pretende governar Rondônia

    Em entrevista a Robson Oliveira no Resenha Política, governador eleito aborda relação com Léo Moraes, formação da equipe, saúde, segurança pública, investimentos e articulações para o início do mandato Eleito governador de Rondônia no primeiro turno das eleições de 4 de outubro, Marcos Rogério (PL) falou sobre a postura que pretende adotar à frente do Executivo estadual durante entrevista ao podcast Resenha Política, apresentado pelo jornalista Robson Oliveira, em parceria exclusiva com o Rondônia Dinâmica. Questionado sobre como conciliará o histórico de confrontos políticos com a necessidade de diálogo, respondeu: “Não se pode confundir gentileza com fraqueza e nem falar alto com autoridade”. O governador eleito afirmou que pretende liderar também aqueles que pensam de maneira diferente e defendeu uma administração baseada na competência técnica, independentemente de filiações partidárias. Ao afastar a possibilidade de perseguições políticas contra servidores, declarou: “Vai ter caça-talentos”. Segundo ele, a prioridade será reunir profissionais capazes de produzir resultados, sem compromissos de loteamento de cargos. Na área administrativa, Marcos Rogério apresentou as primeiras medidas que pretende adotar depois da posse, com atenção especial à saúde e à segurança pública. Anunciou a intenção de instalar um gabinete de crise, coordenado pessoalmente pelo governador, para enfrentar as filas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames e cirurgias. Também reafirmou os projetos de construção de um Hospital de Urgência em Porto Velho, para substituir o João Paulo II, e de um hospital de traumas na região de Ji-Paraná, cuja estrutura pretende financiar com recursos do Detran. Na segurança, defendeu o retorno de policiais militares atualmente empregados em outras funções ao trabalho operacional, como resposta emergencial à deficiência de efetivo. Reconheceu, entretanto, que a recomposição das forças policiais será um dos maiores desafios dos primeiros dois anos de mandato. A relação com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também ocupou espaço importante da entrevista. Marcos Rogério confirmou a manutenção dos compromissos assumidos durante a campanha e atribuiu ao apoio do prefeito parte do resultado eleitoral alcançado na capital. O governador eleito reconheceu que ambos tiveram divergências políticas no passado, mas afirmou que conseguiram superá-las por meio do diálogo. “A gente tem mais convergência do que divergência”, declarou. Entre as ações previstas na parceria, destacou a pavimentação do acesso entre a BR-364 e União Bandeirantes, melhorias na Estrada da Penal e investimentos em infraestrutura urbana e agricultura familiar. Marcos Rogério também comentou a destinação de recursos para o centro de convenções, unidades escolares e outras intervenções na capital, defendendo uma atuação conjunta entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Porto Velho. No campo político, o governador eleito abordou a formação de sua equipe de transição, a composição do futuro secretariado, a disputa pela presidência da Assembleia Legislativa e a convivência com o vice-governador eleito Rodrigo Camargo (Podemos). Defendeu uma equipe inicial enxuta, de perfil técnico, para diagnosticar a situação financeira e administrativa do Estado. Sobre o Legislativo, afirmou que respeitará a autonomia dos deputados, embora considere importante a escolha de um presidente alinhado ao projeto aprovado nas urnas. Também falou sobre o cenário político nacional, Flávio Bolsonaro, infraestrutura e os desafios econômicos de Rondônia. Ao avaliar as expectativas em torno de seu mandato, reconheceu as limitações orçamentárias e evitou estabelecer soluções imediatas para problemas estruturais. “Não estou prometendo milagre”, afirmou. Durante a conversa com Robson Oliveira, reforçou que seu principal objetivo será destravar a administração pública, recuperar a capacidade de investimento e transformar os compromissos eleitorais em resultados concretos para a população. ASSISTA: FONTE: RONDONIA DINAMICA 

TEIA DIGITAL POR SILVIO PERSIVO

  • TEIA DIGITAL: Em Setembro, Balança Comercial em Rondônia apresenta resultado negativo – Por Silvio Persivo

    E querem nos dizer o que devemos fazer sem considerar nossos interesses. “Eles não aprenderam nada e não esqueceram nada” (Charles Maurice de Talleyrand-Périgord). 3ª EXPOTURISMO ENCERRA COM IMENSO SUCESSO Realizada com muito sucesso, de público e de movimentação financeira, a 3ª Expo Turismo Rondônia 2026, que, este ano, foi no complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, brilhou pela diversidade dos estandes. A feira reuniu empreendedores, especialistas, representantes de municípios e profissionais do setor. Estiveram presentes mais de 10 mil visitantes ao longo dos três dias para visitar 85 estandes, especialistas e empreendedores do setor. O evento ampliou a visibilidade dos negócios, estimulou parcerias e incluiu palestras, workshops, aulas-show, debates, oficinas, talk shows e capacitações, além da exposição de produtos, serviços e experiências turísticas. Também a pesca esportiva foi o grande destaque com a presença de Nelson Nakamura e os filhos Renan e Vitor Nakamura, referências na pesca esportiva. Nelson Nakamura e os filhos participam da Expo pela terceira vez, com presença em workshops e atividades voltadas ao segmento, ao lado de outros especialistas do setor. O evento foi realizado pel0 governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia (Fecomércio-RO) e o apoio da Prefeitura Municipal de Porto Velho.  O governador Marcos Rocha destacou sobre o evento a importância de valorizar os atrativos regionais e criar oportunidades para empreendedores e municípios por meio do turismo. AS CRIANÇAS AINDA SÃO MAIORIA EM RONDÔNIA O Dia das Crianças foi muito comemorado em Rondônia, mas, é preciso frisar que, no Brasil, hoje, existem 36,6 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra apenas 26,4 milhões de crianças de até 9 anos. É uma diferença de 10 milhões a favor dos idosos, o que reflete a virada demográfica que começou em 2020 e deve se aprofundar em 2040, quando serão 2,5 idosos para cada criança. Em 2000, as crianças eram 19,8% da população. Hoje são somente 12,3%, ou 1 em cada 8 brasileiros. Já em 18 das 27 unidades da federação há mais idosos do que crianças. O Rio Grande do Sul lidera com a maior proporção de idosos: possui 1,96 idoso por criança. Já Rondônia, a proporção é de 1,18 criança de até 9 anos para cada idoso com 60 anos ou mais (ou cerca de 85 idosos para cada 100 crianças nessa faixa etária). EM SETEMBRO BALANÇA COMERCIAL DE RONDÔNIA APRESENTA RESULTADO NEGATIVO O comércio exterior de Rondônia, em setembro, segundo o Observatório da Indústria, da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (FIERO), fechou o mês com déficit de US$ 59,5 milhões, valor proveniente de US$ 195,7 milhões em vendas e US$ 255,2 milhões, mas, no acumulado de janeiro a setembro deste ano, o resultado permanece favorável ao Estado, com saldo positivo de US$ 560,2 milhões. O resultado de setembro decorre do aumento das importações que chegou perto de 40% em relação ao mesmo período de 2025. O que também contribuiu, porém em menor proporção, foram as limitações tarifárias sobre a carne bovina na China, que atingiu o teto da cota anual, e passou a receber uma sobretaxa de 55% em cima da taxa base de 12%, totalizando a alíquota de 67%. Para contornar as restrições no país asiático, frigoríficos e produtores locais redirecionaram seus carregamentos para destinos como Chile, Estados Unidos e Canadá. A pauta de embarques permaneceu concentrada na carne bovina, responsável por 58,1% das vendas, e o milho, com 23,3%. O mercado de café também apresentou teve expansão contínua, com 7,3% da pauta mensal. O café ganhou protagonismo na balança comercial pelo forte crescimento em 2026. O volume total do grão embarcado até o momento perfaz quase o dobro de tudo o que foi exportado ao longo do ano de 2025. Nas importações, a China respondeu por 41,2% do total acumulado no ano, somando US$ 953,6 milhões, acompanhada por parceiros como Argentina e Estados Unidos. Os valores elevados de compras externas decorrem do modelo tributário de importação escritural garantido pela legislação estadual. Neste sistema, as empresas registradas em Rondônia efetuam o recolhimento de tributos no Estado, enquanto os produtos entram no país por portos de outras regiões e seguem para o destino final, sem significar consumo direto pela população local. UNIVERSIDADES EM XEQUE A atual disputa eleitoral está desnudando, de uma forma até burlesca, o que acontece nas universidades brasileiras e como essas se encontram distantes dos problemas reais do país. É fato que a tecnologia e o progresso estão obrigando a academia a mudar o que fazem. Porém, com as manifestações estudantis e os problemas que surgem internamente de incêndios e uso das instalações para politicagem, a questão que aflora se tornou mais grave. Começa-se a questionar não somente “apenas o que fazem” e sim também “os que fazem”. Há professores passando vergonha tanto pelos discursos ultrapassados como pela demonstração de falta de conhecimento demonstrando que o saber está realmente escasso nas universidades. E isto se demonstra tanto pela queda das instituições nos rankings de classificação, em relação as de outros países, como pela deterioração visível dos campus e instalações onde as pichações, a falta de manutenção e a sujeira dão uma triste demonstração de como se encontram locais que deveriam ser espelhos para a sociedade. E o mais preocupante é que esta desvalorização das universidades se visualiza quando há um declínio de uma das suas principais razões de existência, que é a realização de pesquisas. Antes o setor produtivo precisava dos recursos que as universidades possuíam, da aliança entre ensino e pesquisa, inclusive para sustentar os salários das pessoas capazes de realizar este tipo de pesquisa. Agora, tudo indica que, com a crescente perda de importância das pesquisas universitárias, as empresas apostam mais nos seus próprios recursos e de que a inteligência artificial será cada vez mais capaz de realizar grande parte das pesquisas necessárias. Por isto diminuem a procura por vagas, […]

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